A história não deve ser esquecida, deve ser compreendida
Há 100 anos, a 28 de maio de 1926, Portugal assistia ao golpe militar que pôs fim à Primeira República que se encontrava em estado caótico e deu início a um período ditatorial. Liderado por Gomes da Costa, o movimento começou em Braga e rapidamente se espalhou pelo país, num contexto marcado pela instabilidade política e social da época. O início do período ditatorial deu lugar ao Estado Novo com a Constituição de 1933 resultado de plebiscito nacional e que durou até à Revolução dos Cravos em 1974.
Um século depois, recordar esta data é mais do que fazer uma visita ao passado! É refletir sobre os ciclos da nossa história, sobre as fragilidades da democracia e sobre a importância da memória histórica para não nos deixarmos levar por ideologias oportunistas!
Entre revoluções, regimes e mudanças de rumo, permanece o desafio de construir um país mais consciente, mais livre e politicamente mais maduro.
A história não deve ser esquecida, deve ser compreendida.
António da Cunha Duarte Justo
Pegadas do Tempo
Recordar factos históricos que o nosso país já atravessou. No meio entre revoluções, e mudanças permanecem os desafios aos nossos politicos construir um Portugal mais consciente , não se deixar levar por interences partidários mas mais livre e politicamente mais maduro, mais humano mais justo . Nunca devemos esquecer a nossa história Obrigada . pela sua publicação . Um Bem Haja
O CHEGA É O ÚNICO PARTIDO DEMOCRÁTICO VERDADEIRAMENTE COMPROMETIDO COM TODOS OS PORTUGUESES QUE AMAM A SUA PÁTRIA ACIMA DE TUDO E DE QUAISQUER INTERESSES PESSOAIS OU PARTIDÁRIOS .
Tudo o resto – ps, psd, cds, IL, bloco de esterco, pcp, livre, pan e demais escumalhada – é estrume, escória , amiguismo, corrupção, demagogia e mentira pegada …!!!…
VAMOS DAR UMA CHANCE AO CHEGA E AO SEU FUNDADOR ANDRÉ VENTURA VOTANDO EM MASSA EM TODAS AS PRÓXIMAS ELEIÇÕES varrendo, assim, de vez, a podridão e o novo riquismo instaurado e que nos desgoverna, rouba e aldraba desde há mais de 52 anos .
DEUS, PÁTRIA, FAMÍLIA , TRABALHO E JUSTIÇA .
Domingos Barradas, caro amigo, entendo a frustração com décadas de governação que muitos portugueses consideram marcada por corrupção e falta de responsabilidade e esse sentimento é legítimo e partilhado por muita gente e também por mim.
Não sou contra o Chega mas discordo do tom e do conteúdo da tua mensagem pelo seguinte:
– Chamar a um único partido «o único verdadeiramente democrático» é, em si, uma contradição. A democracia pressupõe pluralismo, nenhum partido tem o monopólio do patriotismo ou da honestidade. Portugueses que votam noutros partidos também amam o seu país independentemente da precaridade partidária.
– Chamar a outros partidos «estrume», «escória» ou «escumalhada» não ajuda a debater ideias e até afasta quem poderia concordar contigo em pontos concretos e rebaixa o nível do debate político.
– É legítimo votar no Chega e apoiar algumas das suas propostas. Mas o partido não está isento de falhas e críticas e a exigência de responsabilidade deve aplicar-se a todos por igual.
A corrupção é um problema real em Portugal, mas não se pode, por isso reduzir décadas de política a «podridão» e ignorar o sistema de saúde e a democracia estável após o 25 de Abril, apesar de tudo.
Quem só vê virtude no aliado e só vê falha no adversário não está a pensar, está a torcer.
Um abraço