DIA DE SAO VALENTIM


Dia dos Namorados e Não só… mas também…

A tradição do envio de saudações amorosas no dia 14 de Fevereiro nasceu dum amor na prisão.

O Imperador romano Cláudio II terá mandado prender o padre Valentim no ano 269 pelo facto de ele, contra a lei, fazer casamentos de namorados jovens. Os casamentos tinham sido proibidos pelo imperador que precisava de homens solteiros para a guerra.

Valentim foi condenado à morte. Enquanto se encontrava na prisão os jovens vinham pôr-lhe flores na janela da prisão.

Era visitado na prisão pela filha do chefe da prisão. Das suas visitas o seu amor florescia de dia para dia. Por fim das grades do seu coração, também ela sofria com a vida.

São Valentim foi executado no dia 14 de Fevereiro. Deixou um bilhetinho na prisão para a sua amiga onde se lia “em amor, do teu Valentim”. Assim o dia 14 passou a ser o dia dos namorados.

O amor é como a chuva, cai, jorra e corre por todo o lado!

Como a água fura mesmo a pedra mais dura!

António da Cunha Duarte Justo

Manifestação contra o encerramento do Vice-consulado de Frankfurt

Porque não uma manifesta
Caras tugas, caros tugas,
Se fecharem este posto teremos que nos deslocar a Hamburgo ou Estugarda.É preciso mover-nos contra o encerramento do Vice-consulado. É preciso poupar dinheiro e fomentar quem trabalha! Os Conselheiros tencionam reunir-se com o senhor Vice-Cônsul na próxima segunda-feira, dia três, para acertarmos ideias no sentido de iniciativas a tomar.
Penso ser importante organizar-se uma manifestação em data a marcar-se  e convidar a imprensa e a TV. Seria bom consciencializar as/os professoras/es e assistentes sociais para se recolherem assinaturas e organizar outras iniciativas.Eu irei escrever uma carta ao senhor Presidente do Hessen para que intervenha também. O mesmo deviam fazer os Conselhos de estrangeiros.

FELICIDADES

Amigas, amigos!
Caras/os visitantes!

Mais uma página se vira no nosso livro da vida.

Na nova página de 2011 que nos seja possibilitado usar as tintas da alegria e escrever textos alegres para que o mundo se torne menosd sombrio e no horizonte de cada pessoa não falte o brilho do arco-iris.

Somos feitos de luz e de sombra. O escuro do nevoeiro,  se aceite, dará mais brilho às cores da vida e ao que nela escrevermos.  

Para Portugal será mis um ano de grande crise mas também de grande esperança.

A crise purifica e ajudar-nos-á a “apostar” mais no Homem e na sociedade e menos no progresso balofo!

Um abraço cordial e justo
António Justo

Empobrecimento da Língua portuguesa


Em gramáticas portuguesas assiste-se a uma tendência para o simplismo. Qualquer professor faz uma gramática e os alunos que aguentem!

Querem acabar com o emprego do vós (segunda pessoas do plural) e até não respeitam o emprego do tu.

Metem no caldeirão da terceira pessoa também o tu e o nós. O povo que se contente com salada russa…

Alguns até querem confundir o emprego do imperativo afirmativo com uma forma reduzida do presente do indicativo. Parece que os novos democratas da língua desejam transformar o imperativo do latim imperial num eufemismo. Em democracia a opinião é que vale!


Banir o “Tu” e o nós, também da linguagem falada,  constitui um acto de empobrecimento do português em relação às outras línguas latinas e um desapreço pela língua mãe, o latim! Empobrecimento este que corresponde a um nivelamento por baixo; um nivelamento que leva à proletarização da língua!

A explicação filológica não deveria orientar-se apenas por aspectos sociológicos ou regionalistas a impor-se. Para a explicação do uso do imperativo também não é suficiente o recurso minimalista.

O que se tem vindo a assistir em gramáticos dos últimos trinta anos é uma acomodação  a um certo falar da TV e telenovelas.

Assiste-se a um processo de desvalorização e discriminação duma língua que deveria ser cada vez mais discernida.

António da Cunha Duarte Justo