António da Cunha Duarte Justo
Actividades jornalísticas em foque: análise social, ética, política e religiosa. Prajetória marcada pelo ensino, pela escrita, poesia e pelo jornalismo cultural, com particular relevo para o diálogo intercultural e a promoção da língua e cultura portuguesas em Portugal, mundo lusófono e na Alemanha.
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Não sei, decifrar o provérbio.
Conceição Azevedo , não vale a pena! Talvez seja melhor para não perder a inocência!
Obrigada !
Conceição Azevedo, ontem quando fui para a cama pensei na resposta que lhe dei e no seu agradecimento e isso não me deixou a ideia. Por isso aqui vai a resposta:
Os “elefantes” são, muitas vezes, os poderosos deste mundo, governantes, guerras, interesses grandes, paixões descontroladas. Lutem eles por raiva ou se unam por amor próprio, são sempre os mais simples e indefesos, o povo, os pobres, os inocentes, que pagam o preço, sem terem culpa de nada. E é essa também a nossa força, Conceição: sabermos que, mesmo pisados, temos o direito de nos voltar a erguer, porque a terra é de todos.
O que me levou a colocar aquele dito popular eslovaco foi ter pensado no povo ucraniano, russo, palestinense, israelita que sofrem e ao mesmo tempo na leviandade e desumanidade dos governantes que fazem de tanto jovem carne para canhão.
Fácil…
Faz jus ao dito popular lusitano: ‘quando o mar bate na rocha quem se lixa é o mexilhão ‘