FAZER A BARBA ou DESFAZER A LÍNGUA?

 

Bons gramáticos chamam a atenção da propriedade de termo no uso da língua. De facto, a expressão correcta, é “fazer a barba” e não “desfazer a barba”! Também a mim há muito me incomoda ouvir gente que anda por aí a desmatar uma floresta tão original, rica e diversificada como é a nossa Língua.

Um modernismo leve, em voga, muitas vezes, não entende o sentido das palavras e, pelo facto quer, em questões de língua, descobrir a América. Como não valorizam a riqueza da Língua pensam que também ela se deixa reduzir a uma régua da lógica.

Seria um equívoco transformar uma floresta primordial num monte de eucaliptos, por muito bem cheiroso que este seja!

António da Cunha Duarte Justo

Pegadas do Tempo

BOLSONARO TORNOU-SE NO GRANDE PERTURBADOR DA PAZ MARXISTA

 

Antes a batalha era contra Trump e agora parece ter-se Boslonaro tornado no bombo da festa, principalmente nos Media da Ibéria, embora este ainda mal tenha começado a governar.
Os críticos, à imagem do PT, esqueceram-se que Deus é brasileiro e muitos estão desconsolados por Bolsonaro ter colocado na ordem do dia o tema Deus-Pátria-Família, assunto que a extrema-esquerda já julgava ter arrumado no caixote do lixo da História se é que ainda haverá lugar para a História!
Para que a História não se acabe e o progresso continue, apelo à tolerância e à convivência pacífica de crentes, descrentes e cépicos.

PORTUGAL FAZ 840 ANOS – PARABÉNS

A 23 de Maio de 1179 o Papa Alexandre III, com a bula “Manifestis Probatum” (1), reconheceu Portugal como Reino.

O reconhecimento da nacionalidade pelo Papa era naquele tempo como hoje o reconhecimento da ONU.

Portugal ficou independente de facto, a partir do momento em que foi celebrado o Tratado de paz de Zamora a 5 de outubro de 1143, por Afonso VII, que reconheceu Portugal como Reino (a partir deste acontecimento faria 876 anos em Outubro).

Facto é também que D. Afonso Henriques já se considerava rei a partir da Batalha de Ourique em 25 de julho de 1139 (faria em Julho 880 anos).

Parabéns Portugal, não te esqueças da Ordem dos Templários que, nos momentos mais gloriosos e mais importantes da tua História, foram decisivos para o teu desenvolvimento! Foi-o na origem do Portugral (Porto do Graal) e depois na preparação dos Descobrimentos.

 

António da Cunha Duarte Justo

Pegadas do Tempo

(1) https://pt.wikipedia.org/wiki/Manifestis_Probatum

 

PORQUE NÃO DEIXARMOS DE SER PATOS E NOS CONTENTAMOS COM A CAÇA AOS GAMBUZINOS!

Em tempos de campanhas eleitorais torna-se mais que necessária uma auto-análise sobre o exercício da cidadania.

Independentemente das facções políticas que nos têm governado, continuamos a ser um país desgovernado; se fossemos um país bem governado poderíamos ser um país como a Suiça.

Em vez da “ínclita geração” que nos tornou grandes, passamos a ter jacobinos que fazem as coisas de tal modo embrulhadas que o povo anda sempre atrás do acontecimento!

Os nossos dançarinos do poder mais que inteligentes parecem ser espertos que conseguem pôr todo o povo no jogo da caça aos gambuzinos! Persistimos em ser patos!

Desejo a todos um bom fim de semana!

António da Cunha Duarte Justo

HAGIA SOPHIA – CENTRO RELIGIOSO DA ORTODOXIA AGORA EM PERIGO DE SE TORNAR MESQUITA

A agência noticiosa Anadolou anunciou (28,03.2019) que o presidente turco Erdogan  pretende transformar  a Hagia Sophia (actualmente museu) em Mesquita.

Para os ortodoxos gregos torna-se numa afronta,  esta tendência islamista de apagar os vestígios do passado e neste caso o centro da ortodoxia. Também a Unesco deveria erguer a sua voz contra tal pretensão.

Era a igreja de coroação dos imperadores bizantinos (desde o ano 641), e catedral do Patriarcado Ecuménico de Constantinopla; a Hagia Sofia (= santa sabedoria) é testemunho da história bizantina e foi tida como modelo da capital do oikumene cristão.

Após a conquista de Constantinopla (hoje Istambul) pelos otomanos em 1453, foi depois convertida em mesquita principal dos otomanos.

A Hagia Sophia teve uma grande influência no desenvolvimento da arquitetura otomana. Desde 1934 é um museu que atrai milhares de visitantes por ano.

António da Cunha Duarte Justo

Pegadas do Tempo