{"id":8885,"date":"2023-12-13T22:51:07","date_gmt":"2023-12-13T21:51:07","guid":{"rendered":"https:\/\/antonio-justo.eu\/?p=8885"},"modified":"2023-12-15T12:31:34","modified_gmt":"2023-12-15T11:31:34","slug":"a-parte-escura-da-nossa-idade-media-vinga-se-agora-na-europa-atraves-do-islao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/antonio-justo.eu\/?p=8885","title":{"rendered":"A IDADE M\u00c9DIA VINGA-SE AGORA NA EUROPA ATRAV\u00c9S DO ISL\u00c3O"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><strong>Porque queixar-se do Vigor isl\u00e2mico se o Problema est\u00e1 na Fraqueza pol\u00edtico-cultural da Europa?<\/strong><\/p>\n<p><strong>A migra\u00e7\u00e3o de mu\u00e7ulmanos para a Europa significa um enriquecimento para a economia das na\u00e7\u00f5es fortes e para o rejuvenescimento da popula\u00e7\u00e3o europeia, que tinha uma taxa de natalidade muit\u00edssimo baixa, mas, por outro lado, ir\u00e1 provocar consequ\u00eancias problem\u00e1ticas de longo alcance na cultura e na pol\u00edtica da Europa. <\/strong><\/p>\n<p><strong>Quem estudar as bases do Isl\u00e3o (Cor\u00e3o, sharia-preceitos e os ahadith-feitos de Maom\u00e9 contidos na Suna) facilmente chega \u00e0 conclus\u00e3o que, o Isl\u00e3o \u00e9 um estilo de vida; nos moldes ocidentais, o Isl\u00e3o \u00e9 uma ideologia pol\u00edtica camuflada de religi\u00e3o; como tal tem mais perspectivas de autoafirma\u00e7\u00e3o sociopol\u00edtica do que qualquer outro grupo pol\u00edtico ou ideologia. O isl\u00e3o submete toda a vida do humano e da sociedade a regras (sharia) incompat\u00edveis com os valores humanos dos Estados ocidentais que d\u00e3o primazia \u00e0 soberania do Estado (democracia) e n\u00e3o a Deus\/Allah; por outro lado o islamismo \u00e9 mais compat\u00edvel com o poder e mais adequado aos instintos das massas globais; a sua divisa \u00e9 \u201csubmiss\u00e3o\u201d (Isl\u00e3o significa resigna\u00e7\u00e3o, submiss\u00e3o). <\/strong><\/p>\n<p><strong>Instintivamente, o islamismo conseguiu amarrar os ocidentais \u00e0 preocupa\u00e7\u00e3o de o n\u00e3o ofender nem questionar quando imp\u00f5e os seus h\u00e1bitos e costumes de gueto.\u00a0 Os governantes europeus como sabem que os seguidores do isl\u00e3o n\u00e3o se adaptam, adaptam-se eles aos mu\u00e7ulmanos para terem o sentimento de n\u00e3o perderem. Por seu lado, a opini\u00e3o p\u00fablica ocidental n\u00e3o se preocupa com os pr\u00f3prios erros nem com a falsidade ou autenticidade da comunidade isl\u00e2mica ordenando o discurso sobre ela apenas pelo imagin\u00e1rio religioso. <\/strong><\/p>\n<p><strong>O imperialismo isl\u00e2mico embora n\u00e3o tenha a for\u00e7a econ\u00f3mica do Ocidente conseguir\u00e1 um dia sobrepor-se-lhe devido \u00e0 conex\u00e3o identit\u00e1ria da sua ideologia hegem\u00f3nica (identifica\u00e7\u00e3o pol\u00edtico-sociol\u00f3gica atrav\u00e9s do la\u00e7o da religi\u00e3o que tudo une, legitima e subordina: a ess\u00eancia da pessoa e sua rela\u00e7\u00e3o com o outro \u00e9 determinada pelo isl\u00e3o, o resto \u00e9 considerado infiel. Neste contexto, n\u00e3o \u00e9 sem raz\u00e3o que sistemas tamb\u00e9m eles autorit\u00e1rios, como o chin\u00eas e o russo, tenham medo dos grupos isl\u00e2micos dentro do pr\u00f3prio pa\u00eds: est\u00e3o conscientes de que as suas ideologias pol\u00edticas passam, mas as do isl\u00e3o s\u00e3o de natureza pol\u00edtico-religiosa sustent\u00e1vel devido ao seu caracter de unidade intr\u00ednseca. As diferentes formas de governo mais ou menos moderadas est\u00e3o sempre sujeitas aos guardi\u00f5es da religi\u00e3o que se afirma como cultura do contra. A vontade do povo \u00e9 identificada com a tradi\u00e7\u00e3o de Maom\u00e9 e por ele \u00e9 crivada a \u201cdemocracia\u201d. Segundo a tradi\u00e7\u00e3o isl\u00e2mica, o Estado e a Democracia n\u00e3o podem usurpar a soberania de Allah e substitui-la pela soberania do Estado laico. Neste sentido, a nacionalidade secular\/Estado \u00e9 irrelevante perante o Direito Divino (o Cor\u00e3o e a Suna) que s\u00e3o imut\u00e1veis. Por isso os crentes mais conformes com os princ\u00edpios mu\u00e7ulmanos combatem o secularismo porque a doutrina n\u00e3o permite contextualiza\u00e7\u00e3o que s\u00f3 seria poss\u00edvel se fosse permitida a exegese teol\u00f3gica.<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0Como religi\u00e3o nascida da guerra e de matriz masculina orientada para o poder serve-se do princ\u00edpio da afirma\u00e7\u00e3o do mais forte conseguindo assim afirmar (\u2018democratizar\u2019 masculinamente) tamb\u00e9m no povo o mesmo princ\u00edpio da subordina\u00e7\u00e3o, garantidor de uma ordem social est\u00e1vel apesar de injusta porque contra a feminilidade humana. Tamb\u00e9m a estrutura familiar est\u00e1 concebida no sentido de expandir o Isl\u00e3o. (O Isl\u00e3o tem a mais valia africana de ter feito das tribos errantes da Pen\u00ednsula Ar\u00e1bica a civiliza\u00e7\u00e3o \u00e1rabe: hoje o Isl\u00e3o, expresso no Cor\u00e3o e na vontade de Maom\u00e9, \u00e9 a segunda cren\u00e7a maior do mundo, possuindo cerca de 1,8 bilh\u00e3o de fi\u00e9is sobretudo na \u00c1sia e na \u00c1frica). <\/strong><\/p>\n<p><strong>Concludentemente n\u00e3o baseia a dignidade humana na pessoa, mas na perten\u00e7a ao grupo mu\u00e7ulmano (de ideologia superior, compar\u00e1vel \u00e0 de Hitler no que tocava \u00e0 eleva\u00e7\u00e3o da ra\u00e7a indo-germ\u00e2nica em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s outras); deste modo impede o desenvolvimento das potencialidades revolucion\u00e1rias do individuo na luta pelo desenvolvimento da pessoa humana, dirigindo essas potencialidades emancipat\u00f3rias individuais para a afirma\u00e7\u00e3o global da comunidade isl\u00e2mica que justifica o Jihad e os ataques suicidas (Ao contr\u00e1rio da antropologia ocidental, a honra humana n\u00e3o vem da pessoa, mas da perten\u00e7a \u00e0 comunidade isl\u00e2mica que confere a personalidade ao indiv\u00edduo). A islamidade une consci\u00eancia de norma, consci\u00eancia individual e consci\u00eancia colectiva de forma intrinsecamente ligadas a Allah e a Maom\u00e9 n\u00e3o suportando a diversidade e fazendo valer em vez dela a consci\u00eancia do n\u00f3s (Ummah). Esta implica a n\u00e3o distin\u00e7\u00e3o entre sagrado e profano como express\u00e3o da lealdade ao pa\u00eds, \u00e0 comunidade \u00e1rabe e ao Isl\u00e3o. <\/strong><\/p>\n<p><strong>A paz isl\u00e2mica ser\u00e1 poss\u00edvel quando governantes e governados se submetem ao c\u00f3digo isl\u00e2mico na viv\u00eancia do dia a dia e na promo\u00e7\u00e3o da paz e da fraternidade isl\u00e2micas no mundo. A fraternidade isl\u00e2mica n\u00e3o conhece o amor ao pr\u00f3ximo, em vez dele afirma o amor e a solidariedade com o irm\u00e3o mu\u00e7ulmano numa \u00e9tica do ser bom o que serve o mundo isl\u00e2mico e mau o que se encontra fora dele (O dar al-Islam \u2013 territ\u00f3rios onde se pratica a lei isl\u00e2mica &#8211; identificado com a Ummah, contra o dar al-Harb \u2013 \u201c\u00e1rea de guerra&#8221; ou seja \u00e1rea n\u00e3o isl\u00e2mica). Da\u00ed a toler\u00e2ncia geral isl\u00e2mica em rela\u00e7\u00e3o ao terrorismo isl\u00e2mico.\u00a0\u00a0 <\/strong><\/p>\n<p><strong>O sentimento de perten\u00e7a religiosa \u00e9 determinante no Isl\u00e3o, facto que a sociedade ocidental ignora como factor de sustentabilidade e por isso n\u00e3o consegue compreender a din\u00e2mica de grupos como Al Kaida, ataques suicidas em nome de Allah, bem como levantamentos gerais no mundo isl\u00e2mico quando o Isl\u00e3o \u00e9 ofendido. O sentimento de perten\u00e7a tem de passar pelo isl\u00e3o; a Ummah (comunidade dos mu\u00e7ulmanos de todo o mundo) que transcende Estados, Constitui\u00e7\u00f5es e regi\u00f5es e a perten\u00e7a ele implica o sobrepor-se a todos os demais. O problema maior vem do facto de n\u00e3o reconhecer o que n\u00e3o seja isl\u00e2mico (s\u00f3 ordem mundial isl\u00e2mica) nem a divis\u00e3o entre poder religioso e poder secular, factos estes que ajudam a garantir a guerra at\u00e9 ao fim dos tempos (o mundo mu\u00e7ulmano f\u00e1-lo em nome de Allah e o ocidental em nome do bem-estar econ\u00f3mico).<\/strong><\/p>\n<p><strong>Neste contexto, as democracias ocidentais estar\u00e3o condenadas a oscila\u00e7\u00f5es c\u00edclicas prec\u00e1rias por raz\u00f5es intr\u00ednsecas a elas mesmas porque legitimamente baseiam a afirma\u00e7\u00e3o das democracias na dignidade humana e na individualidade, factores estes que criam dificuldades \u00e0 afirma\u00e7\u00e3o de interesses meramente institucionais e que explicam o desequil\u00edbrio entre sistemas aut\u00e1rquicos e sistemas democr\u00e1ticos \u2013 da\u00ed uma certa l\u00f3gica no autoritarismo crescente tamb\u00e9m em democracias. Perante o sistema mu\u00e7ulmano estas democracias tornam-se sistemicamente fracas correndo o perigo de serem dominadas por ele pois este afirma-se e concebe-se como grupo (o \u00f3rg\u00e3o ou grupo assume supremacia em rela\u00e7\u00e3o ao elemento e a expans\u00e3o global em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 express\u00e3o regional geogr\u00e1fica). A falta de organiza\u00e7\u00e3o org\u00e2nica interna das democracias ocidentais (exist\u00eancia de uma org\u00e2nica meramente externa a n\u00edvel de administra\u00e7\u00f5es ou elites sem transcend\u00eancia\u2013 sem identidade comunit\u00e1ria cultural popular) levar\u00e1 a Europa a islamizar-se e a perder o seu caracter humanista pr\u00f3prio. (O problema da civiliza\u00e7\u00e3o ocidental de cunho crist\u00e3o situa-se nela mesma ao identificar o amor indiscriminadamente a Deus-ao Pr\u00f3ximo- e a si mesmo, numa vis\u00e3o de humanidade universal de irm\u00e3os e n\u00e3o de culturas, civiliza\u00e7\u00f5es ou formas de governo. Neste sentido Jesus n\u00e3o era crist\u00e3o, europeu, africano ou asi\u00e1tico e o seu povo era a humanidade. <\/strong><\/p>\n<p><strong>Segundo a Universidade de San Diego, daqui a 12 anos, 25% da popula\u00e7\u00e3o da Europa ser\u00e1 mu\u00e7ulmana. A sociedade isl\u00e2mica \u00e9 consistente por si mesma e afirma-se como sociedade paralela controlada pelas mesquitas numa afirma\u00e7\u00e3o n\u00e3o inclusiva, mas do contra; na Europa h\u00e1 j\u00e1 cidades onde a maioria da popula\u00e7\u00e3o com menos de 18 anos \u00e9 mu\u00e7ulmana. Na Inglaterra onde normas da sharia (lei isl\u00e2mica) j\u00e1 s\u00e3o integradas (paralelamente) no direito ingl\u00eas, um ter\u00e7o dos estudantes mu\u00e7ulmanos brit\u00e2nicos s\u00e3o a favor da cria\u00e7\u00e3o de um califado mundial. Em muitas cidades inglesas as prefeituras s\u00e3o j\u00e1 dirigidas por mu\u00e7ulmanos (Londres \u00e9 um exemplo disso), o que noutras circunst\u00e2ncias n\u00e3o envolveria medos. Medos s\u00e3o maus conselheiros porque deles surgem lutas instintivas (1)<\/strong><\/p>\n<p><strong>O problema n\u00e3o deve ser colocado nas pessoas mu\u00e7ulmanas que s\u00e3o inteligentes e apenas sabem tirar proveito dos fortes e das fraquezas da sociedade ocidental. A consci\u00eancia isl\u00e2mica leva-os a investir na pol\u00edtica porque esta tem grande influ\u00eancia no desenvolvimento da consci\u00eancia dos povos; o facto de mu\u00e7ulmanos serem individualmente ref\u00e9ns do sistema religioso instiga-os a conceberem um mundo a ser cativo. A quest\u00e3o n\u00e3o \u00e9 a for\u00e7a do isl\u00e3o, mas a fraqueza da cultura ocidental (2) que ultrapassou o seu Z\u00e9nite e tem a pouca sorte de gerar governantes e elites irrespons\u00e1veis e tamb\u00e9m elas de ideologias decadentes.<\/strong><\/p>\n<p><strong>A emigra\u00e7\u00e3o mu\u00e7ulmana em massa para a Europa sem medidas pol\u00edticas de integra\u00e7\u00e3o que fomentem a sua evolu\u00e7\u00e3o religiosa e evitem a forma\u00e7\u00e3o de guetos est\u00e1 a ser o maior erro pol\u00edtico cometido por uma oligarquia europeia comprometida num progresso desintegrador da cultura europeia que tenta compensar a sua car\u00eancia reprodutora e o envelhecimento da sociedade com a importa\u00e7\u00e3o de fam\u00edlias mu\u00e7ulmanas fecundas que por sua vez s\u00e3o conscientes da robustez da sua unidade cultural, aquilo que justamente os torna fortes.<\/strong><\/p>\n<p><strong>A queixa, contra um isl\u00e3o consciente do que \u00e9 poder e como poder se torna sustent\u00e1vel, \u00e9, na Europa, reduzido a um lamentar de carpideiras \u00e0 frente do moribundo.\u00a0 Um grande erro foi a pol\u00edtica europeia ter-se orientado apenas por factores de raz\u00e3o econ\u00f3mica desprezando o factor cultural pr\u00f3prio e nessa l\u00f3gica ter fomentado uma pol\u00edtica multicultural \u2013 uma estrat\u00e9gia asseguradora da constru\u00e7\u00e3o de barreiras e guetos culturais dentro da pr\u00f3pria sociedade \u2013 em vez de implementar uma pol\u00edtica dial\u00f3gica intercultural de enriquecimento m\u00fatuo para as partes envolvidas (a quest\u00e3o coloca-se s\u00f3 em rela\u00e7\u00e3o ao Isl\u00e3o porque pelo observar da Hist\u00f3ria todos os grupos \u00e9tnicos e religiosos integram-se ou vivem sem exig\u00eancias exageradas).<\/strong><\/p>\n<p><strong>Nos anos oitenta, como porta-voz dos 35 mil estrangeiros no Conselho de Estrangeiros de Kassel lutei pela afirma\u00e7\u00e3o dos direitos dos estrangeiros na Alemanha em benef\u00edcio sobretudo dos mu\u00e7ulmanos. O contacto directo com a comunidade mu\u00e7ulmana (representantes das associa\u00e7\u00f5es em torno das mesquitas e imames) permitiu-me, pouco a pouco,\u00a0 compreender a estrat\u00e9gica esperta e coerente do isl\u00e3o e perceber o porqu\u00ea da decad\u00eancia da sociedade europeia em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 sociedade isl\u00e2mica (trata-se do encontro de duas sociologias e de duas antropologias t\u00e3o distantes uma da outra com a Idade M\u00e9dia e da Idade Moderna uma da outra: a primeira faz valer a comunidade \u00e0 custa do indiv\u00edduo e a segunda faz valer a individualidade \u00e0 custa da comunidade); o Ocidente contempor\u00e2neo afirma o individualismo contra a comunidade e o isl\u00e3o afirma a comunidade contra o indiv\u00edduo: dois extremos,\u00a0 no primeiro domina o relativismo e no segundo o dogmatismo. Para termos um poss\u00edvel exemplo do pior que poderia esperar \u00e0 sociedade europeia seria imaginar o seu desenvolvimento com o desenvolvimento da Turquia desde 1915 e observar o destino das minorias.\u00a0 <\/strong><\/p>\n<p><strong>Urge o encontro intercultural e a inter-rela\u00e7\u00e3o dialogal equitativa de comunidade e indiv\u00edduo para corrigir a pol\u00edtica multicultural de for\u00e7as paralelas, para se iniciar um per\u00edodo de inclus\u00e3o dos valores da comunidade e do indiv\u00edduo. O Isl\u00e3o pode aprender da comunidade ocidental e esta pode aprender do Isl\u00e3o.<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00c9 interessante verificar que nos in\u00edcios dos anos oitenta, n\u00f3s os representantes dos Conselhos de Estrangeiros nos dirig\u00edamos aos Pa\u00edses Baixos para os imitarmos nas suas medidas progressistas e liberais de acolhimento de estrangeiros para as aplicarmos nas nossas c\u00e2maras municipais. Hoje, 60% da popula\u00e7\u00e3o dos Pa\u00edses Baixos considera a imigra\u00e7\u00e3o mu\u00e7ulmana em massa como o erro pol\u00edtico n\u00famero um p\u00f3s-guerra mundial. <\/strong><\/p>\n<p><strong>Nos pa\u00edses de imigra\u00e7\u00e3o j\u00e1 \u00e9 poss\u00edvel observar, no comportamento social, as diferentes atitudes dos grupos imigrados de diferentes regi\u00f5es e culturas em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 sociedade acolhedora. Da\u00ed tamb\u00e9m a injusti\u00e7a feita a muitos imigrantes ao met\u00ea-los todos no mesmo saco; o mesmo se dar\u00e1 ao considerar todos os imigrantes isl\u00e2micos pela mesma rasoura. O pensamento indiferenciado tem sido um erro comum a pol\u00edticos e popula\u00e7\u00f5es no que se refere ao tema das migra\u00e7\u00f5es.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Desde o Renascimento operou-se uma emancipa\u00e7\u00e3o progressiva do indiv\u00edduo em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 comunidade. Tal como na Idade M\u00e9dia a comunidade (institui\u00e7\u00e3o) abusava do indiv\u00edduo, a partir da emancipa\u00e7\u00e3o renascentista e moderna o indiv\u00edduo emancipou-se de tal modo que exteriormente chegou ao exagero de prescindir do seu fundamento que \u00e9 a comunidade; com a desintegra\u00e7\u00e3o social em processo e a desconstru\u00e7\u00e3o cultural europeia damos in\u00edcio \u00e0 queda do imp\u00e9rio ocidental tal como aconteceu com o Imp\u00e9rio romano. Os mu\u00e7ulmanos, que se encontram estruturalmente na Idade M\u00e9dia beneficiar\u00e3o da vantagem de se afirmarem como comunidade numa sociedade ocidental j\u00e1 n\u00e3o comunidade, por isso condenada a abdicar e a ceder ao relativismo cultural e \u00e0 consequente afirma\u00e7\u00e3o de egos n\u00e3o org\u00e2nicos que se tornar\u00e3o anonimamente control\u00e1veis por supraestruturas globalistas.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Um grande motivo hist\u00f3rico para consola\u00e7\u00e3o no suceder-se das civiliza\u00e7\u00f5es, \u00e9 o facto de, geralmente, ao expirarem terem dado oportunidade a um passo em frente, dando origem a novas perspectivas! Segundo analistas at\u00e9 as guerras foram factores de grande desenvolvimento humano.<\/strong><\/p>\n<p><strong>O mundo anda escuro demais, mas isso \u00e9 uma quest\u00e3o c\u00edclica como a das esta\u00e7\u00f5es do ano; o pior n\u00e3o ser\u00e1 a escurid\u00e3o, mas sim andar sem ideia do caminho nem saber aonde ele leva. Temos o exemplo da escurid\u00e3o da noite e verificamos que tamb\u00e9m ela tem sentido, mas para podermos andar nela temos de adaptar as pupilas ao escuro, que \u00e9 a outra parte da realidade. O mais importante \u00e9 saber como caminhar e para onde. Andar \u00e0s apalpadelas pode ajudar a afinar o sentido de orienta\u00e7\u00e3o.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Ant\u00f3nio CD Justo<\/strong><\/p>\n<p>Pegadas do Tempo: <a href=\"https:\/\/antonio-justo.eu\/?p=8885\">https:\/\/antonio-justo.eu\/?p=8885<\/a><\/p>\n<p>(1) <a href=\"https:\/\/abemdanacao.blogs.sapo.pt\/tag\/%22ant%C3%B3nio+justo%22\">https:\/\/abemdanacao.blogs.sapo.pt\/tag\/%22ant%C3%B3nio+justo%22<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.linkedin.com\/pulse\/vaticano-dos-mu%C3%A7ulmanos-ismaelitas-em-lisboa-da-cunha-duarte-justo\/?originalSubdomain=pt\">https:\/\/www.linkedin.com\/pulse\/vaticano-dos-mu%C3%A7ulmanos-ismaelitas-em-lisboa-da-cunha-duarte-justo\/?originalSubdomain=pt<\/a><\/p>\n<p>(2) Cultura em implos\u00e3o: <a href=\"http:\/\/antonio-justo.blogspot.com\/2016\/10\/politica-do-postfacto-etica-entre.html\">http:\/\/antonio-justo.blogspot.com\/2016\/10\/politica-do-postfacto-etica-entre.html<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/bomdia.eu\/e-o-islao-a-caixa-de-pandora-da-civilizacao\/\">https:\/\/bomdia.eu\/e-o-islao-a-caixa-de-pandora-da-civilizacao\/<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/bomdia.lu\/a-nova-tirania-de-minorias-esta-a-substituir-a-das-maiorias-do-passado\/\">https:\/\/bomdia.lu\/a-nova-tirania-de-minorias-esta-a-substituir-a-das-maiorias-do-passado\/<\/a><\/p>\n<p>Hipocrisia pol\u00edtica: <a href=\"https:\/\/jornalpovodeportugal.eu\/2017\/07\/09\/da-hipocrisia-politica-a-inculpabilidade-muculmana-por-antonio-justo\/\">https:\/\/jornalpovodeportugal.eu\/2017\/07\/09\/da-hipocrisia-politica-a-inculpabilidade-muculmana-por-antonio-justo\/<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.gentedeopiniao.com.br\/opiniao\/aviso-do-estadista-helmut-schmidt-a-uma-politica-fora-de-servico-dia-mundial-do-homem\">https:\/\/www.gentedeopiniao.com.br\/opiniao\/aviso-do-estadista-helmut-schmidt-a-uma-politica-fora-de-servico-dia-mundial-do-homem<\/a><\/p>\n<p>Incompatibilidade do Isl\u00e3o com as democracias ocidentais: <a href=\"https:\/\/abemdanacao.blogs.sapo.pt\/o-islao-e-incompativel-com-a-democracia-1764343\">https:\/\/abemdanacao.blogs.sapo.pt\/o-islao-e-incompativel-com-a-democracia-1764343<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/dialogosdosul.operamundi.uol.com.br\/cultura\/57874\/humanismo-e-etica-para-a-construcao-de-uma-cultura-de-paz-global\">https:\/\/dialogosdosul.operamundi.uol.com.br\/cultura\/57874\/humanismo-e-etica-para-a-construcao-de-uma-cultura-de-paz-global<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/bomdia.eu\/islao-e-a-sociedade-masculinidade-contra-feminidade\/\">https:\/\/bomdia.eu\/islao-e-a-sociedade-masculinidade-contra-feminidade\/<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/vozdenampula.blogspot.com\/2011\/01\/porque-sao-cristaos-os-mais-perseguidos.html\">http:\/\/vozdenampula.blogspot.com\/2011\/01\/porque-sao-cristaos-os-mais-perseguidos.html<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/jornalpovodeportugal.eu\/2017\/08\/23\/peninsula-iberica-al-andaluz-declaralugar-de-reconquista-para-o-islao-por-antonio-justo\/\">https:\/\/jornalpovodeportugal.eu\/2017\/08\/23\/peninsula-iberica-al-andaluz-declaralugar-de-reconquista-para-o-islao-por-antonio-justo\/<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porque queixar-se do Vigor isl\u00e2mico se o Problema est\u00e1 na Fraqueza pol\u00edtico-cultural da Europa? A migra\u00e7\u00e3o de mu\u00e7ulmanos para a Europa significa um enriquecimento para a economia das na\u00e7\u00f5es fortes e para o rejuvenescimento da popula\u00e7\u00e3o europeia, que tinha uma taxa de natalidade muit\u00edssimo baixa, mas, por outro lado, ir\u00e1 provocar consequ\u00eancias problem\u00e1ticas de longo &hellip; <a href=\"https:\/\/antonio-justo.eu\/?p=8885\" class=\"more-link\">Continuar a ler <span class=\"screen-reader-text\">A IDADE M\u00c9DIA VINGA-SE AGORA NA EUROPA ATRAV\u00c9S DO ISL\u00c3O<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"sfsi_plus_gutenberg_text_before_share":"","sfsi_plus_gutenberg_show_text_before_share":"","sfsi_plus_gutenberg_icon_type":"","sfsi_plus_gutenberg_icon_alignemt":"","sfsi_plus_gutenburg_max_per_row":"","footnotes":""},"categories":[15,14,4,6,7,8,16],"tags":[],"class_list":["post-8885","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-cultura","category-economia","category-educacao","category-migracao","category-politica","category-religiao","category-sociedade"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/antonio-justo.eu\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/8885","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/antonio-justo.eu\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/antonio-justo.eu\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/antonio-justo.eu\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/antonio-justo.eu\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=8885"}],"version-history":[{"count":11,"href":"https:\/\/antonio-justo.eu\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/8885\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":8896,"href":"https:\/\/antonio-justo.eu\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/8885\/revisions\/8896"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/antonio-justo.eu\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=8885"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/antonio-justo.eu\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=8885"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/antonio-justo.eu\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=8885"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}