PLANO NACIONAL PARA AS FLORESTAS

PNA (Plano Nacional de Ação (1) no combate aos fogos até 2030

 

O governo prevê para o ambicioso plano 7.000 milhões de euros. Segundo o presidente da Agência de Gestão Integrada dos Fogos Rurais (AGIF), o PNA  exige “um esforço brutal” mas constitui “uma chance” para enfrentar o problema dos incêndios florestais.

No âmbito do combate às alterações climáticas no sentido do Acordo de Paris e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 das Nações Unidas, o governo deu passos concretos no Roteiro para a Neutralidade Carbónica 2050 (2).

O Programa Nacional de Ação (PNA), procura concretizar neste âmbito as opções estratégicas assumidas e definidas no Plano Nacional de Gestão Integrada de Fogos Rurais (PNGIFR). Tem a finalidade de até 2030 valorizar os espaços rurais, cuidar dos espaços rurais (manterão tratados 1,2 Milhões de hectares, até 2030), modificar comportamentos (reduzindo em 80% as ignições) e de gerir o risco eficientemente (reforçando recursos humanos, pensando-se até 2030 poderem ser criados “60 mil postos de trabalho”).

Assim o compromisso global em relação às metas do clima conforme o Roteiro para a Neutralidade Carbónica evitará a emissão de 47 Megatoneladas de equivalente em CO2 acumuladas até 2030.

É de esperar que na implementação da resolução sobre clima imperem os interesses do país sobre interesses de grupos!

António da Cunha Duarte Justo

Pegadas do Tempo

 

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António da Cunha Duarte Justo

Actividades jornalísticas em foque: análise social, ética, política e religiosa

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