{"id":7104,"date":"2022-02-15T17:50:24","date_gmt":"2022-02-15T16:50:24","guid":{"rendered":"https:\/\/antonio-justo.eu\/?p=7104"},"modified":"2022-02-20T12:17:27","modified_gmt":"2022-02-20T11:17:27","slug":"debate-sobre-o-genero-ciencia-ou-ideologia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/antonio-justo.eu\/?p=7104","title":{"rendered":"DEBATE SOBRE O G\u00c9NERO: CI\u00caNCIA OU IDEOLOGIA?"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><strong>Da Ideologia ao Servi\u00e7o do Colonialismo mental global (de marca ocidental)<\/strong><\/p>\n<p>Ant\u00f3nio Justo<\/p>\n<p><strong>Encontramo-nos j\u00e1 numa<\/strong> <strong>\u00e9poca interm\u00e9dia, de passagem do colonialismo geogr\u00e1fico para o colonialismo mental! <\/strong>Esta \u00e9 a fase de competi\u00e7\u00e3o pelo dom\u00ednio global &#8211; fase de conglomera\u00e7\u00f5es geoestrat\u00e9gicas e globalistas &#8211;<strong> em que se torna not\u00f3ria a luta pelo controlo e pela pilotagem do pensamento porque quem tiver o controlo do pensamento passa a controlar o humano e a humanidade. <\/strong>Nesse sentido, a batalha pela desconstru\u00e7\u00e3o da cultura e da pessoa soberana torna-se mais dura na sociedade ocidental, dado ser esta a que possui mais mecanismos de defesa contra um globalismo tendente a criar uma troica global. A estrat\u00e9gia que se encontra por tr\u00e1s do discurso sobre o g\u00e9nero (Gender) implementa ideologias, em voga, ao servi\u00e7o do colonialismo mental!<\/p>\n<p><strong>Depois da debanda do povo das aldeias (alde\u00e3o) para as cidades observa-se agora uma tend\u00eancia de retirada do cidad\u00e3o (citadino) para um mundo ide\u00e1rio que o liberte dos apertos de uma vida demasiadamente emparelhada sob a limitada c\u00fapula da cidade. Aos dom\u00ednios da nobreza e do clero sobre a terra (senhorios) seguiram-se as burguesias de caracter citadino que, a partir de um pouco de terra, assentaram o seu dom\u00ednio no com\u00e9rcio e no dinheiro. Esta nova \u201cburguesia\u201d, j\u00e1 n\u00e3o do burgo, mas da polis, produz agora novos senhorios: os \u201clatifundi\u00e1rios do dinheiro e das ideias (ideologias)!<\/strong> <strong>Da\u00ed o seu esfor\u00e7o por assentar a sua base j\u00e1 n\u00e3o na natureza, mas no dom\u00ednio do abstrato, que torne os habitantes do \u201cmonte\u201d em meros subordinados ou assalariados!<\/strong><\/p>\n<p>Nesse sentido, encontramo-nos numa fase interm\u00e9dia, que, muito embora ocupada na desconstru\u00e7\u00e3o da cultura do mundo ocidental, traz a marca ocidental na luta globalista em via; <strong>trai\u00e7oeira, porque anti feminina mas feminista, desliga-se da paisagem religioso-cultural do povo ocidental porque esta, mais ligada \u00e0 terra (mais feminina), contradiz os interesses de uma nova cultura abstrata que se pretende implantar (no sentido de implementar paulatinamente um \u201cgoverno universal\u201d sob o olhar masculino!) <\/strong>e que assume o cunho ideol\u00f3gico socialista-capitalista, de que o sistema chin\u00eas poderia ser uma amostra, no sentido \u00a0de uma sublima\u00e7\u00e3o do gene masculino e masculinizante!<\/p>\n<p><strong>Se antes as armas usadas eram espadas e canh\u00f5es, hoje em democracia e globalismo as armas passam a ser a palavra e as ideologias!<\/strong>\u00a0 O poder pol\u00edtico serve-se dos curr\u00edculos escolares e de curr\u00edculos universit\u00e1rios para implementar agendas ideol\u00f3gicas com o fim de doutrinar gera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p><strong>O modelo ocidental ao atingir o seu apogeu, em vez de repensar a sua matriz masculina em termos adequados aos princ\u00edpios e energias moventes da masculinidade e da feminilidade humana e social, prossegue o seu caminho em termos masculinos de luta <\/strong>(baseada em pap\u00e9is e no divide para imperar!) como tem feito at\u00e9 aqui e se torna vis\u00edvel na disputa dos falc\u00f5es americanos e russos em terreno ucraniano, cada vez mais sacrificado \u00e0 luta masculina imperialista das duas partes (tamb\u00e9m aqui, embora se trate de uma luta geoestrat\u00e9gica na disputa de poderes em termos globais, no fundo est\u00e3o em luta ideologias e interesses abstra\u00eddos das paisagens populares e como tal cada vez mais distantes da feminilidade) .<\/p>\n<p><strong>\u00c9 de constatar que, na base da nossa sociedade, a matriz (modelo estruturante), que determina os nossos comportamentos e modos de vida, \u00e9 masculina e expressa-se em pap\u00e9is discriminadores devidos \u00e0 natureza e \u00e0s constru\u00e7\u00f5es sociais e culturais transmitidas no par\u00e2metro dos rebanhos dos tempos ancestrais (Patriarcalismo).<\/strong> Nesta base torna-se mais que \u00f3bvia a reac\u00e7\u00e3o da mulher nos diferentes \u00e2mbitos do pensamento e da sociedade. O sentimento de uma feminilidade abafada provoca um justo desejo de emancipa\u00e7\u00e3o que come\u00e7a por limitar-se aos papeis da mulher em sociedade, mas que ter\u00e1 como objectivo final n\u00e3o tanto os pap\u00e9is de homem e mulher mas o que se encontra por tr\u00e1s desses fen\u00f3menos. <strong>Ao orientarmo-nos apenas pelos pap\u00e9is sociais arrumadores da feminilidade e da masculinidade n\u00e3o fazemos mais que protelar o problema da emancipa\u00e7\u00e3o ou liberta\u00e7\u00e3o, sem entendermos os verdadeiros moventes que se expressam a n\u00edvel da matriz aparentemente aceite (1).<\/strong><\/p>\n<p><strong>Portanto, a preocupa\u00e7\u00e3o de an\u00e1lise e de empenho n\u00e3o deveria partir daquilo que alguns advogam como \u201ccondi\u00e7\u00e3o feminina\u201d mas da an\u00e1lise b\u00e1sica, \u00a0da matriz masculina que determina de forma sist\u00e9mica a vida individual e social do homem e da mulher<\/strong> (para l\u00e1 dos pap\u00e9is assumidos que tamb\u00e9m eles contribuem para discrimina\u00e7\u00e3o da feminilidade e que seria um erro fixar-se s\u00f3 neles) <strong>e, pelo facto de se basear em caracter\u00edsticas de masculinidade, explora a mulher (ou melhor, a feminilidade (energia\/princ\u00edpio)\u00a0 que \u00e9 reprimida, consciente ou inconscientemente em todas as sociedades e cuja urg\u00eancia de repara\u00e7\u00e3o se encontra manifesta\u00a0 na ordem do dia da sociedade ocidental)<\/strong>, \u00a0como \u00e9 de observar em muitos segmentos da vida, a feminilidade n\u00e3o \u00e9 contemplada e por isso a mulher \u00e9 ferida n\u00e3o s\u00f3 nos princ\u00edpios de dignidade e de igualdade de direitos mas sobretudo na sua maneira de ter sido enquadrada dentro da <strong>matriz masculina (de condi\u00e7\u00e3o masculina ou masculinizante<\/strong>). A quest\u00e3o a p\u00f4r-se \u00e9 a do homem todo, na sua feminilidade e masculinidade comuns e n\u00e3o apenas a do homem ou da mulher nas suas interpela\u00e7\u00f5es funcionais.<\/p>\n<p><strong>O que deveria estar no foco da discuss\u00e3o, a discutir-se b\u00e1sica e produtivamente, \u00a0seriam as caracter\u00edsticas da feminilidade e da masculinidade num projecto de uma matriz mais adequada \u00e0 natureza e \u00e0 cultura \u00a0em processo e n\u00e3o limitada apenas \u00e0s fun\u00e7\u00f5es e pap\u00e9is masculinizantes (redu\u00e7\u00e3o funcionalista de caracter materialista); uma nova matriz criaria novas fun\u00e7\u00f5es e pap\u00e9is sociais flex\u00edveis que tornariam incompat\u00edveis os pap\u00e9is da sociedade patriarcalista com os pap\u00e9is do novo modelo de sociedade! As fun\u00e7\u00f5es socialmente a desempenhar deixariam de estigmatizar (petrificar) quer a masculinidade quer a feminilidade nem no \u201cg\u00e9nero\u201d nem no sexo!<\/strong><\/p>\n<p>Uma devida an\u00e1lise e empenho teria como consequ\u00eancia grande <strong>incid\u00eancia no ser e na<\/strong> <strong>maneira de estar do humano<\/strong><strong>, quer<\/strong> a n\u00edvel individual quer social onde as estruturas culturais e econ\u00f3micas teriam de ser aferidas \u00e0 nova matriz baseada na complementaridade dos seres e dos \u00f3rg\u00e3os sociais com uma certa equidade, o que implicaria\u00a0 uma nova valoriza\u00e7\u00e3o e integra\u00e7\u00e3o da feminilidade e da masculinidade nesse novo modelo (no limiar da din\u00e2mica da \u201eigualdade e diferen\u00e7a\u201d seria de colocar o modelo-matriz baseado na intersec\u00e7\u00e3o dos princ\u00edpios\/energias\/caracter\u00edsticas da feminilidade e da masculinidade); estes revolucionariam toda a maneira do estar individual e social bem como suas estruturas e supraestruturas, passando a internalizar-se numa maneira de ser. <strong>Esta nova matriz tornar-se-ia na m\u00e3e de todo o relacionamento e comportamento tornando sup\u00e9rflua uma discuss\u00e3o apenas em termos ou em torno de patriarcado ou de matriarcado (dado estes serem ultrapassados por manterem a sua din\u00e2mica e relacionamento apenas ao n\u00edvel de fun\u00e7\u00f5es e pap\u00e9is, ou seja, ao n\u00edvel do ter e n\u00e3o do ser<\/strong><strong> que se encontra \u00a0<\/strong>ao servi\u00e7o de uma regula\u00e7\u00e3o social no \u00e2mbito de um funcionamento maquinal e de pe\u00e7as e, como tal, distante de um ser org\u00e2nico natural de comunidade e pessoas).<\/p>\n<p>A luta ideol\u00f3gica e do g\u00e9nero adoptou a metodologia masculina (processada em termos de luta e de olhar masculino e n\u00e3o de complementaridades) apostando numa defini\u00e7\u00e3o desintegrativa de g\u00e9nero\/sexo e consequente linguagem em torno deles (2); segue o princ\u00edpio masculinizante do poder: divide para imperar.<\/p>\n<p><strong>Os efeitos positivos da luta ideol\u00f3gica, na nossa sociedade de matriz masculina, manifestam-se numa maior igualdade socialmente a atingir, mas n\u00e3o legitima os meios que usa para a atingir dado estes serem a aplica\u00e7\u00e3o dos princ\u00edpios da masculinidade <\/strong>(e correspondentes m\u00e9todos agressivos ou de subjuga\u00e7\u00e3o)<strong> apenas em termos de funcionalidade sem propriamente tomar a s\u00e9rio a feminilidade<\/strong> <strong>(que implicaria uma outra estrat\u00e9gia de afirma\u00e7\u00e3o j\u00e1 vital org\u00e2nica e n\u00e3o s\u00f3 funcional; isto \u00e9, uma estrat\u00e9gia inclusiva que partisse da feminilidade como base estrutural e estruturante e n\u00e3o assumisse apenas um caracter funcionalista como quer o mecanicismo social empenhado em reduzir a pessoa (homem ou mulher) \u00e0 mera qualidade de fun\u00e7\u00e3o e de objecto.<\/strong><\/p>\n<p>Isto independentemente das salutares melhorias adquiridas atrav\u00e9s da luta em via; importa n\u00e3o reduzir o horizonte porque se trataria ent\u00e3o de ganhar apenas batalhas e n\u00e3o a \u201cguerra\u201d.<\/p>\n<p>Resumindo, sou do parecer que nos encontramos a combater no campo errado porque o que seria de questionar era a matriz masculina que regula e fundamenta as sociedades atuais com a sua correspondente metodologia masculina (perpetuadora da guerra) e que \u00e9 masculinamente comum \u00e0 metodologia de afirma\u00e7\u00e3o da ideologia feminista, socialista e capitalista. Uma luta em defesa da feminilidade, para conseguir uma mais valia da feminilidade, ter\u00e1 de ter a cautela de n\u00e3o afirmar \u00a0uma feminilidade que se esgota \u00a0em termos de afirma\u00e7\u00e3o ao servi\u00e7o da masculinidade da matriz vigente \u00a0e, deste modo, subjugar-se concretamente ao masculinismo de que se defende, mas que na realidade aceita como sendo a normalidade. Uma an\u00e1lise menos ideol\u00f3gica e mais abrangente teria de come\u00e7ar por analisar as caracter\u00edsticas ou princ\u00edpios (energias) da masculinidade e da feminilidade (b\u00e1sicas a n\u00edvel de indiv\u00edduo, cultura e natureza) e identific\u00e1-las na sociedade e nos seus mecanismos para possibilitarem uma matriz a criar em que esses princ\u00edpios seriam ajustados ou aferidos numa base de complementaridade j\u00e1 n\u00e3o selectiva mas inclusiva, criando uma cultura de afirma\u00e7\u00e3o j\u00e1 n\u00e3o pela luta mas pela inclus\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>A pr\u00f3pria matriz ocidental possui em si as potencialidades para o fomento da nova matriz social , dado, o modelo actual vigente, ter-se tornado infiel ao pr\u00f3prio prot\u00f3tipo que assentava mais na feminilidade que na masculinidade, mas que ao assumir, institucionalmente, a \u00a0estrat\u00e9gia de afirma\u00e7\u00e3o de Constantino <\/strong><strong>(cria\u00e7\u00e3o da \u201ccristandade\u201d \u00e0 custa do cristianismo; o Constantinismo que parte do \u00e9dito elaborado em 313<\/strong><strong>,<\/strong> levou a institui\u00e7\u00e3o igreja a viver entrela\u00e7ada com a pol\u00edtica e a apegar-se ao poder do Estado \u2013 vista a quest\u00e3o em termos meramente hist\u00f3ricos: oh felix culpa!<strong>) \u00a0e por esse facto a institui\u00e7\u00e3o passou a expressar-se mais em termos de poder e como tal acentuou as caracter\u00edsticas da masculinidade, deixando a sua caracter\u00edstica fundamental que \u00e9 a feminilidade nos conventos e na frequ\u00eancia do povo nas igrejas! <\/strong><\/p>\n<p><strong>Em vez de tentarmos pegar o touro pelos cornos temos andado a agarr\u00e1-lo pelo rabo<\/strong>!<\/p>\n<p>A liberta\u00e7\u00e3o certa, para se tornar tal, deve ousar desafiar a nossa matriz cultural masculina, nos seus fundamentos e n\u00e3o s\u00f3 na sua fenomenologia, \u00a0no sentido de a poder desconstruir de maneira ordenada; a fase feminista de caracter machista, talvez justificada como fase transit\u00f3ria, \u00a0ter\u00e1 de se superar a si mesma e alijar a carca\u00e7a que usa\u00a0 para possibilitar a passagem \u00a0a uma fase j\u00e1 n\u00e3o feminista mas feminina; passar \u00e0 estrutura\u00e7\u00e3o de uma matriz feminina que permita o in\u00edcio de uma era de paz e a coexist\u00eancia harm\u00f3nica da feminilidade e da masculinidade.<\/p>\n<p><strong>A rotura com as estruturas masculinas do poder vigente ter\u00e1 que come\u00e7ar j\u00e1 por questionar as bases (for\u00e7as vitais, caracter\u00edsticas, crit\u00e9rios) dessas estruturas que constituem o poder masculino determinante das sociedades mundiais; s\u00f3 ent\u00e3o ser\u00e1 poss\u00edvel desmontar os andaimes baseados na masculinidade (abusada no patriarcalismo) e a partir de uma desconstru\u00e7\u00e3o de estruturas, que foram elaboradas mais ao servi\u00e7o do poder do que da popula\u00e7\u00e3o, se chegue \u00a0\u00e0 reconstru\u00e7\u00e3o, \u00a0\u00a0j\u00e1 n\u00e3o de uma estrutura de poder feminista (que continuaria a cadeia masculinizante de poder baseado em luta, selec\u00e7\u00e3o e opress\u00e3o), mas se inicie a constru\u00e7\u00e3o de uma cultura feminina, fecundante, que se torne a matriz criadora (integradora das for\u00e7as vitais da feminilidade e da masculinidade) e geradora de novos comportamentos e rela\u00e7\u00f5es sociais<\/strong><strong> (n\u00e3o s\u00f3 a n\u00edvel da maneira de estar como tamb\u00e9m da maneira de ser). <\/strong><\/p>\n<p>Cristo \u00e9 o prot\u00f3tipo do homem e da mulher e foi pregado na cruz, mas ao s\u00ea-lo tornou-se no sinal de que o homem e a mulher n\u00e3o devem pregar ningu\u00e9m na cruz porque ao faz\u00ea-lo pode ser que estejamos a pregar o prot\u00f3tipo do humano e da humanidade, o abandonado (cada um vale tudo por si)! E mesmo quando se fala de pessoas extremistas \u00e9 leg\u00edtima a pergunta de Jesus: \u201cEssa quest\u00e3o \u00e9 tua, ou outros te falaram a meu respeito?\u201d (Jo\u00e3o 18:34).<\/p>\n<p>O meu texto pretende propor elementos de reflex\u00e3o e an\u00e1lise e n\u00e3o uma vis\u00e3o \u201cmasculina\u201d a preto e branco do mundo, como faz o mundo, esquecendo que o \u00f3dio a quem \u00e9 diferente ou a quem pensa diferente enegrece a alma e deste modo impede a constru\u00e7\u00e3o de uma matriz fundada, em termos de igualdade e complementaridade, dos princ\u00edpios da feminidade e da masculinidade!<\/p>\n<p>Este texto ser\u00e1 continuado em \u201cO OLHAR MASCULINO<\/p>\n<p><strong>\u00a9 Ant\u00f3nio da Cunha Duarte Justo<\/strong><\/p>\n<p>Te\u00f3logo e pedagogo<\/p>\n<p>Pegadas do Tempo<\/p>\n<p>(1) Uma observa\u00e7\u00e3o ou an\u00e1lise reduzida ao n\u00edvel exterior dos fen\u00f3menos (apar\u00eancias, porque se limita \u00e0s estruturas da experi\u00eancia que se contenta em ficar-se com explica\u00e7\u00f5es de caracter e comportamentos ao n\u00edvel da compreens\u00e3o (de sentidos ou de consci\u00eancia) sem entrar nos seus pressupostos (ess\u00eancia), de que a sociologia \u00e9 um exemplo quando prescinde das ci\u00eancias naturais).<\/p>\n<p>(2) G\u00e9nero diz respeito \u00e0s caracter\u00edsticas de masculinidade e de feminilidade: Sexo masculino, feminino e a varia\u00e7\u00e3o inter-sexo ) e tamb\u00e9m express\u00f5es sociais e papeis sexuais. <strong>Homem trans<\/strong> ou transsexual (nascida mulher, agora homem) pode engravidar precisando de medica\u00e7\u00e3o hormonal. Para engravidar de menino, dado o menino ter cromossomas XY, \u00e9 preciso o sexo do pai que possui gametas do tipo X e Y, enquanto que a mulher possui apenas do tipo X. A testosterona provocara o crescimento da barba e o aumento da libido e do clit\u00f3ris; se a pessoa trans tiver \u00fatero, ela tamb\u00e9m pode menstruar.\u00a0 <strong>Mulher trans<\/strong> ou transsexual (nascida homem, agora mulher) mediante a amputa\u00e7\u00e3o e constru\u00e7\u00e3o da vagina.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Links de Textos relativos ao assunto:<\/p>\n<p><strong>A Manipula\u00e7\u00e3o da Cultura acompanha a Manipula\u00e7\u00e3o da Natureza: <\/strong><a href=\"https:\/\/abemdanacao.blogs.sapo.pt\/casamento-civil-de-homossexuais-premio-1435784\">https:\/\/abemdanacao.blogs.sapo.pt\/casamento-civil-de-homossexuais-premio-1435784<\/a><\/p>\n<p>Discurso Masculino contra o Feminino (2014): <a href=\"https:\/\/triplov.com\/letras\/Antonio-Justo\/2010\/discurso_feminino.htm\">https:\/\/triplov.com\/letras\/Antonio-Justo\/2010\/discurso_feminino.htm<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.triplov.com\/letras\/Antonio-Justo\/2012\/egito.htm\">A Liberdade \u00e9 Feminina por isso n\u00e3o se d\u00e1 no Deserto<\/a><\/p>\n<p>Do uso da sexualidade como forma de afirmar poderes e de criar uma nova ordem mundial: <a href=\"https:\/\/beiranews.pt\/2019\/07\/12\/ponto-de-vista-por-antonio-justo-123\/\">https:\/\/beiranews.pt\/2019\/07\/12\/ponto-de-vista-por-antonio-justo-123\/<\/a><\/p>\n<p>Import\u00e2ncia da Experi\u00eancia interior como Forma de questionar Ideologias-Doutrinas-Institui\u00e7\u00f5es: <a href=\"https:\/\/antonio-justo.eu\/?p=4935\">https:\/\/antonio-justo.eu\/?p=4935<\/a><\/p>\n<p>Matriz socialista marxista na base da disciplina de educa\u00e7\u00e3o para a cidadania: <a href=\"https:\/\/beiranews.pt\/2020\/10\/13\/ponto-de-vista-por-antonio-justo-10\/\">https:\/\/beiranews.pt\/2020\/10\/13\/ponto-de-vista-por-antonio-justo-10\/<\/a><\/p>\n<p>Liberta\u00e7\u00e3o das leis biol\u00f3gicas: <a href=\"https:\/\/copaaec.blogs.sapo.pt\/2021\/08\/\">https:\/\/copaaec.blogs.sapo.pt\/2021\/08\/<\/a><\/p>\n<p>Das Mulheres na Sociedade e na Igreja e dos usos e costumes que as oprimem: <a href=\"https:\/\/etcetaljornal.pt\/j\/2019\/09\/das-mulheres-na-sociedade-e-na-igreja-e-dos-usos-e-costumes-que-as-oprimem\/\">https:\/\/etcetaljornal.pt\/j\/2019\/09\/das-mulheres-na-sociedade-e-na-igreja-e-dos-usos-e-costumes-que-as-oprimem\/<\/a><\/p>\n<p>Matriz pol\u00edtica masculina n\u00e3o pode ser norma para a institui\u00e7\u00e3o eclesial: <a href=\"https:\/\/bomdia.be\/matriz-politica-masculina-nao-pode-ser-norma-para-a-instituicao-eclesial\/\">https:\/\/bomdia.be\/matriz-politica-masculina-nao-pode-ser-norma-para-a-instituicao-eclesial\/<\/a><\/p>\n<p>Em Carlos podemos ver a masculinidade portuguesa infiel:<\/p>\n<p><strong><u><a href=\"https:\/\/www.google.com\/url?sa=t&amp;rct=j&amp;q=&amp;esrc=s&amp;source=web&amp;cd=&amp;ved=2ahUKEwi6r6TN2oH2AhVRQvEDHWotDc84ChAWegQIERAB&amp;url=https%3A%2F%2Fmacua.blogs.com%2Fmoambique_para_todos%2Ffiles%2Fdia_de_portugal_a.Justo.doc&amp;usg=AOvVaw23Y-gtUlYcEDejdGw6jUrh\">NA ESTEIRA DE CAM\u00d5ES E DO ROMANTISMO<\/a><\/u><\/strong><\/p>\n<p>Correc\u00e7\u00e3o duma Sociedade m\u00e1scula de Via \u00fanica: <a href=\"http:\/\/www.noticiaslusofonas.com\/view.php?load=arcview&amp;article=29743&amp;catogory=Opini%E3o\">http:\/\/www.noticiaslusofonas.com\/view.php?load=arcview&amp;article=29743&amp;catogory=Opini%E3o<\/a><\/p>\n<p>PODER RENOVADOR DA MULHER: <a href=\"https:\/\/triplov.com\/letras\/Antonio-Justo\/2009\/mulher.htm\">https:\/\/triplov.com\/letras\/Antonio-Justo\/2009\/mulher.htm<\/a><\/p>\n<p>Isl\u00e3o e a sociedade: masculinidade contra feminidade: <a href=\"https:\/\/bomdia.eu\/islao-e-a-sociedade-masculinidade-contra-feminidade\/\">https:\/\/bomdia.eu\/islao-e-a-sociedade-masculinidade-contra-feminidade\/<\/a><\/p>\n<p>Urge uma Revolu\u00e7\u00e3o cultural feminina: <a href=\"https:\/\/antonio-justo.eu\/?p=6736\">https:\/\/antonio-justo.eu\/?p=6736<\/a><\/p>\n<p>Humanismo e \u00e9tica para a constru\u00e7\u00e3o de uma Cultura de Paz global: <a href=\"https:\/\/dialogosdosul.operamundi.uol.com.br\/cultura\/57874\/humanismo-e-etica-para-a-construcao-de-uma-cultura-de-paz-global\">https:\/\/dialogosdosul.operamundi.uol.com.br\/cultura\/57874\/humanismo-e-etica-para-a-construcao-de-uma-cultura-de-paz-global<\/a><\/p>\n<p>Punhos cerrados, 2015: <a href=\"https:\/\/www.yorku.ca\/laps\/dlll\/wp-content\/uploads\/sites\/212\/2021\/06\/06mar15_steph.pdf\">https:\/\/www.yorku.ca\/laps\/dlll\/wp-content\/uploads\/sites\/212\/2021\/06\/06mar15_steph.pdf<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Da Ideologia ao Servi\u00e7o do Colonialismo mental global (de marca ocidental) Ant\u00f3nio Justo Encontramo-nos j\u00e1 numa \u00e9poca interm\u00e9dia, de passagem do colonialismo geogr\u00e1fico para o colonialismo mental! Esta \u00e9 a fase de competi\u00e7\u00e3o pelo dom\u00ednio global &#8211; fase de conglomera\u00e7\u00f5es geoestrat\u00e9gicas e globalistas &#8211; em que se torna not\u00f3ria a luta pelo controlo e pela &hellip; <a href=\"https:\/\/antonio-justo.eu\/?p=7104\" class=\"more-link\">Continuar a ler <span class=\"screen-reader-text\">DEBATE SOBRE O G\u00c9NERO: CI\u00caNCIA OU IDEOLOGIA?<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"sfsi_plus_gutenberg_text_before_share":"","sfsi_plus_gutenberg_show_text_before_share":"","sfsi_plus_gutenberg_icon_type":"","sfsi_plus_gutenberg_icon_alignemt":"","sfsi_plus_gutenburg_max_per_row":"","footnotes":""},"categories":[3,15,14,4,5,6,7,8,16],"tags":[],"class_list":["post-7104","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-arte","category-cultura","category-economia","category-educacao","category-escola","category-migracao","category-politica","category-religiao","category-sociedade"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/antonio-justo.eu\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/7104","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/antonio-justo.eu\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/antonio-justo.eu\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/antonio-justo.eu\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/antonio-justo.eu\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=7104"}],"version-history":[{"count":15,"href":"https:\/\/antonio-justo.eu\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/7104\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":7123,"href":"https:\/\/antonio-justo.eu\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/7104\/revisions\/7123"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/antonio-justo.eu\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=7104"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/antonio-justo.eu\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=7104"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/antonio-justo.eu\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=7104"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}