ASILO NA GREJA

Monge absolvido

Asilo na igreja é o asilo concedido, em edifícios de igrejas, a alguém em risco de deportação (especialmente requerentes de asilo).

Segundo a impensa alemã, um monge foi absolvido num processo de asilo religioso para um refugiado na Baviera.

O tribunal distrital decidiu que o irmão beneditino havia cometido “ilegalmente” cumplicidade na permanência não autorizada. Porém, o apelo do réu ao direito fundamental à liberdade de crença e de consciência é uma razão “que exclui a punição neste caso individual”.

Para mais informação sobre asilo na igreja pode ler o meu aritgo “Igrejas alemãs continuam a Tradição de Lugares de Refúgio como na Idade Média” em  https://antonio-justo.eu/?p=2980

 

António da Cunha Duarte Justo

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António da Cunha Duarte Justo

Actividades jornalísticas em foque: análise social, ética, política e religiosa

3 comentários em “ASILO NA GREJA”

  1. O Irmão Beneditino defendeu muito bem a sua causa. Exemplo a seguir pelas igrejas por esse mundo além. Penso que, tratando-se de um acto de humanidade e provando-se ser verdadeiro, nem devia ter
    havido processo judicial.

  2. Na Alemanha o asilo na igreja é bastante usado. O Estado mantem-se o direito de efectuar o que legislou mas tem muito respeito pelos casos de refugiados que apesar de terem sido recusados pelo tribunal, são acolhidos na Igreja. E isto por respeito à atitude leal da Igreja para com o indivíduo e ao mesmo tempo respeitadora das leis do Estado mas que se reserva o direito de defender a consciência individual. De facto tem havido decisões, por parte de tribunais, de não reconhecimento do requerimento de asilo feita pelo requerente e que depois de a Igreja ter concedido asilo nas suas instalações, o tribunal revogou sua sentença. O problema dos actos de humanidade coloca-se na altura em que muitos milhões de pessoas na fuga à perseguiç1bo ou à fome quereriam usar do sistema social alemão e se seguíssemos o humanismo puro com o tempo ter-se-ia a Alemanha com toda a gente em estado de precariedade.

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