{"id":5294,"date":"2019-02-19T18:18:46","date_gmt":"2019-02-19T17:18:46","guid":{"rendered":"https:\/\/antonio-justo.eu\/?p=5294"},"modified":"2019-02-19T19:43:38","modified_gmt":"2019-02-19T18:43:38","slug":"moral-sexual-da-igreja-estranha-a-vida-habitual","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/antonio-justo.eu\/?p=5294","title":{"rendered":"MORAL SEXUAL DA IGREJA ESTRANHA \u00c0 VIDA"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>Mais F\u00e9 e menos Moral &#8211; Abolir o Dever celibat\u00e1rio<\/strong><\/h2>\n<p><strong>Ant\u00f3nio Justo<\/strong><\/p>\n<p>Os Presidentes das Confer\u00eancias Episcopais encontram-se com o Papa Francisco de 21 a 24 de fevereiro 2019 em Roma, para debaterem o tema \u201cprote\u00e7\u00e3o dos menores\u201d e preven\u00e7\u00e3o de abusos sexuais. Este \u00e9 um tema quente e que exige medidas imediatas.<\/p>\n<p>Depois do regresso dos bispos a casa, passar-se-\u00e1 ao descongestionamento de reformas importantes na Igreja.<strong> Uma consequ\u00eancia imediata ser\u00e1 a n\u00e3o toler\u00e2ncia perante o prevaricador, mais responsabilidade dos bispos e mais transpar\u00eancia e justi\u00e7a para com as v\u00edtimas. Esta ser\u00e1 tamb\u00e9m mais uma oportunidade para os conservadores na Igreja passarem a dar mais import\u00e2ncia \u00e0 exorta\u00e7\u00e3o apost\u00f3lica Amoris Laetitia (1) do Papa Francisco.<\/strong><\/p>\n<p>Embora os abusos sexuais n\u00e3o tenham a ver com o celibato, a multiplicidade de casos de abusos tamb\u00e9m em institui\u00e7\u00f5es cat\u00f3licas n\u00e3o pode deixar a institui\u00e7\u00e3o eclesial indiferente (2). Isto embora muitos se aproveitem do assunto para as suas campanhas anti-Igreja.<\/p>\n<p>No processo preparat\u00f3rio da reuni\u00e3o, pessoas not\u00e1veis da comunidade cat\u00f3lica aproveitaram para apelar \u00e0 confer\u00eancia episcopal alem\u00e3 para intervir no sentido de <strong>abolir o dever celibat\u00e1rio dos padres e admitir mulheres ao sacerd\u00f3cio, qualificando a moral sexual da Igreja como estranha \u00e0 vida<\/strong>.<\/p>\n<p><strong>Segundo uma <\/strong><a href=\"https:\/\/www.augsburger-allgemeine.de\/politik\/Missbrauchsskandale-bringen-den-Papst-in-Bedraengnis-id52172796.html\"><strong>investiga\u00e7\u00e3o<\/strong><\/a><strong> da Confer\u00eancia Episcopal Alem\u00e3 (3), na Alemanha ter\u00e1 havido 3.677 v\u00edtimas de viol\u00eancia sexual entre 1946 e 2014, em que estariam<\/strong> <strong>envolvidos 1.670 padres. <\/strong><\/p>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>Viol\u00eancia sexual e narcisismo<\/strong><\/h2>\n<p><strong>Viol\u00eancia sexual \u00e9 um tema que abrange todas as institui\u00e7\u00f5es da sociedade civil e religiosa.\u00a0 <\/strong>Em geral, pessoas ped\u00f3filas ou abusadoras sexuais n\u00e3o abusam por car\u00eancia, mas por terem uma perturba\u00e7\u00e3o psicol\u00f3gica narcisista patol\u00f3gica. O seu dist\u00farbio do narcisismo expressa-se no uso de pessoas como coisas. Naturalmente a maior parte dos narcisistas n\u00e3o s\u00e3o abusadores sexuais.<\/p>\n<p>Um narcisista pode ser atra\u00eddo para uma posi\u00e7\u00e3o alta na sociedade ou de grande exposi\u00e7\u00e3o social. A obten\u00e7\u00e3o de prazer atrav\u00e9s de abuso \u00e9 uma energia doentia e criminosa. Tamb\u00e9m h\u00e1 pessoas que procuram obter prazer devido a uma sexualidade infantil porque s\u00e3o incapazes de rela\u00e7\u00e3o com um parceiro e pensam assim encontrar um ref\u00fagio. Tamb\u00e9m haver\u00e1 casos em que a ocasi\u00e3o faz o ladr\u00e3o!<\/p>\n<p>Abusadores sexuais tratam as pessoas como coisas para usufru\u00edrem de prazer delas sem estabelecem la\u00e7os pessoais. Usam da sedu\u00e7\u00e3o para atra\u00edrem mulheres e da depend\u00eancia dos menores pois estes s\u00e3o demasiado fr\u00e1geis e subalternos. Na literatura psicol\u00f3gica tamb\u00e9m se afirma de Playboys terem tamb\u00e9m esta tend\u00eancia vendo na mulher apenas um objeto de prazer.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<h2 style=\"text-align: center;\">O clericalismo n\u00e3o responde \u00e0s necessidades de hoje<\/h2>\n<p><strong>Quem ainda n\u00e3o notou que, na Europa o ponto de refer\u00eancia social est\u00e1 a passar da institui\u00e7\u00e3o para o indiv\u00edduo e que isso implica uma mudan\u00e7a bastante radical na legisla\u00e7\u00e3o, perde tempo e energia em queixumes que deveriam ser empregues em preparar-se e<\/strong> <strong>antecipar-se \u00e0 corrente como faz o lavrador no campo, apressando-se a abrir regos que orientem a \u00e1gua, para que esta n\u00e3o se perca. <\/strong><\/p>\n<p>O papa j\u00e1 advertiu que <a href=\"https:\/\/www.katholisch.de\/aktuelles\/aktuelle-artikel\/mehr-glaube-weniger-moral\">&#8220;N\u00e3o podemos lidar apenas com aborto, casamentos homossexuais, contracep\u00e7\u00e3o&#8221;<\/a> e al\u00e9m do mais, &#8220;Os ensinamentos da Igreja &#8211; dogm\u00e1ticos e morais &#8211; n\u00e3o s\u00e3o todos iguais.&#8221; Em texto claro significa isto que nem tudo o que \u00e9 verdadeiro e correcto \u00e9 igualmente importante.<\/p>\n<p><strong>O Vaticano com os seus bispos precisa de ultrapassar um clericalismo demasiado empenhado em salvar a imagem da Igreja e, por isso mesmo, perde a vista dela<\/strong>. Na Europa, pretende-se que a vida do cl\u00e9rigo esteja mais integrada na comunidade crist\u00e3. Mais que solu\u00e7\u00f5es para a vida, o que esta precisa \u00e9 de respostas.<\/p>\n<p><strong>A autoridade j\u00e1 n\u00e3o deve vir do cargo nem apoiar-se no medo de prejudicar a institui\u00e7\u00e3o<\/strong>. Em muitas comunidades essa atitude j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 aceit\u00e1vel (observa-se mais o perigo de isolamento do padre no \u00e2mbito da liturgia) e a credibilidade do padre encontra-se hoje sob observa\u00e7\u00e3o do que diz e do que vive.<strong> A institui\u00e7\u00e3o tem de se adaptar ao povo porque o povo j\u00e1 n\u00e3o se adapta a ela (o que n\u00e3o significa seguir-se o mainstream, nem t\u00e3o-pouco uma acomoda\u00e7\u00e3o irrespons\u00e1vel ao cotidiano, mas sim estar atento aos sinais dos tempos e responder-lhes (4, 5, 6, 7, 8, 9). Embora no sector pol\u00edtico se observe cada vez mais centralismo e controlo, a Igreja n\u00e3o deve abandonar o seu lugar que \u00e9 o do povo, dando testemunho do Cristo abandonado que se encontra nele.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Deus ama-nos na cria\u00e7\u00e3o, e esta \u00e9 a realidade que somos e de que dispomos, n\u00e3o podendo ignorar nem desprezar a natureza. Abstrair-se do mundo e abandonar o planeta a si mesmo n\u00e3o ajuda ningu\u00e9m! A pessoa j\u00e1 nasce com princ\u00edpios \u00e9ticos, mas estes, perante os instintos, precisam de cultivo.<\/strong><\/p>\n<p>A jerarquia est\u00e1 habituada a reagir somente a press\u00f5es embora fossem poss\u00edveis reformas abrangentes na igreja sem que para isso fosse necess\u00e1rio distanciar-se da doutrina cat\u00f3lica. A tradi\u00e7\u00e3o \u00e9 um elemento muito importante na Igreja cat\u00f3lica, mas n\u00e3o a ponto de impedir a criatividade pentecostal.<\/p>\n<p>N\u00e3o h\u00e1 que ter medo de perder a identidade desde que salvaguardada na comunh\u00e3o de vida com Jesus Cristo. No sentido do Papa Francisco, somos servidores da alegria e n\u00e3o senhores da f\u00e9. Tamb\u00e9m, como Igreja peregrina (ecclesia sempre renovanda), o organigrama do catolicismo e a sua consci\u00eancia democr\u00e1tica (corpo m\u00edstico) permanecem salvaguardados como matriz de uma comunidade universal de Irm\u00e3os, mesmo que haja transforma\u00e7\u00f5es substanciais na constitui\u00e7\u00e3o da pastoral.<\/p>\n<p><strong>A Institui\u00e7\u00e3o eclesial tem, tamb\u00e9m ela, de consciencializar-se da responsabilidade que assume no an\u00fancio do Evangelho, ao dizer que n\u00e3o podemos seguir Cristo se n\u00e3o o fizermos na Igreja e com a Igreja! <\/strong><\/p>\n<p><strong>A institui\u00e7\u00e3o clerical precisa de coragem para descentralizar (dar mais poder de decis\u00e3o \u00e0s conferencias episcopais regionais sem com isto ter medo de p\u00f4r em causa a catolicidade; em nome da perfei\u00e7\u00e3o<\/strong> <strong>n\u00e3o pode reduzir-se a uma esp\u00e9cie de convento universal, arriscando-se a ver cada vez mais reduzida a cristandade.\u00a0 A miss\u00e3o da Igreja n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 de caracter religioso; S. Paulo tinha raz\u00e3o nas suas iniciativas pastorais!<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 verdade que a igreja tem a responsabilidade de dar testemunho e salvaguardar o esp\u00edrito comunit\u00e1rio; para isso, na pastoral pode salvaguardar o dever da responsabilidade docente e pastoral, n\u00e3o tanto na qualidade do of\u00edcio de juiz ad extra, mas no consenso da viv\u00eancia comunit\u00e1ria em que o membro participa da soberania.<\/p>\n<p>Quando o cl\u00e9rigo dialoga com o crist\u00e3o, a n\u00edvel de confiss\u00e3o ou de direc\u00e7\u00e3o espiritual, o seu caracter de juiz recua para dar lugar \u00e0 miseric\u00f3rdia, compaix\u00e3o, e assim embarcar com ele e ajudar a pessoa a reconhecer os seus actos e, se necess\u00e1rio, a deixar caminhos errados. Neste embarcar do sacerdote com o irm\u00e3o, realiza-se uma caminhada em conjunto o que leva a uma outra consci\u00eancia ou percep\u00e7\u00e3o dos caminhantes; assim d\u00e1-se uma constata\u00e7\u00e3o conjunta sem a necessidade de se recorrer a incrimina\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>No caminho e a caminho, o sacerdote e o fiel encontram-se na mesma caminhada e, numa esta\u00e7\u00e3o concludente do caminhar, a decis\u00e3o \u00e9 conjunta e possivelmente un\u00e2nime. O que vale para a rela\u00e7\u00e3o de sacerdote e leigo deveria \u00f3bvia na rela\u00e7\u00e3o sacerdote e jerarquia.<\/p>\n<p>A sobrecarga dos sacerdotes com meros afazeres administrativos pode lev\u00e1-los a um alheamento de uma espiritualidade vivida.<\/p>\n<p>Jesus Cristo \u00e9 o caminho, a verdade e a vida n\u00e3o podendo ser aprisionado na roupagem (teologia e certas doutrinas) que a teologia lhe tenha colocado num determinado percurso do caminho hist\u00f3rico.<\/p>\n<p>A teologia tem de procurar caminhos para uma maior referencia\u00e7\u00e3o da espiritualidade crist\u00e3 ao espa\u00e7o e ao tempo em que se vive.<\/p>\n<p><strong>Depois de a teologia ter realizado a grande miss\u00e3o de forma\u00e7\u00e3o da Europa urge agora preocupar-se por concretizar hoje aquilo que no s\u00e9culo XV e XVI se anunciava como novo e ainda se encontra por realizar.<\/strong> Neste sentido veja-se o artigo \u201cUm rosto feminino molda o mundo novo \u2013 Teresa de \u00c1vila\u201d (10).<\/p>\n<p>JC pode estar vivo em cada pessoa e comunidade num estilo de vida pr\u00f3prio sem questionar a universalidade da Igreja que se mantem atrav\u00e9s do credo, da liturgia, dos sacramentos e do episcopado.<\/p>\n<p><strong>O Papa \u00e9 o garante da constitucionalidade da Igreja e certamente pode garanti-la, mas, mesmo assim, torna-se urgente que inicie uma reforma da moral sexual, do celibato e do sacerd\u00f3cio das mulheres.<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 certo que o celibato n\u00e3o provoca, por si, pedofilia nem viol\u00eancia sexual, mas isto tamb\u00e9m n\u00e3o \u00e9 argumento para n\u00e3o se come\u00e7ar com reformas. Neste <strong>sentido \u00e9 de esperar iniciativas ousadas dos bispos e das igrejas locais<\/strong>. Na polis, a maturidade sexual, embora se viva num per\u00edodo de obla\u00e7\u00f5es sexuais, depende de cada pessoa. Hoje n\u00e3o \u00e9 plaus\u00edvel conectar-se o dever do celibato ao sacerd\u00f3cio. Efetivamente <strong>a sequela Christi e o reino de Deus t\u00eam um lugar privilegiado nas ordens e congrega\u00e7\u00f5es religiosas, n\u00e3o deixando de ser programa tamb\u00e9m para o clero secular e no dia-a-dia de cada crist\u00e3o. <\/strong><\/p>\n<p>A sexualidade n\u00e3o tem apenas a ver com o sexo; o \u201ceros\u201d possibilita, tamb\u00e9m ao celibat\u00e1rio, a vivacidade criadora e a convic\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A quest\u00e3o da moral sexual na igreja deve-se tamb\u00e9m ao facto de <strong>a experi\u00eancia de homens e mulheres casados n\u00e3o ser envolvida no processo de forma\u00e7\u00e3o da opini\u00e3o eclesi\u00e1stica<\/strong>. <strong>Uma moral sexual elaborada por homens celibat\u00e1rios torna-se necessariamente estranha \u00e0 vida. <\/strong><\/p>\n<p><strong>A proibi\u00e7\u00e3o do sexo fora do casamento conduz a uma atitude inevitavelmente hip\u00f3crita que muitos ter\u00e3o de levar para o casamento.<\/strong> <strong>A Igreja tem raz\u00e3o que o sexo n\u00e3o \u00e9 nenhum bem de consumo tendo o seu lugar numa rela\u00e7\u00e3o respons\u00e1vel; mas entre pessoas respons\u00e1veis uma coisa n\u00e3o exclui a outra.<\/strong> Num tempo em que a realidade se distancia do ideal, a Igreja tem de se preocupar por ser cred\u00edvel, veross\u00edmil para poder manter-se tamb\u00e9m como interlocutora. Al\u00e9m disso n\u00e3o h\u00e1 falta de conte\u00fados que a Igreja pode trazer para a sociedade.<\/p>\n<p>Na discuss\u00e3o de ideias sobre sexualidade e poss\u00edveis impedimento \u00e0 vida, tem-se o princ\u00edpio orientador que \u00e9 o Evangelho e a soberania da consci\u00eancia. O esp\u00edrito cat\u00f3lico crist\u00e3o encontra-se, em rela\u00e71bo \u00e0s institui\u00e7\u00f5es pol\u00edticas onde elas t\u00eam muito a dar para l\u00e1 chegar; ela considera a consci\u00eancia individual como soberana at\u00e9 em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 Igreja e a qualquer outra inst\u00e2ncia, o que certamente n\u00e3o legitima ningu\u00e9m a armar-se em juiz dos outros! Ao contr\u00e1rio do mundo pol\u00edtico e ideol\u00f3gico que frequentemente vive do falar mal do advers\u00e1rio, na Igreja deveriam ser aceites, como complementares, ideias aparentemente contr\u00e1rias; a riqueza da diversidade de antropologias e de regi\u00f5es poderia expressar-se em estilos diferentes de vida de uns bispados para os outros; tamb\u00e9m na Igreja h\u00e1 m\u00faltiplas espiritualidades. Mais que normas morais muito restritas torna-se urgente dedicar-se mais empenho na forma\u00e7\u00e3o das consci\u00eancias.<\/p>\n<p>Os textos oficiais de ensino cat\u00f3lico, nalguns aspectos, andam atr\u00e1s do acontecimento. \u00c9 de esperar, que num futuro pr\u00f3ximo, o esp\u00edrito de sua Santidade o Papa Francisco encontrar\u00e1 eco.<\/p>\n<p><strong>Torna-se escandalosa e contradit\u00f3ria a falta de sacerdotes numa comunidade crist\u00e3 que nem sequer produz sacerdotes que administrem os sacramentos nela; o recurso \u00e0 importa\u00e7\u00e3o de padres da \u00c1frica e da Am\u00e9rica Latina \u00e9 intoler\u00e1vel se tivermos tamb\u00e9m em considera\u00e7\u00e3o o isolamento (e desaferimento) em que se encontram muitos sacerdotes, por serem transplantados de culturas totalmente diferentes das nossas. Um clericalismo burocr\u00e1tico teima ainda em obrigar padres a terem de administrar v\u00e1rias par\u00f3quias impossibilitando-lhe o enraizamento na vida crist\u00e3 delas. <\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a9 Ant\u00f3nio da Cunha Duarte Justo<\/strong><\/p>\n<p>Te\u00f3logo e Pedagogo<\/p>\n<p>Pegadas do Tempo<\/p>\n<ul>\n<li>(1) \u201cALEGRIA DO AMOR\u201d \u00c9 A PONTA DE LAN\u00c7A DO VATICANO II: <a href=\"http:\/\/correioluso.de\/archive\/10876\">http:\/\/correioluso.de\/archive\/10876<\/a><\/li>\n<li>(2) As \u00faltimas censuras feitas pelo Papa Francisco, acerca dos abusos sexuais de padres e bispos t\u00eam como refer\u00eancia um subgrupo da comunidade de S\u00e3o Jo\u00e3o em Fran\u00e7a onde foi violada a castidade at\u00e9 a escravid\u00e3o sexual dos sacerdotes e do fundador. Tr\u00eas monges j\u00e1 foram condenados por pedofilia entre 2012 e 2016.<\/li>\n<li>(3)\u00a0 <a href=\"https:\/\/www.augsburger-allgemeine.de\/politik\/Missbrauchsskandale-bringen-den-Papst-in-Bedraengnis-id52172796.html\">https:\/\/www.augsburger-allgemeine.de\/politik\/Missbrauchsskandale-bringen-den-Papst-in-Bedraengnis-id52172796.html<\/a><\/li>\n<li>(4) TEOLOGIA DA LIBERTA\u00c7\u00c3O NO DI\u00c1LOGO DOUTRINA-PASTORAL: <a href=\"https:\/\/antonio-justo.eu\/?p=4047\">https:\/\/antonio-justo.eu\/?p=4047<\/a><\/li>\n<li>(5) Pol\u00e9mica dos recasados: <a href=\"http:\/\/jornalpovodeportugal.eu\/2018\/02\/13\/polemicados-recasados-por-antonio-justo\/\">http:\/\/jornalpovodeportugal.eu\/2018\/02\/13\/polemicados-recasados-por-antonio-justo\/<\/a><\/li>\n<li>(6) Braga abre acesso aos sacramentos a divorciados recasados: <a href=\"https:\/\/beiranews.pt\/2018\/02\/ponto-de-vista-por-antonio-justo-24\/\">https:\/\/beiranews.pt\/2018\/02\/ponto-de-vista-por-antonio-justo-24\/<\/a><\/li>\n<li>(7) Declara\u00e7\u00e3o dos Bispos Alem\u00e3es sobre a intercomunh\u00e3o em casamentos mistos: <a href=\"https:\/\/www.opinantes.pt\/membros\/aj12021947\/snax_posts\/approved\/page\/7\/?snax_filter_by\">https:\/\/www.opinantes.pt\/membros\/aj12021947\/snax_posts\/approved\/page\/7\/?snax_filter_by<\/a>=<\/li>\n<li>(8)Francisco lembra que amor com amor se paga: <a href=\"https:\/\/www.notibras.com\/site\/francisco-lembra-que-amor-com-amor-se-paga\/\">https:\/\/www.notibras.com\/site\/francisco-lembra-que-amor-com-amor-se-paga\/<\/a><\/li>\n<li>(9) BRAGA ABRE ACESSO AOS SACRAMENTOS A DIVORCIADOS RECASADOS: <a href=\"http:\/\/correioluso.de\/archive\/10697\">http:\/\/correioluso.de\/archive\/10697<\/a><\/li>\n<li>(10) Um rosto feminino molda o mundo novo: https:\/\/antonio-justo.eu\/?p=4935<\/li>\n<\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mais F\u00e9 e menos Moral &#8211; Abolir o Dever celibat\u00e1rio Ant\u00f3nio Justo Os Presidentes das Confer\u00eancias Episcopais encontram-se com o Papa Francisco de 21 a 24 de fevereiro 2019 em Roma, para debaterem o tema \u201cprote\u00e7\u00e3o dos menores\u201d e preven\u00e7\u00e3o de abusos sexuais. 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