ALEMANHA QUEBRA TABU SOBRE ENTREGA DE ARMAS PARA ZONAS DE GUERRA

Ninguém fala de paz – Vence a rectórica do inimigo

O governo alemão decidiu fornecer tanques Gepard (armas pesadas) para a Ucrânia, numa reunião dos EUA com 40 Estados, na base da força aérea dos EUA em Ramstein, Alemanha. Em questões de guerra até a Alemanha é hóspede dos Estados Unidos em território alemão! Onde já chegamos!

O importante princípio ” não entregar armas em zonas de guerra” passou a ser violado até de maneira oficial. Pelos vistos, a Alemanha sob pressão dos USA entra de forma incisiva na guerra da Ucrânia; isto apesar de, segundo estatísticas, 49% da população ser contra.

Tem-se a impressão que a Alemanha não aprendeu nada com a História. A Alemanha e com ela a Europa, tornou-se seguidora da hegemonia anglo-saxónica! O maior problema para a Europa é que, para onde a Alemanha for, vai a Europa também! A Europa perde a própria identidade e a oportunidade de se tornar ponte para a paz.

Com a conversão da Alemanha para o objectivo dos EUA que era impedir a Europa de se ligar à Rússia, a guerra mundial está à porta (desta vez a Alemanha não terá desculpas como tinha em relação às duas guerras mundiais!). É verdade que para a EU e a OTAN Pequim é o “rival sistêmico” mas, a OTAN ao entrar directamente na guerra põe a China na ocasião  de se tornar na única potência medianeira de negociação no conflito e no sentido de se criar uma trégua de paz entre a Rússia e a OTAN. A ONU será, certamente, posta de lado, tal como o foi na guerra das sanções económicas à Rússia.

Se observarmos o teor dos jornais surge a impressão que a opinião pública está a ser manejada no sentido de aceitar e até saudar uma guerra mundial. Por onde andam os meios de comunicação responsáveis que alertem para esta loucura? Não veem que deste modo motivam a Rússia a empregar armas atómicas?

Com a cedência de armas pesadas à Ucrânia, a Alemanha mostra cobardia perante o embaixador ucraniano na Alemanha, que tem insultado a Alemanha por causa desta ter recusado, até agora, a entrega de armas pesadas; Celensky e o embaixador conseguiram ver os seus objectivos alcançados: alinhar plenamente a Alemanha e com ela a Europa no sentido dos EUA.

Com este passo da Alemanha/Europa, dá-se oportunidade à guerra mundial. Considerar-se a OTAN também como parceira da guerra na Ucrânia é agora uma questão de interpretação a favor da Rússia.

Lavrov avisou que a entrega de armas por países do Ocidente à Ucrânia significa que a OTAN está “em essência, envolvida em uma guerra contra a Rússia”, e que Moscovo via essas armas como alvos legítimos de ataques.

No final, apenas os propagandistas da guerra se alegrarão enquanto a miséria se moverá sobre os países como nuvem escura, que se encontra no horizonte!

António da Cunha Duarte Justo

Pegadas do Tempo

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António da Cunha Duarte Justo

Actividades jornalísticas em foque: análise social, ética, política e religiosa

39 comentários em “ALEMANHA QUEBRA TABU SOBRE ENTREGA DE ARMAS PARA ZONAS DE GUERRA”

  1. Tristezas….será que os ucranianos são “carne para canhão” de uma guerra que os ultrapassa?

  2. Antonio Manuel Paula Saraiva, nem os ucranianos deveriam ser carne para canhão sacrificada aos interesses de dois rivais, Estados Unidos e Rússia, nem nós, povo deveríamos ser castigados como já estamos a ser castigados nem pessoas a morrer de fome na África e na América Latina devido à guerra económica ditada pelo bloqueio comercial.

  3. A Alemanha foi dos primeiros senão o primeiro da UE/OTAN
    a fornecer armas à Ucrânia. Segundo o

  4. Então não estamos a par desses pormenores. Houve uma confusão entre armamento e capacetes.

  5. Mafalda Freitas Pereira Sim, uma das táticas da guerra moderna é a guerra da desinformação. Estamos na Rússia e no Ocidente a ser preparados para aplaudir os guerreiros e no fim ainda termos o descaramento de aplaudir os vencedores, tendo muito embora, vencidos e vencedores contribuído para tanta desgraça e tanta morte, com a guerra civil na Ucrânia e com a sequente invasão russa.

  6. Sou contra a entrega de armas! Mas deverias dizer ao Putin que faça uma pausa, se sente à mesa para negociar, já que foi ele o invasor e quem iniciou esta guerra. Não tenho lido nada disso nos comentários.

  7. Manuel Campos, este assunto é demasiado complicado para poder ser tratado com um sim ou um não. Não se trata de defender Putin e das barbaridades que desde a sua invasão estão a acontecer. Trata-se de tentar compreender o que acontece na Ucraina desde há mais de 20 anos e o que a hipocrisia de interesses do ocidente tentou esconder. A Ucraina tem sido um cavalo troiano e antes da invasão russa (que vai contra o direito internacional) já se encontrava a Rússia e os EUA envolvida na guerra civil que matou 17 cidadãos (entre eles quatro mil soldados, segundo a ONU). Condeno tanto a barbaridade russa como a hipocrisia e cumplicidade dos USA/NATO e também da EU. Perante o Putin penso que infelizmente, como referi só a China e em parte a Turquia terão uma certa hipótese de o fazer. De resto penso que tu, como socialista terás mais chances que eu para falares com ele e para o poderes convencer! Sou contra o uso de armas pois creio que a sociedade já teria de ter chegadao a um estado de consciência em que resolvesses as adversidades com conversações e compromissos; sou contra a entrega de armas pesadas como fui contra a atitude do presidenteucraniano, no princípio da invasão ter distribuído armas ao povo. Isso creio que nunca aconteceu em guerras entre Estados; a não ser em certas guerrilhas.

  8. A Alemanha, infelizmente, desde 1945 que ficou refém.
    Refém de quê e de quem?
    Não sei se há alguém que o possa enumerar.
    Nem eu me aventuro a tal.
    Mas pelos vistos ficou refém mesmo.
    Nem a identidade lhe foi permitida.
    Mas ainda há uma esperança de se afirmar.
    De vez em quando, na sua história, aparece um Adenauer.
    E a própria Ângela Merkel mais do que uma vez avisou que a Alemanha não iria ser uma marioneta do expansionismo anglo-americano.
    Permita Deus, que a Alemanha acorde de vez.
    Uma Alemanha independente e soberana é vital e crucial na Família das Nações.
    FB

  9. Pedro Torres de Castro, quanto à culpa, por exemplo da II guerra mundial ainda há muitas investigações e argumentos contenciosos entre historiadores sobre a cumplicidade de outros países (p.ex. inglaterra). Mas isto são assuntos que me transcendem. Creio que o grande erro da Alemanha se deu aquando da sua reunificação que em vez de ser fiel à sua cultura europeia (Herder, Goethe,etc) preferiu seguir o curso da inglaterra e da américa (anglosaxónico). Na altura escrevi um artigo para a revista Gemeinsam com o título Verrat an Deutschland (traição à alemanha, que para mim foi também uma traição a uma Europa livre. Naturalmente a Alemanha devia muito aos americanos com o seu plano de incremento da Alemanha. A Alemanha continuou sem ser senhora dela e isso pode induzir em erro. Esta é porém a minha opinião que vale o que vale!

  10. A Alemanha, além de Kennedy e Reagan, não encontrou amigos no mundo anglo-americano.
    Por exemplo, a Margaret Tatcher manifestou-se completamente hostil à reunificação alemã.
    A Alemanha atravessou enormes dificuldades para conseguir sobreviver.

  11. Pedro Torres de Castro, é verdade! Mas o problema é que a opinião pública não foi preparada para uma discussão que já deveria ter sido feita há dezenas de anos. Não é discutida a luta estratégica seguida pelo mundo anglo-saxónico na Europa e infelizmente o conglomerado europeu que nasceu foi centralizado no carvão e na economia não tendo havido uma discussão sobre uma europa integradora da cultura de cunho latina e de cunho nórdico. Em vez disso fomos uns e outros empurrados para a mentalidade americana! É verdade que devemos muito à America e o valor da liberdade que defende e é “pioneira” são grandes valores a defender; porém a Europa tem uma herança a defender e a transmitir que não pode ser reduzida ao utilitarismo e pragmatismo anglo-saxónico!

  12. António Cunha Duarte Justo fiquei mais esclarecido. Não entendi bem o poder que me atribuis como socialista para convencer o Putin a mudar de planos. Não tenho nem esses poderes nem atributos. Mas não há razões lógicas para aceitar esta guerra, tal como outras. Mas quando o agressor não desiste, nem dialoga, podemos pensar o que deverá acontecer…

  13. Manuel Campos, por favor, diz-me quem é aqui que acredita ou justifica essa guerra? Só nomeei o teu nome porque dizes :”devias dizer ao Putin!…” e como tu já tiveste ocupações diplomáticas no Brasil, pensei que serias mais competente para falar com ele do que eu!
    Gosto mais de dar resposta do que responder ad hominem, mas como usaste desse meio respondi a ele!

  14. António Cunha Duarte Justo, a guerra moderna!!!
    Temos que aceitar isso?
    Absurdos e/ou contrassensos na era da inteligência artificial !!!
    Penso que em tudo o que implica desgraça e morte não há vencedores.
    Mas isto é próprio das inteligências naturais.
    Se calhar as guerras não têm nada a ver com inteligência… ou têm??!!!

  15. Mafalda Freitas Pereira, a guerra moderna embora tenha os mesmos motivos que as antigas tem de ser justificada ao povo nas chamadas democracias; por isso a guerra para ser justificada e desresponsabilizar os que a ordenam é concretizada hoje através da guerra da informação! A guerra é a expressão mais alta da incompetência política! É um abuso da política que favorece as classes privilegiadas à custa dos filhos do povo que morrem nela!! É um meio estúpido e desumano de resolver rivalidade de interesses e de poderio. A maldade da guerra torna-se mais depravada ao pretender fazer convencer as pessoas que usar armas é maneira de solucionar questões! As guerras não descem do céu; elas são bem planeadas e experimentadas, por vezes ao longo de muitos anos! Quando a nós povo, deixamo-nos muitas vezes levar pelos trauliteiros da guerra, talvez por saudade da morte numa de masoquismo-sadismo! O triste e certo no meio disto tudo é que ninguém quer terminar com a guerra para não ser considerado vencido!

  16. António Cunha Duarte Justo, é de facto um assunto de grande melindre.
    Com a agravante da metade da história ter sido praticamente destruída.
    A metade que seria a voz da Alemanha.
    Completamente silenciada.

  17. Pedro Torres de Castro, o aspecto que toca é muito interessante! Por razões de poder, geralmente os documentos só são disponibilizados ao público passados 70 anos! Imagine-se a barafunda que seria se, por exeplo na revolução portuguesa se soubesse dos interesses internacionais envolvidos nela e se se fosse analizar a fundo as atitudes e ligações dos principais actores dela! O poder sabe que o povo precisa de heróis e de vítimas e com eles cozinham os iniciadores da revolução uma sopa pública que alimente as pessoas e lhes dê um sentimento de estarem do lado dos vencedores até à próxima revolução.

  18. António Cunha Duarte Justo, concordo. Mas o que se vê decorre paralelamente à guerra da informação ou desinformação.
    São factos. Não se trata de nos deixarmos levar por trauliteiros ainda que saibamos que eles existem. São os factos que os senhores da guerra ignoram ou fingem que ignoram.
    Não os podemos esquecer.

  19. Mafalda Freitas Pereira, tem razão mas os factos são previamente planeados. E neste caso da invasão russa é um facto mas as pessoas não foram informadas do que estava a ser preparado na Ucrânia. Os russos só tiveram a vantagem de se anteciparem! Os factos por si não constituem verdade ou mentira; criam certamente a orientação do interesse público nesse sentido!

  20. Só existe uma forma de confrontar um doido; sendo mais doido ainda. Quando Biden afirmou que a Russia se estava a preparar para invadir a Ucrânia, Putin disse que era uma alucinação Ocidental. Agora sabemos que não se pode confiar na palavra de Putin. Depois de engolir a Ucrânia, outros territórios se seguirão e alguém tem que meter um travão a Putin. Putin é forte mas não é mais forte que todos juntos. Ele ameaça mas sabe que se cumprir tem a mesma resposta e isso não lhe interessa. Eu acredito que a solução é fazer frente ao ditador. Se ele usar a força nuclear, vai ser vitima da mesma força. Acredito que ele não esteja interessado nessa solução.

  21. António Cunha Duarte Justo, o que estava a ser preparado na Ucrânia?
    A vontade de pertencer à EU e à OTAN?
    Se essa é a razão, daqui a pouco os outros países que também querem, incl. Suécia e Finlândia também vão ser invadidos. Porque preferem estes países pertencer à UE/NATO e não à Rússia? O que está em causa é a defesa dos seus territórios ou expansionismo dos EUA?
    Se calhar as duas coisas com interesses económicos à mistura. Não têm esse direito?

  22. Mafalda Freitas Pereira, tenho procurado apresentar uma análise própria mas penso ser realista e baseada em dados do que tem acontecido, também antes da invasão russa: Isto não vai naturalmente conforme com os interesses da NATO porque abordo o tema sob a perspectiva europeia e não de uma EU que se tem vendido e nos tem entregado aos USA. ! Quanto à acção da NATO/USA/EU do Azov são assuntos que só se virão discutidos objectivamente depois de passada a onda que nos envolve. A onda de propaganda (guerra cibernética) levada a cabo por Celensky é tão eficiente e foi tão bem conduzida que se torna impossível, para já, muito arrazoado mental. Conseguiram criar nos cidadãos apologetas do ocidente e em adversários da outra parte (Rússia) que lutava na Ucrânia pelos seus interesses. Tenho perdido muito tempo a investigar sobre o que se passou e passa na Ucrânia, o que escrevo vem dessa análise que se tornaria muito morosa se fosse a apresenta-la de novo. Entretanto há documentos que depois da guerra serão postos a público… A EU foi a primeira a proibir os Media russoa para poder apresentar só a sua versão dos acontecimentos e assim manipular o povo europeu! Esta é uma questão demasiado complicada para se resumir em duas frases.

  23. António Cunha Duarte Justo, mais do que evidente.
    Tenho seguido com atenção os seus textos.
    Só posso agradecer as suas respostas às minhas perguntas ou dúvidas.

  24. Mafalda Freitas Pereira , gosto de dialogar consigo porque vejo em si uma pessoa lúcida e autêntica a si mesma; além disso tem uma forma de seguir as coisas e de analisar que se encontra em poucos. Quanto às dúbidas é importante manter sempre algumas porque a dúvida é aquela parte de uma pessoa que nos proporciona crescer.

  25. António Cunha Duarte Justo, eu diligencio a minha parte.
    De há muito na cultura, a literatura principalmente, na arte música em especial passei a minha juventude, desde a pré adolescência, de olhos e ouvidos atentos à latinidade.
    Além da música francesa e da italiana, a belíssima música espanhola.
    Ignorei quase por completo, a produção anglófona.
    E das Américas, a Argentina, o Brasil e o México.

  26. Pedro Torres de Castro, nota-se que é um homem da cultura, propagador de cultura e não só consumidor de cultura! É realmente importante ter-se na vida quem reflexiona sobre a cultura e a procura propagar! Os políticos não têm tempo para isso, por isso precisam de ajuda.

  27. António Cunha Duarte Justo fui diplomata alemão no Brasil e deixei obra feita. Não era responsável pela Rússia. Nem sou mais. Mas a diplomacia só funciona se, no mínimo ambos, interlocutores tiverem vontade de chegar a um objetivo c como solução.. Não me parece ser este o caso actual

  28. Manuel Campos, actualmente encontramo-nos num momento da história em que a política e até a ideologia não tem mão nos políticos; quem tem mão neles são, por um lado os plutocratas como malabaristas entre a economia e as finanças e por outro lado os oligarcas que seriam os malabaristas entre a economia/finanças e política!

  29. Maria Claudio, todos os povos merecem o seu respeito independentemente dos “doidos” que os governam. Além disso não devemos esquecer que semelhantes motivos do outro lado levarão os russos a pensar o mesmo povo ocidental!

  30. Maria Claudio, todos os povos merecem o seu respeito independentemente dos “doidos” que os governam. Além disso não devemos esquecer que semelhantes motivos do outro lado levarão os russos a pensar o mesmo do povo ocidental!

  31. Olá Boa tarde Sr. António da Cunha Duarte Justo,

    Embora eu tenha apreciado no passado vários artigos por si escritos e publicados, rejeito o conteúdo seu artigo sobre a Invasão da Ucrânia por Putin..

    Cá vai o meu comentário-resposta ao mesmo artigo:

    Não posso aceitar as condições impostas por Putin à Ucrânia. Putin não cede nem um milímetro. è impossível negociar com ele.Ele é o invasor criminoso, ditador, déspota, grande mentiroso. Os países civilizados e a NATO têm a OBRIGAÇÃO de ajudar a Ucrânia nesta guerra injusta e sem fundamento imposta por Putin ao povo ucraniano. Ele quer recuperar as fronteiras da antiga União soviética. Ele esperava conquistar toda Ucrânia em 4 ou 5 dias. Mas o tiro saíu pela culatra. Já passam 64 dias!. Ninguém ameaçou a Rússia. Existe um Memorando de Budapeste, que envio em anexo.
    Na minha opinião é legítimo e legal fornecer toda a qualidade de armas de defesa às tropas heróicas da Ucrânia o que está agora a acontecer (depois de tanta crítica mesmo da coligação do governo ao Chanceler alemão Scholz). Ficar com os olhos fechados perante tantos crimes de guerra de Putin contra o povo ucraniano? . NÂO
    Portugal lutou pela sua independência durante as 3 invasões francêsas e saíu vitorioso.
    Viva Portugal

    Viva a Ucrânia livre.

  32. Muito boa tarde
    Tenho tentado apresentar a contenda na Ucrânia sob a perspectiva da europa; já o faço desde 2014. Pelo que pude observar aqui não se trata de questões nacionais mas de uma guerra geoestratégica a acontecer na Ucrânia especialmente desde 2014. Não percebo que interprete as minhas considerações contra a Ucrânia que é apenas uma vítima da Rússia e dos distantes EUA e Nato. Não podemos confundir lutas envolvidas em lutas de interesses nacionais com lutas que acontecemagora na Europa e têm acontecido na África devido a meros interesses geoestratégicos ou económicos de potências mundiais!
    O presidente ucraniano logo que soube da notícia da entrega de armas pesadas pela Alemanha à Ucrânia logo se adiantou a dizer que agora pode atacar território russo!
    Não sou pela guerra nem sou pela Rússia nem pelos USA, gostaria apenas que a Europa conseguisse no mundo um lugar de paz e possibilitadora de pontes; Ao tornar-se apêndice de uma aliança militar renuncia a ter um lugar específico. Teremos uma nova ordem mundial; de um lado o ocidente e do outro a China e Rússia; adeus à qualidade de vida para a maior parte dos europeus!
    Nos meus artigos a premissa é pensar a guerra geoestratégica a acontecer na Ucrânia também sob o ponto de vista de interesses europeus próprios!
    Desculpe a minha maneira de reflectir e expor mas esta é a minha maneira de observar as coisas e penso fazê-lo não de ânimo leve!

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