CAMINHAR ENTRE PROTECÇÃO DA SAÚDE E DA LIBERDADE

Na Tunísia e no Brasil há manifestações contra os governos porque não protegem suficientemente o povo contra o Corona-19.

Na França, Espanha e Itália há manifestações porque os governos se preocupam demasiado com a saúde do povo e abusam com as medidas tomadas.

O problema, por vezes, mais que nas medidas situa-se na arbitrariedade das mesmas!

Uma obrigação de vacinação seria uma intervenção ilícita na liberdade garantida pela Constituição. A política certamente encontra sempre meios de levar mesmo os refractários a vacinarem-se.

Macron, na França quer a obrigatoriedade de vacinação para equipes de enfermagem (pessoal que trabalha em cuidados de hospital, lar de idosos ou similar) . Há medidas precipitadas!

Um exemplo de medidas que não contribuem para uma boa convivência entre os diferentes grupos sociais: Enquanto o tribunal proíbiu uma manifestação de “pensadores laterais” (“Querdenker”) em Kassel, o Christopher Street Day (CSD) com mais de 65.000, é autorizado a manifestar-se em Berlim.

O Estado deveria grantir igualdade de direitos para todos, caso contrário o Estado vê-se confrontado com problemas que ele próprio cria.

Será preciso apostar mais na compreensão das pessoas.

O caminho do meio, cria menos danos.

António CD Justo

Pegadas do Tempo

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Publicado por

António da Cunha Duarte Justo

Actividades jornalísticas em foque: análise social, ética, política e religiosa

2 comentários em “CAMINHAR ENTRE PROTECÇÃO DA SAÚDE E DA LIBERDADE”

  1. Parafraseando Brecht
    Se este povo não serve,.temos que arranjar outro.Dois pesos e duas medidas e.a.desconfiança instala -se, rotulam-te e acabou.

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