BOAS FÉRIAS!

Boas Férias!
2006-07-14

Prezadas e prezados Visitantes:
No Sábado, dia 15.07.06 parto com a família para a Branca, Albergaria-a-Velha, Portugal, onde vivo e passarei as minhas férias até meados de Agosto.
Em tempo de férias também o trabalho deve descansar para tudo crescer na espontaneidade para lá do bem e do mal. Uma prioridade: a amizade! Apreciar o dia a dia sem o stress do calendário na mão. Na prioridade do hoje e não da intenção, saborear cada momento, o encontro.
Tempo de férias: uma oportunidade para manifestar o carinho que o dia a dia, o tempo muitas vezes impedem.
Desejo-vos tudo o que há de bom!
António Justo

Publicado em Comunidades:

http://web.archive.org/web/20080430103545/http://blog.comunidades.net/justo/index.php?op=arquivo&mmes=07&anon=2006

António da Cunha Duarte Justo


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A cor preta – – – 2006-09-13
Caro Dr. ANtónio Justo:
pedia-lhe o favor de alterar o fundo preto para cinzento suave e colocar as letras a preto para uma leitura menos agressiva à vista e simbolicamente mais luminosa
cumprimentos
Luis Miguel Cunha

Luís Miguel Cunha
Partilhar – – – 2006-08-23
Obrigado pelo teu contacto.
Fui ao site que indicaste e achei-o muito bom e oportuno. Como surgiu esse site?
Gente da nossa estirpe não abdicará nunca. Onde houver uma ideia e uma vontade acontecerá também futuro.
Um abraço
Justo

Partilhar – – – 2006-08-22
Partilhámos experiências, sonhos e frustrações, mas nunca partilharemos a desistência. E vamos continuar a partilhar: num espaço dedicado particularmente aos amigos da partilha como o Justo. Convido-te, em primeira mão a visitar o site: www.solymarport.info Um abraço

António Costa Martins
– – – 2006-07-15
Caro António Justo,
Como Alquerubinense e munícipe de Abergaria-a-Velha, desejo-lhe umas ótimas férias.
Saudações Lusíadas,
José Miranda Reis de Melo.
Recife / Brasil

– – – 2006-07-15
Do P.Club:
Desejamos, Boas e óptimas Férias, ao Nosso Companheiro, Amigo António Duarte Justo, na Sua Albergaria- a – Velha , na nossa Cardigos, na Ansião do Gabriel Cipriano, na Gondemaria do Verdasca…. por todo o Portugal, revendo e matando a saudade de seus parentes e amigos.
Se desejar se encontrar com o amigo Verdasca lhes passarei o Fone. Amigo Justo, não deixe de nos enviar lá de Portugal alguma Matéria , do que achar interessante e até quem sabe importante. Fale-nos de Albergaria. Se Passar por Cardigos, entre no Café Leão de nosso Amigo Domingos, e deixe lá uma divida para eu pagar. Um Abraço e Boas Férias…
Casimiro Rodrigues
Presidente do PORTUGALCLUB

– – – 2006-07-14
Prezado Videira:
Obrigado pelos teus votos e pelas tuas palavras.
Se consultares o meu artigo de Junho n° 3 com o título “Emigrantes de primeira e de segunda classe” sobre o ensino, aí encontrarás a tua abordagem que me enviaste na secção de comentários.
Assim posso remeter pessoas interessadas para o mesmo, para assim terem uma visao mais alargada da questão.
Parabéns pelo teu trabalho.
Penso que trabalhas com o mesmo espírito: Servir.
É impressionante verificar que haja tão pouca gente interessada em trabalhar desinteressadamente opela coisa pública. Pior ainda é verificar que a maior parte das pessoas vivem na situação de rebanho esquecendo a sua vocação primordial.
Boas férias.
António Justo

Boas férias merecidas – – – 2006-07-14
Parabéns pela qualidade dos teus artigos.
Desejo-te também umas boas férias, bem como à família.
Um abraço amigo.
A. Videira

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Figo: “eu trago uma mala grande”

Figo: “eu trago uma mala grande”
2006-06-28

Luís Figo quando chegou à Alemanha disse:”eu trago uma mala grande”. Chegará até ao dia 9 de Julho, o final do Mundial? Depois da Batalha de Nurenberga” de ontem, há muito a desejar. Quanto a Cristiano Ronaldo o Frankfurter Allgemeine apesar de reconhecer o seu grande talento não deixa de intitular a notícia: ” Cristiano Ronaldo, a estrela jovem de Portugal: seu talento é uma bênção. seu temperamento uma praga”. Scolari e Figo, duas personalidades sem as quais a equipa portuguesa não teria atingido o que atingiu quer no Europeu quer no Mundial. Duas personalidades fortes que não estando sempre de acordo se respeitam e sabem que precisam um do outro em benefício do trabalho e espírito de grupo da selecção. Eles sabem que união, disciplina e discreção conduzem ao sucesso. Scolari é do parecer que a selecção portuguesa pertence ao grupo das oito melhores.
Mas com toda a crítica que poderão fazer, o certo é que sem Felipe Scolari e sem Luís Figo a selecção portuguesa não chegaria onde chegou.
António Justo
Alemanha

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António da Cunha Duarte Justo


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– – – 2006-07-14
Tem razão!
Mas só quando nos consciencializarmos que Azambuja e Nuremberga são meros aspectos da mesma realidiade, só entao estaremos preparados para agir e nao apenas para reagir.
Notar a dicotomia já é um grande passo em frente mas não chega. Temos que nos preocupar por uma cultura bipolar integral paraconseguirmos superar o ciclo vicioso da dialética e da vida em diferido.
Obrigado püela referência.
António Justo

– – – 2006-07-01
A BATALHA DE NUREMBERGA As guerras são assim, umas vezes ganham-se as batalhas e outras vezes é-se perdedor. O nosso azar está em ganharmos as batalhas de Nuremberga e perdermos as da Azambuja, oxalá fosse ao contrário.
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A Hora dos Cangalheiros – Ensino de Português no Estrangeiro

A Hora dos Cangalheiros – Ensino de Português no Estrangeiro
2006-05-23

Os Professores da Área Consular de Frankfurt
C/o António da Cunha Duarte Justo
Rhönstr. 56
D – 34134 Kassel, Alemanha
Tel: 0049 561 407783 23.05.2006

Comunicado à Imprensa

Ensino de Português no Estrangeiro – Ante-Projecto do novo Regime Jurídico do EPE – A Hora dos Cangalheiros

Os professores de Português da Área Consular de Francoforte manifestam a sua preocupação com a situação precária e caótica do EPE a partir de 1998 e constatam que o presente Ante-Projecto ainda a vem acentuar. Este pretende configurar o EPE de modo a poder incorporá-lo no Instituto Camões. O Camões não está preparado nem é compatível com um EPE sério e transparente que sirva os alunos reais que há, os interesses dos emigrantes e uma política de língua consciente.

Antes de se proceder à mudança do EPE do ME (GAERI) para o MNE (Camões) deveria proceder-se à reestruturação do Instituto Camões na linha do Instituto Cervantes da Espanha e do Goethe Institut da Alemanha. O MNE com o Instituto Camões está vocacionado para a promoção da língua e da cultura enquanto que o ME com o EPE estava (pelo menos até 1998!) vocacionado para o ensino da língua e cultura portuguesas. Se o MNE com o Instituto Camões está interessado apenas na integração do ensino de português nos currículos estrangeiros onde este passe a constar como 2ª, 3ª língua estrangeira, como curso de opção ou como curso bilingue, os emigrantes e os professores lutam pela integração dos filhos e dos alunos no sistema concreto e não apenas por um discurso de império desaferido que se contenta com a declaração de intenções sejam elas embora as mais nobres, tal como a integração do ensino de português nos currículos estrangeiros.

Nem o Camões, tal como existe, está preparado para assumir o EPE nem o Ante-Projecto reflecte um conceito interministerial bem ponderado. Para se resolverem problemas não é suficiente, como no passado fazer-se a transferência da tutela duma repartição para outra, a nível de administração. Se de facto fosse séria a intenção de integrarem não só o ensino mas também os alunos portugueses então teriam de, pelo menos, triplicar o envio de professores para o estrangeiro e não com um estatuto deficitário como pretendem para a globalidade docente. Agora os alunos deslocam-se, de 10 até 20 escolas e num raio de 30 kms, a uma escola central onde têm aulas, doutro modo não seria possível quorum para as mesmas.

No Ante-Projecto está subjacente a ideia do Estrangeiro como reserva nacional para professores desempregados que se querem assalariados, como era costume antes do 25 de Abril nos montes alentejanos, mas com a salvaguarda de lugares para os Boys dos partidos e compadrio na burocracia e nalguns lugares privilegiados. Está patente a desresponsabilização pelas pessoas e pelo ensino. A nível de estrutura cria-se um regime de subempreitadas anónimas à imagem da exploração de trabalhadores emigrantes nas obras. Portugal dá a impressão de só querer emigrantes para alguns poderem viver irresponsavelmente deles. Possibilita a vinculação dos professores anualmente mas apenas até três anos, como é prática muitas vezes no Camões a nível de leitores (às vezes até com o estatuto de bolseiros).

É sintomático o facto de o documento dedicar tanto espaço ao pessoal administrativo e estar tão preocupado com o estatuto especial (regalias e abonos) dos seus funcionários administrativos ignorando o ensino e o docente. O ME e o MNE dão-se ao luxo de suportarem um quadro de pessoal bem pago na administração mas não aceita responsabilizar-se por um contingente de professores no activo.

Não integram as comissões de pais na estrutura escolar mas apresentam, como um dos três critérios de avaliação dos professores, as informações de encarregados de educação sobre professores à subtutela (embaixada ou consulado). Será que o espírito do 25 de Abril ainda não chegou aos ministérios nem à administração? Os professores não menosprezam de modo algum o papel importante dos representantes dos pais (Comissões), insistem, no entanto, numa avaliação transparente feita por profissionais competentes. Apesar duma administração tão pesada os docentes e os cursos não têm qualquer apoio por parte da estrutura.

Na definição das funções do Coordenador e dos seus adjuntos tem-se a impressão de que estes não têm nada a ver com os professores.

Poder-se-ia perguntar: Porque não se aplica à administração a mesma filosofia e a prática da rotação que se exige do professorado? Porque são concedidos os postos burocráticos por nomeação e não por concurso?Que credibilidade oferece o Governo, o Estado?

O Ante-Projecto do novo Regime Jurídico e respectivo Decreto-Lei deixa a porta aberta para a institucionalização e legitimação da arbitrariedade administrativa sob uma capa democrática.

Por um lado os professores são obrigados a perder o vínculo, por outro lado empregam-nos por mais três anos num escalão baixo trazendo isto consequências graves para a reforma.

Consideramos prioritária a resolução dos problemas criados aos professores desde 1998 que até aí estavam vinculados a Portugal e a leccionar em áreas de administração alemã. Há professores de português na Alemanha a ganharem 1500 – 200 Euros mensais com um horário semanal de 28 / 30 tempos lectivos. Em Portugal ganhariam mais. Porque se não cumpre a directiva europeia 77/486/EWG que compromete bilateralmente os estados na responsabilidade do ensino? O Ante-projecto só suporta professores assalariados e apenas por três anos consecutivos para não ser obrigado a vinculá-los.

O ano escolar começa em Agosto-Setembro. A publicação tardia do Projecto do novo Regime Jurídico, apresentado à discussão apenas no dia 11 e 12 de Maio só poderá ter como consequência o adiamento do concurso por mais um ano aos professores em exercício.

Pelos Professores

António da Cunha Duarte Justo

Publicado em Comunidades:

http://web.archive.org/web/20080430103515/http://blog.comunidades.net/justo/index.php?op=arquivo&mmes=05&anon=2006

António da Cunha Duarte Justo


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– – – 2006-06-05
Prezada Márcia da Conceição
O problema não é de dinheiro mas de administração com eficiência e justiça. Claro que diferenças desmedidas no tratamento de professores que fazem o mesmo e com as mesmas qualificações é inadmissível. Na Alemanha, em 1998 o ME desvinculou-se de 39 professores até entao com vínculo a Portugal e à Alemanha colocando-os com esse acto numa situação precaríssima e desonrosa. Até aí portugal concedia cerca de 500 euros mensais para os compensar do pouco que o governo alemão pagava aos considerá-los empregados sem qualificação específica. Facto é que apesar de Portugal deixar de pagar esse complemento aos referidos 39 as despesas na Alemanha ainda aumentaram tendo o serviço reduzido. Para onde foi esse dinheiro? Quem ganha com esta situação?!…
Se lhe disser, a nível de exemplo, que uma colega (uma das vítimas das injustiças de 1998 em relação às áreas alemãs) licenciada do 8° escalão, com 54 anos de idade e com um horário lectivo semanal de 20 horas ganha 1400 Euros líquidos por mês, gastando 300 euros mensais em deslocações de comboio, e os senhores dos sindicatos, do governo e da administração não se interessam com isso. São todos cúmplices?!…
O mais grave do problema é a falta de espírito e a instalação da arbitrariedade. Não há conceitos nem estratégias sérias para uma política de EPE limitando o seu papel à apagada e vil tristeza de cangalheiros do ensino e da nação. Ninguém está interessado em equacionar e resolver seriamente os problemas do EPE. Será só falta de competência, de vontade e de capacidade? Enquanto as cabeças não mudarem, pobres das nossas instituições, pobre do nosso povo!
António Justo

Os cangalheiros do ensino – – – 2006-06-01
Dr. Justo
O que apresenta parece dar-lhe razão.
O Secretário de Estado também tem razao ao querer reduzir os gastos. Os professores no estrangeiro ganham demasiado. Além disso o estado precisa de poupar e a vida em Portugal nao vai nada bem.
Com os meus melhores cumprimentos
Márcia da Conceicao
Barreiro

– – – 2006-05-31
ENSINO DE PORTUGUÊS NO ESTRANGEIRO FORA DE JOGO

Comentário:

Que terão feito os professores aos governantes, e em especial a esta Ministra da Educação, enquanto eram alunos para que coloquem ao nível do subsolo o estatuto profissional conquistado com tanto empenho e dedicação à causa educativa ? Esta atitude dos governantes apenas poderá ter explicação à luz de um recalcamento por fracassos sofridos enquanto estes governantes estavam sentados nos bancos das escolas portuguesas como alunos! Quantro a nos, apenas poderemos concluir que, de facto, a medir pela competência destes governantes, a Escola não serve de facto para desempenhar o papel que a sociedade pretende : Desenvolver qualidades como o equilibrio , o bom senso, a tolerância, o respeito, enfim , a competência! Assim, não admira que, em Portugal, a incompetência tenha chegado ao Poder! Aqueles que mais exigem co,petência dos outros e se julgam competentes apenas ocupam o lugar de destaque porque, imagine-se, sem darem quaisquer provas de o que quer que seja, são eleitos pelo voto popular (diferente de verdadeiro reconhecimento de competência !) ou porquie pertencem ao leque de amizades e conhecimentos dos chefes do partido mais votado e são convidados para cargos que nunca sonharam exercer, e, por isso mesmo, nunca para eles se prepararam ! E assim vai esse pais à beiura-mar plantado ! Meus senhores ! Entreguem a Educação ao Belmiro de Azevedo, ao Pinto Balsemão ou a outro empresario que nos diga para onde quer que vamos ! Se os governantes fossem de facto competentes assumiam as responsabilidades pela bagunça que têm criado ano apos anos na Educação. São eles que, dão constantemente ordens contraditorias, mandando os professores ora para um lado ora para outro, ora numa direcção ora noutra, mas que no fim os acusam de não terem chegado onde nunca os mandaram ir ! Limitados por leis que têm de cumprir e que os impedem de livremente organizarem a escola por forma a obter o melhor resultado (constituição de turmas, numero de alunos por turma,… etc.) os professores são obrigados a seguir sistematicamente indicações legislativas criadas pelo patrão que no fim muda conforme mudam os partidos do poder e se limitam a acusar os professores de falta de empenho, de profissionalismo, de dedicação e até , imagine-se, de não se importarem com o sucesso dos alunos! Ora, é precisamente a classe docente aquela que vive dia a dia com os alunos e que se interessa mais pelos seus problemas ! Se não encontra soluções é porque os meios são escassos, as turmas enormes, os niveis dentro de uma mesma turma o obrigam a rezsponder a questões diferentes quase que em simultâneo ! Nenhum médico atende dois casos ao mesmo tempo ! No bloco operatorio segue apenas um caso de cada vez ! A comparação feita pela Ministra é a prova mais que provada da sua incompetência! , do seu desconhecimento do processo educativo ! São palavras de burocrata habituada a dar aulas da sua catedra indiferente ao resultado dos seus ouvintes que tenta projectar nos restantes docentes como se eles fossem o seu espelho ! A classe docente é umaz das classes que prima pelo profissionalismo ! E não aceita de quem quer que seja lições de moral nem de pedagogia ou didáctica ! Isto é o que pretende a senhora Ministra ! Descredibilizar os professores perante todos ! Não o vai conseguir ! O povo ja se habituou à passagem de Ministros pela pasta que apenas destroem ainda mais o sistema porque, de ensino e aprendizagem, nada percebem ! E não sera por decreto governamental que o governo vai fazer entrar na escola os fracassados e os que nunca se empenharam n,o esforço dos seus filhos ! Façam os pais assinar os trabalhos e os cadernos dos seus filhos, os livros e as paginas cujo estudo acompanharam com a indicação referindo o que aprenderam ou não aprenderam os filhos ! Nenhum ou quase nenhuns o fariam ! Não estão para trabalhar… Mas para avaliar, muitos marcarão presença, nem que seja para tramar a vida aos professores ! E os eternos repetentes e os que nem uma frase escrevem sem que os erros turvem a sua leitura também vão avaliar os professores!? Julgo ser caso para dizer : Uau ! Senhora Ministra ! Como vai formar pais para avaliar os professores ? Não fopram os governantes que obrigaram hà anos os professores a fazer formação pois consideraram-nos uns mal-formados ? E os pais? Vão receber formação para avaliar ou não precisam porque o objectivo é criar apenas maior desestabilização nas escolas, criar um clima de conflito para dividir a comunidade educativca e legitimar a estagnação dos docentes em termos de progressão na carreira ; conseguindo desta forma que sobre mais dinheiro para os « boys » dos partidos obterem mais uns tachos ? Ou sera que andou a tentar enganar toda a gente fazendo crer à população que os professores nada fazem mas afinal todos os pais têm uma formação que os dotou de competências tão vastas e tão amplas que, para além de peritos no seu trabalho (que os professores nunca terão direito de avaliar !) também são peritos em matérias tão sérias como a pedagogia, a didáctica, o conhecimento cientifico de uma maneira geral ? Se os pais são competentes para tal, para que precisam eles da Escola ? Senhora Ministra ! Não acha que os professores ja foram avaliados suficientemente e em diversas matérias, ao longo de cerca de 20 anos e pelos profissionais detentores do conhecimento mais credenciados do pais (professores universitarios) para submeter esses mesmos resultados da avaliação à aferição de uns tantos individuos muitas vezes marcados pelo insucesso académico ? Vão os professores ser avaliados por pessoas que, na sua generalidade, são alheios a conhecimentos do foro didáctico e/ou pedagógico!
Seriamente, apenas se pode concluir que tudo isto não passa de uma manobra de populismo para desestabilizar ainda mais o sistema educativo e desvalorizar o Estatuto já de si degradado dos professores ! Este Governo pretende fazer crer aos cidadãos que, muito embora de pedagogia e didáctica nada percebam (salvo honrosas excepções pois também os professores podem estar na situação de « pais » ) podem perfeitamente avaliar os professores, diga-se, vingar-se deles sempre que as n,otas dos seus filhos estajam longe do desejado! Além disso, veja-se a taxa de participação nas reuniões por parte dos pais que preferem faltar ao trabalho para ir ver a bola que poara ir a uma reunião (ainda que seja à noite, se houver futebol, ei-los que ficam diante da televisão…) Vaja-se também que resultado foi alcançado na melhoria dos processos de acompanhamentop familiar na aprendizagem com a participação dos pais na escola! Veja-se ainda que dinâmicas de confronto foram criadas em algumas escolas com a intromissão de cidadãos que de pedagogia nada percebem! Para ter assento numa Escola, um professor tem de possuir um diploma, obedecer a certos critérios habilitacionais que atestam os conhecimentos científicos e a competência dos candidatos, os quais são determinados pelo empregador, seja ele o Estado ou Entidades Privadas! Porém, para se ser pai, nenhum diploma é exigido, passando a ter-se « assento » na Escola automaticamente, isto é, basta ser-se « pai » e ter um filho matriculado na escola! Automaticamente, passa-se a ter lugar cativo! Mas, nenhuma exigência se lhes faz! Podem aparecer ou não às reuniões! Podem até mesmo faltar o ano todo! Que lhes acontece? Perdem o emprego? Não! Têm que preestar contas e justificações? Também não! Então por que têm os mesmos direitos se não têm os mesmos deveres? E podem aparecer para criar problemas e emperrar o sistama com as suas queixas, as suas questões inoportunas, as suas intervenções desacabidas por terem faltado às outras reuniões, não compreenderem o que consta das actas porque desconhecem o vocabulário? Podem! Claro! Podem e devem chatear os professores porque as escolas são uma tal monotonia que até os professores adormeceriam se não aparecessem uns tantos de vez em quando para fazer parecer que estamlos num estádio de futebol! E aparecem? Oh! ! Se aparecem! Sobretudo para descarregar sobre a escola o insucesso do seu clube, a «fúria» provocada pela atitude do árbitro que levou à derrota da sua equipa!
Como se poderá aceitar que avaliem docentes pessoas que não têm quaisquer conhecimentos de pedagogia? Como se pode aceitar que, que avaliem docentes pessoas que deixam muito a desejar na capacidade de educarem os seus filhos no âmbito do “saber ser”? Como pode um decreto dotar de capacidade avaliativa quem nunca fez qualquer formação na área da avaliação? Os docentes não têm medo de ser avaliados! Mas por profissionais que o saibam, por pessoas qualificadas que tenham dado e dêm provas de serem capazes de, nas mesmas circunstâncias, isto é, com os mesmos alunos e os mesmos recursos, fazerem melhor! E isto vê-se « in loco »! Pessoas que se coloquem na sala de aula, frente à turma concreta em que determinado docente lecciona ! Ora, se perante a incapacidade do docente fazer esses alunos aprenderem determinadas matérias, o avaliador provar que é capaz, então ai sim ! Esse tem legitimidade para fazer a avaliação do docente em causa! Agora, teorias… deixemo-nos disso ! Avaliar por avaliar… de anda serve ! O que interessa é passar a tirar proveito da forma como se avalia ! Para gastar apenas mais dinheiro aos contribuintes ? « Não, Obrigado ! ». Se formos sérios depressa vemos que esta acção apenas visa desestabilizar !
Que aconteceria se, apos a carta de conduçao, ozs condutores tivessem que ser avaliados pelos automobilistas que usam também e com eles a mesma via publica ? Seria uma autêntica guerra ! Nao ! Muito embora eu possa ver um condutor fazer uma gfrande asneira, apenas me limito a desviar-me e nunca poderei interferir dizendo que é incompetente e como tal deve ser penalizado ! Nesta matéria, sao os policias e guardas que têm autoridade ! Em matéria de conhecimento curricular das escolas, sao dso docentes que avaliam os alunos ! E os professores apenas podem ser avaliados por um grupo de pares se estes, nas mesmas circunstâncias, forem capazes de demonstrar que fazem melhor! Deixemo-nos de tretas ! Esta ânsia governativa de tudo avaliar esta a colocar os professores nas ruas da amargura e os médicos com os consultorios cheios ! Em vez de se preocuparem com o sucesso dos alunos os professores preocupar-se-ao em agradar a quem os vai avaliar ! Seria um descalabro ! Na verdade, antes de chegar a ser professores, os docentes foram alunos e foram sistematica e criteriosamente avaliados, anos e anos a fio, submetendo-se durante quase 20 anos a avaliação de profissionais competentes nas diversas áreas ! E nunca o Estado se lembrou de gratificar no salario aquees que sairam mehjor classificados ? E adivinha-se bem por que motivo… Avaliar não pode ser uma questão de treta! Trabalhamos com pessoas e não com tijolos! Avaliar o trabalho como bom ou mau iimplica ser capaz de fazer melhor num mesmo contexto, ,numq mesmq situação! Não queiram que um piloto tenha um mesmo lugar no campeonato de rally conduza ele um BMW ou um Fiat Panda!
A fim de atingir os seus objectivos, a destruição total do Sistema Educativo, unica forma que encontra de deixar de serem desenvolvidos cérebros no nosso pais e assim se perpectuarem no poder, os governantes de todos os quadrantes, incluindo a oposição, que deveria ter um papel fundamental na crítica cerrada a esta postura de destruição da dignidade de uma profissão que deveria ser estimada por todos pois é com ela que se constroi o futuro e não contra ela que se consegue a estabilidade necessaria ao desenvolvimento de um trabalho pedagógico de qualidade! Claude Charbol tem razão ao afirmar que “a estupidez é infinitamente mais fascinante que a inteligência. A inteligência tem limites; a estupidez não.” Se a estupidez pagasse imposto, estes governantes nem recebiam ordenado!

A Senhora Ministra criticou os professores ao comparar o seu desempenho com os médicos dizendo que estes se dedicam mais aos casos mais graves ! Claro os casos que a cura é uma questão de tempo, são seguidos por simples enfermeiras e vigiados de tempos a tempos pelos médicos ! Estes apenas vêm um doente de cada vez ! Os professores têm tudo no mesmo molho e ao mesmo tempo ! Depois , infeliz comparaçao, porque a forma que o Governo a que a Senhora Ministra pertence encontrou para resolver o problema do insucesso das escolas com poucos alunos (por vezes até bastantes) não foi dedicar-lhe mais atenção! Aliás, dedicou-lhe apenas uma palavra num texto legal: extingam-se !

IP:

– – – 2006-05-23
Reitero o que aqui dizes e lembro que, pessoalmente, se fores à Sapo.pt e procurares “inventario de algumas dificuldades no Ensino de Portug em França….” da minha autoria, veràs o inumero acumular de “crimes de lesa-pàtria” que os sucessivos Secretarios de Estado que possuem o artigo têm cometido e verborraicamente se têm pavoneado à nossa custa nas “troikas” intergovernamentais para justificarem os salàrios que auferiram e auferem. Repara também que até o CCP deixou de ser ouvido. O miserabilismo ja nem sei se é orçamental se é por falta de inteligência dos que se dizem mandatàrios do povo que os elegeu. Desculpa os acentos ortogràficos -teclado francês.
Um abraço
H. A.
Genève

– – – 2006-05-23
Graças a Deus que tu existes!

A tua visao é realistica, profunda, longa e vasta. Tens o dom de a exprimires com exactidao.

Obrigada pelo Comunicado à Imprensa!

As melhores saudaçoes
MM

– – – 2006-05-23
Graças a Deus que tu existes!

A tua visao é realistica, profunda, longa e vasta. Tens o dom de a exprimires com exactidao.

Obrigada pelo Comunicado à Imprensa!

As melhores saudaçoes
MM

– – – 2006-05-23
Professor Antonio Justo,

muito obrigado pela sua informacao.
O CCP da Alemanha quer encontrar-se com o Sr. Secretario de Estado das Comunidades e transmitir-lhe todas as preocupacoes da comunidade (particularmente dos pais e professores) sobre o ante-projecto de Lei do ensino do Portugues no Estrangeiro.
E evidente que vamos incluir o documento que me enviou, mas se ate ao dia 8 de Junho ainda lhe ocorrer mais alguma questao que considere util ter em conta nesse encontro envie-me por favor.
Pode ter a certeza que a nossa preocupacao sobre este ante-projecto e tambem muito grande. O Conselho Permanente do CCP nao apoia o que nele esta contido e vai tentar por todos os meios impedir a sua aplicacao e exigir o seu adiamento e alteracao. A filosofia que esta por detras deste documento e a da morte do ensino do portugues junto das comunidades. Pela nova tabela salarial, um professor licenciado ou com um curso superior vai ganhar menos do que o motorista da embaixada. Mais uma vez muito obrigado pela sua informacao.
RP

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1°. de Maio – Uma tradicao a preservar – Apesar dos vícios do sindicalismo…

1°. de Maio – Uma tradicao a preservar – Apesar dos vícios do sindicalismo…
2006-04-29

O 1° de Maio é uma boa tradição. Hoje mais do que nunca se precisa de gente empenhada. Numa época em que a dignidade da pessoa se encontra em perigo porque o trabalho já não protege da pobreza e em que a pessoa é cada vez mais funcionalizada são preciso rituais que despertem e apontem para a realidade.
A comemoração deste dia tem o sentido de manter a recordação e de sensibilizar as pessoas para os direitos do trabalhador. O seu sentido provem do facto de se terem de fazer esforço por empregar pessoas e por melhorar as condições de trabalho.
Os sindicatos encontram-se apesar de tudo em crise, porque também elas estão em alguns sectores combalidas pelo mesmo vírus que corrói e corrompe instituições e sociedade. Os sindicatos são o reflexo da nossa sociedade e da economia que a domina. Antigamente o trabalho era determinado pela indústria, as grandes empresas e uma ligação vitalícia no mesmo trabalho e profissão. Hoje as pessoas trabalham em pequenas indústrias, no sector de serviços e em trabalhos dependentes inseguros ou mesmo em sectores de salários mínimos.Os sindicatos não conseguem atingir muitos destes trabalhadores ou encontram-se mesmo em concorrência com eles. Atravessamos tempos em que a luta parece ser entre os que têm um lugar de trabalho e aqueles que não têm nenhum.
Em tempos da globalização e de redução de salários é difícil para um sindicato impor tabelas de salário gerais para um país inteiro. O neoliberalismo quer dar mais direitos ao mercado à custa dos direitos do trabalhador. Em tempos da globalização porém seria importante que os sindicatos adquirissem tabelas salariais mais globais. Contra isto falam aspectos acima referidos, nacionalismos concorrentes e o próprio egoísmo dos altos funcionários dos sindicatos que constituem por vezes uma classe própria com interesses específicos e em situações privilegiadas desligadas dos filiados. (Eu mesmo posso testemunhar isto. Fui o fundador, com mais dois colegas, da secção alemã do sindicato dos professores no estrangeiro SPE / FENPROF e pude posteriormente verificar a politização partidária progressiva unilateral de pessoal mais activo e o aproveitamento político do sindicato que atraiçoou os interesses do ensino de português no estrangeiro à troca de postos administrativos para os seus funcionários mais oportunistas.) Há demasiada conivência entre funcionários sindicais e políticos. A mentalidade táctica e a estratégia de ocupação dos postos da administração pública com pessoal de dupla filiação (partidária e sindical) é um grande mal e prejudica substancialmente o bem comum e Portugal. Por vezes é mais seguida uma política de corredor proveitosa para políticos e funcionários sindicais mas prejudicial para os sócios em geral e para o bem comum. (Abandonei o SPE / FENPROF na procura dum sindicato mais dedicado à objectividade e aos interesses comuns e entrei no SNPL onde verifico ineficiência, desinteresse e inactividade).
Apesar de tudo precisamos de sindicatos, de sindicatos renovados. Antigamente um trabalhador podia exercer a sua profissão durante toda a vida. Hoje isso quase já não é possível. As pessoas são obrigadas à flexibilidade, têm que mudar várias vezes de empresa. As qualificações adquiridas já não chegam para toda a vida profissional o que terá como consequência a exigência duma nova política de qualificação. Hoje exige-se formação contínua e a vontade de aprender durante toda a vida.
As instituições padecem de falta de rectidão e de humanidade. Há situações tão aberrantes mas são cobertas pelos que vivem do sistema e os Média encontram-se demasiadamente acomodados ou encostados e dependentes.
Urge uma sociedade que ouse ser humana!

António Justo
Alemanha

Publicado em Comunidades:

http://web.archive.org/web/20080430103308/http://blog.comunidades.net/justo/index.php?op=arquivo&mmes=04&anon=2006

António da Cunha Duarte Justo


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Comentários:

– – – 2006-05-04
A situação e a experiência que apresenta é parecida com a minha.
As instituições vivem para elas mesmas.
Continue. A crítica é sinal de que ainda acredita.
Um leitor de passagem
AMCL

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A Cultura Portuguesa – Um Bem a Inserir na Constituição Portuguesa

A Cultura Portuguesa – Um Bem a Inserir na Constituição Portuguesa
2006-03-23

Carta aberta a Sua Excelência o Presidente da República:

Senhor Presidente da República Prof. Dr. Cavaco Silva

Excelência!

Solicitação: A Cultura Portuguesa – Um Bem a Inserir na Constituição Portuguesa

Hoje como no século XVIII e XIX as elites parecem usar o discurso como subterfúgio do pensamento em que a ideia continua ao serviço da forma. Longe do “saber de experiência feito” e da reflexão, a nação continua no seu miasma geral do privilegiado saber teórico dogmático sempre submerso a tudo o que vem de fora.
O 25 de Abril falhou em muitos aspectos porque se limitou só a uma revolução política conquistando apenas a rua. A revolução de Abril, justa nos objectivos, foi conduzida por ideologias mal mastigadas nas mãos de mercenários. Portugal encontra-se agora emperrado numa máquina de estado monstruosa e encalhado no turbo-capitalismo. A nação sente-se insegura.
O povo tem sido, desde há séculos, reduzido a palco para os mesmos protagonistas, os traficantes de ideias e de “drogas”, os beneficiados das revoluções.
O que mais urge é uma revolução intelectual e moral, uma mudança de mentalidades. É óbvio que um tratamento adequado terá que começar por se ocupar com a identidade e a cultura portuguesas. Nesse sentido urge incrementar o respeito pela cultura nacional, como liturgia do dia a dia numa língua com valores, hábitos e mentalidade próprios. Consequentemente seria de inserir na Constituição Portuguesa um artigo em que se declare a cultura nacional como um valor a defender… A nossa época já não se pode contentar com os profetas marxistas nem com os ardinas do dia a dia. Pelo contrário terá de redescobrir a grande herança judaico-crista sempre a ser renovada e os valores que tornaram a nação grande. A vontade e a fé, a fé nas teses e em teorias aferidas conduzirão ao progresso. Os Portugueses foram no século XV os pioneiros na aplicação da grande descoberta – a terceira dimensão da realidade – a lei da perspectiva (Leonardo da Vinci) que levou o Homem à descoberta do espaço (aos descobrimentos). Portugal conseguiu então ser a expressão do espírito, a nova consciência. Hoje teremos que estar atentos ao novo salto qualitativo no desenvolvimento da consciência humana, à nova consciência do tempo como quarta dimensão da realidade (união tempo-espaço) – teorias da relatividade e dos quantas – que nos obrigará a uma nova maneira de estar no mundo e a arredar definitivamente do materialismo do século XIX e daqueles que teimam em conduzir Portugal com essas muletas. Tal como o Infante D. Henrique temos que nos dedicar ao estudo da física, da biologia e da mística.
Tal como é comum nos artistas em relação à arte, Portugal tem de reencontrar o seu específico, o inconfundível do nosso povo e da sua história.
Numa estratégia de futuro, para o fomento da identidade nacional, faz falta a elaboração duma fenomenologia, duma exegese e duma sinopse do ideário e da praxis nacional portuguesa, ao longo dos tempos, em comparação com as outras nações, especialmente com os Estados Unidos da América, a Franca, a Inglaterra e a Alemanha. Assim se tornariam mais evidentes virtudes e vícios do nosso ser, num esforço de diagnosticar e de elaboração de estratégias.
Todos juntos, podemos reconstruir o nosso barco renovado com as madeiras do pinhal de Leiria. Trata-se de nos baptizarmos no Douro e recomeçar uma vida nova para assim chegarmos a Belém, à foz do Tejo na descoberta do mundo. Não podemos continuar a adiar o futuro. Na história, na literatura e no nosso povo temos um fundus, uma mina sem limites, um médium de humanismo, portuguesismo e de universalismo.
Não queremos um país de Bela Adormecida nem de ardinas. Queremos um país dinâmico e crítico onde o espírito se expressa na voz do mar que é ao mesmo tempo eco e ânsia dum povo por justiça, fraternidade, solidariedade, bem-estar, eternidade e transcendência.
Senhor Presidente da República solicito a V. intervenção no sentido do referido. Auguro-lhe muita força e saúde no exercício de tão nobre cargo ao serviço do cidadão, no serviço do Homem!
Junto envio um texto que expressa espontaneamente o sentir da necessidade duma discussão sobre a cultura portuguesa e a inserção da sua defesa num artigo da Constituição.

Atenciosamente
António da Cunha Duarte Justo
Alemanha

Publicado em Comunidades:

http://web.archive.org/web/20080430103252/http://blog.comunidades.net/justo/index.php?op=arquivo&mmes=03&anon=2006

António da Cunha Duarte Justo


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Comentários:

– – – 2006-03-25
Prezado Senhor
Pedro Valdoy
É-me claro o que diz.
A intenção porém duma carta aberta é provocar uma discussão pública.
Atenciosamente
António Justo

– – – 2006-03-25
De: Pedro Valdoy para: António da Cunha Duarte Justo
Meu caro amigo: os poderes do Presidente da República, infelizmente tem certos limites. Ele não pode alterar a Constituição. Pode sugerir ao governo, somente. Qualquer alteração à Constituição tem que ter pelo menos 2/3 dos votos da Assembleia Geral. Depois irá para aprovação do Presidente que nessa altura poderá vetar ou aprovar a alteração PORTUGALCLUB
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