PREANÚNCIOS DO FIM DO IMPÉRIO OCIDENTAL

LAMENTÁVEL E REPROVÁVEL O QUE ESTÁ A ACONTECER NA GRANDE DEMOCRACIA AMERICANA

Extremismos e violência correm o perigo de cada vez serem mais aceites como normalidade!
Estaremos a chegar ao fim do “império”?!

 

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Publicado por

António da Cunha Duarte Justo

Actividades jornalísticas em foque: análise social, ética, política e religiosa

18 comentários em “PREANÚNCIOS DO FIM DO IMPÉRIO OCIDENTAL”

  1. Durante quatro anos Trump usou e abusou da prepotência, dos discursos falsos e ambíguos. Seduziu parte da população
    americana. Porque gostou ou porque não tinha os olhos bem abertos.
    Esperemos que agora seja devolvida a dignidade
    à Democracia
    Muito trabalho pela frente!
    FB

  2. Olga Faria Da Costa e António Cunha Duarte Justo
    , será ilusório pensar que Biden vai resolver o que quer que seja. Trata-se de um presidente de transição, numa América que se vai definir de outra forma, ou claramente à esquerda ( e resta saber que esquerda?) ou á direita (e resta saber que direita?). É apenas uma questão de tempo. Por outro lado, é também claro que Trump não nasceu por geração espontânea e os 75 milhões de eleitores que votaram nele não podem ser descartados e considerados matéria negligenciável. Não é. Ao longo do tempo, os OCS, pelo tratamento desigual que deram aos acontecimentos e o facciosismo que demonstraram, são os grandes responsáveis (mas, seguramente, não os únicos) pela polarização a que se chegou nos EUA.

  3. Olga Faria Da Costa
    obrigado! Vou partilhar o link. O discurso da Lauren é empolgante pela justa indignação perante uma fraude que seguirá impune.
    Infelizmente, traidores republicanos (a maioria coagidos e as famílias) não cumpriram o seu dever.

  4. João Baptista – as pessoas têm um ódio (tão) irracional ao T_rump, q esse mesmo ódio, lhes tolda a própria faculdade de raciocínio….QUE PENSAM ELAS Q VAI ACONTECER (de bom) SE O T_UMP CAIR?

  5. Ich hoffe, dass dieser Mann bestraft wird für die faschistische Hetze zur Gewalt, für die Opfer dieser Gewalt, für die würdelose Abwertung der Funktion des Staatspräsidenten, für die Abwertung der Politik, der Partei und der Staatsinstitutionen, für di… Ver mais

  6. Mas o Capitólio tem entrada directa para a rua, como de um café /mercearia se tratasse ?!.Como é que autoridades de um país/USA, dito dos “mais seguros e armados” do mundo, permitiram que uns doidos/mentecaptos entrassem lá… “numa boa”!.Alguém “fora da caixa” acredita, ou explica este “Mau Filme”?!!.
    FB

  7. Americo Correia
    quem iniciou a invasão foram BLMs/antifas, provocadores disfarçados de patriotas. Abriram-lhes a porta para provocar este “mau exemplo”

  8. A grande factura a pagar será uma sociedade americana dividida e o problema que fica de uma civilização em grande crise.
    Penso que não se devem lançar foguetes nem por um lado nem pelo outro, porque um e outro lado com defeitos e virtudes representam o povo americano, que se encontra numa situação muito intrincada e também nós estamos condicionados nas opiniões que temos às informações que se nos dipõem!
    Penso que a realidade irá no sentido do que o embaixador, Francisco H. Da Silva, diz! Em jogo encontram-se interesses que ultrapassam pensamentos ocasionais! Enquanto nos situarmos de forma arraigada de um lado ou do outro da trincheira (fora de qualquer compromisso) contribuiremos para uma luta sem fim e da qual o Ocidente sairá mais enfraquecido!

  9. António Cunha Duarte Justo, Sim, “Em jogo encontram-
    se interesses que ultrapassam pensamentos ocasionais!”
    Sabe-se que há muitos intetesses em jogo.
    Mas será que toda a gente já esqueceu o que vimos concretamente e ouvimos?Penso que o melhor será não acreditar de todo nas informações que nos chegam, e assim sendo
    também é melhor não expressar opinião.

  10. Sim, o que vimos e ouvimos serão pontos de referência também eles condicionados aos canais e aos contextos em que são colocados. É verdade que a informação pretende pôr-nos na forma! O estarmos conscientes disso não implica que tenhamos de renunciar a ter opinião. O dar-nos conta do processo fomentará em nós a dúvida (pelo menos metódica) possibilitadora de maior inclusão. Isto é, discutirmos também o que está por trás das expressões e as intenções que as motivam. Creio que um outro factor a complicar tudo isto é o nosso envolvimento/empenho e a rapidez (ou precipitação) com que queremos adquirir certezas, ou alinhar dados no sentido em que nos encontramos, para não sentirmos a areia a fugir debaixo dos nossos pés. Obrigado pela sua oportuna questionação que obriga a pensar e não só a opinar!

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