{"id":4422,"date":"2017-07-28T15:47:34","date_gmt":"2017-07-28T14:47:34","guid":{"rendered":"https:\/\/antonio-justo.eu\/?p=4422"},"modified":"2017-08-05T21:21:46","modified_gmt":"2017-08-05T20:21:46","slug":"corporativismo-portugues-desvinculado-e-alergico-a-consensos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/antonio-justo.eu\/?p=4422","title":{"rendered":"CORPORATIVISMO PORTUGU\u00caS DESVINCULADO E AL\u00c9RGICO A CONSENSOS"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #3366ff;\">Entre o Coletivismo do Inconsciente n\u00f3rdico e o Individualismo de Inconsciente latino<\/span><\/h2>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Por <strong>Ant\u00f3nio Justo<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O ap\u00f3stolo Paulo na Carta ao Cor\u00edntios 12, 12-31 oferece a vis\u00e3o mais antiga de corporativismo e concebe-o como uma forma org\u00e2nica de pol\u00edtica e de sociedade como um corpo (met\u00e1fora do corpo m\u00edstico de Cristo); no per\u00edodo da industrializa\u00e7\u00e3o a Rerum Novarum (Papa Le\u00e3o XIII1890) reconhece os direitos laborais corporativistas que servem de base \u00e0s democracias crist\u00e3s e \u00e0 organiza\u00e7\u00e3o de sindicatos.<\/p>\n<p>Esta concep\u00e7\u00e3o de corporativismo contrasta com um corporativismo encerrado nos interesses de agremia\u00e7\u00f5es estanques marginalizadoras da pessoa humana.<\/p>\n<p>O regime corporativista de Salazar era um modelo de \u201ccorporativismo econ\u00f3mico\u201d paternalista e anticapitalista (1), ligado \u00e0 terra, que deu lugar a um modelo de \u201ccorporativismo ideologizado\u201d mais sob a \u00e9gide partid\u00e1ria em que a solidariedade social se opera j\u00e1 n\u00e3o tanto em termos naturais org\u00e2nicos de associa\u00e7\u00f5es produtivas, mas de maneira abstrata em termos ideol\u00f3gicos, agora em conluio com o capital.<\/p>\n<p>De facto, o Corporativismo do Estado Novo foi teoricamente extinto em 1974 (setembro) mas grande parte dos documentos mais relevantes necess\u00e1rios para o estudo do Corporativismo do Regime de Salazar e suas implica\u00e7\u00f5es e cumplicidades com o novo regime de Abril, foi escondida ou destru\u00edda devido a interesses ideol\u00f3gicos do novo sistema!\u00a0 <strong>Isto torna numa perda irrepar\u00e1vel para se poder compreender melhor o esp\u00edrito e os v\u00edcios de um \u201ccorporativismo pol\u00edtico-ideol\u00f3gico-administrativo\u201d que hoje ainda vigora!<\/strong><\/p>\n<p>A revolu\u00e7\u00e3o de 1974 aproveitou-se do pessoal estrat\u00e9gico e dos organismos de coordena\u00e7\u00e3o econ\u00f3mica educativa, cient\u00edfica e pol\u00edtica do regime de Salazar, para reestruturar os novos minist\u00e9rios e criar la\u00e7os efectivos e duradouros de poder. Seria comprometidor ter-se hoje acesso a documentos relevantes do corporativismo do regime autorit\u00e1rio de Salazar!<\/p>\n<p>Deste modo torna-se hoje imposs\u00edvel analisar a cumplicidade da pol\u00edtica do regime de Abril com o corporativismo e administracao de Salazar; a ideologia socialista aliada aos interesses econ\u00f3micos por si domesticados, estava interessada em aproveitar-se do antigo sistema corporativo e em transform\u00e1-lo de maneira ideologicamente \u00a0proveitosa no regime democr\u00e1tico. Assim, temos um regime com a mesma mentalidade e cumplicidade do regime que combate.<\/p>\n<p>O povo, j\u00e1 n\u00e3o vinculado \u00e0 terra e aos seus gr\u00e9mios corre o perigo de passar a viver em bal\u00f5es de ideologias que lhe reservam sobretudo o papel de consumidor, pros\u00e9lito ou mero votante. \u00a0Se antes dominava o paternalismo de Estado agora domina o Estado partid\u00e1rio (2).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2><span style=\"color: #3366ff;\">Entre solidariedade social econ\u00f3mica e solidariedade social ideol\u00f3gica<\/span><\/h2>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O corporativismo portugu\u00eas \u00e9 centralista, de caracter autorit\u00e1rio e ideol\u00f3gico; nele os modelos de ac\u00e7\u00e3o e decis\u00e3o das corpora\u00e7\u00f5es mais que orientados para o consenso de grupos, para o cidad\u00e3o e para o Estado encerra-se em grupos de interesses. <strong>O resultado do rendimento nacional e o estilo de discurso politiqueiro revelam que o corporativismo do Estado Novo foi continuado na sua mentalidade porque enquanto este procurava impedir a ac\u00e7\u00e3o c\u00edvica individual substituindo-a pelo interesse dos gr\u00e9mios, o 25 de Abril cria novas solidariedades, j\u00e1 n\u00e3o tanto assentes na economia e na cultura, mas na solidariedade ideol\u00f3gica, tamb\u00e9m ela n\u00e3o fomentadora da ac\u00e7\u00e3o c\u00edvica individual, porque baseada nos interesses de corpora\u00e7\u00f5es partid\u00e1rias.<\/strong> O 25 de Abril de colora\u00e7\u00e3o comunista aliado ao socialismo radical ad hoc nunca estive interessado em aceitar colabora\u00e7\u00e3o entre classes: <strong>o marxismo vive da luta de classes apostando, por isso, no conflito, n\u00e3o estando interessado numa pol\u00edtica de integra\u00e7\u00e3o das classes na sociedade; o capitalismo liberal de mistura tamb\u00e9m n\u00e3o est\u00e1 interessado numa pol\u00edtica concreta de integra\u00e7\u00e3o das camadas sociais porque parte do princ\u00edpio que o mercado regula tudo por si mesmo<\/strong>\u2026. \u00a0O novo regime, na tend\u00eancia, aposta numa utopia socialista transportando para os partidos a ideia fascista, de que \u201cas diferentes vontades pol\u00edticas das classes estariam representadas nas associa\u00e7\u00f5es\u201d. Os interesses do corporativismo afirmam-se \u00e0 margem do cidad\u00e3o em geral.<\/p>\n<p>\u00c0 ideologia da luta socialista marxista de classes vem mais tarde juntar-se o Individualismo liberal an\u00e1rquico. Em Portugal, a representa\u00e7\u00e3o de interesses, embora plural revela-se impeditiva da competi\u00e7\u00e3o e como garante de um certo jacobinismo ideol\u00f3gico herdado da revolu\u00e7\u00e3o liberal e cultivado pela rede da ma\u00e7onaria infiltrada em diferentes organismos da pol\u00edtica e do Estado. Confunde-se mercado econ\u00f3mico com mercado ideol\u00f3gico, como se nota em certos sectores da universidades e em grande parte no MEC em espa\u00e7os pol\u00edticos controladas pelo esp\u00edrito de um corporativismo ideologizado.<\/p>\n<p>A disputa entre associa\u00e7\u00f5es empregado-empregador n\u00e3o \u00e9 querida e por isso n\u00e3o parte da realidade no terreno nem do pa\u00eds real. \u00a0Em vez de termos uma democracia de caracter inclusiva concordante temos um sistema de diverg\u00eancias. Os extremos da ideologia capitalista e socialista juntam-se em Portugal impedindo-o<\/p>\n<p>Uma luta de identidades baseadas nos solos e subsolos de capelinhas mantem-se coesa sem ter em conta a identidade e a coes\u00e3o de um Estado que para ser coeso dependeria da solidariedade de povo e das institui\u00e7\u00f5es, mesmo daquelas que se afirmam pelo contra, mas que deveriam estar conscientes da identidade tecto que \u00e9 geograficamente o Estado.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2><span style=\"color: #3366ff;\">No Jogo Yin Yang entre Fam\u00edlia e Estado e Estado e Fam\u00edlia<\/span><\/h2>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Neste contexto acho digna de nota a sociedade alem\u00e3 na maneira como consegue integrar os necess\u00e1rios conflitos entre organiza\u00e7\u00f5es sociais e econ\u00f3micas, (patronatos e sindicatos) entre indiv\u00edduo e sociedade, numa din\u00e2mica inclusiva em rela\u00e7\u00e3o ao Estado, tamb\u00e9m ele reconhecido, por todos, como factor de identidade. Aqui o Estado integra o conceito de fam\u00edlia, enquanto nas sociedades latinas a solidariedade familiar \u00e9 mais de esp\u00edrito privado e como tal mais individualista.<\/p>\n<p>\u00c9 interessante ver-se como os estados de cunho mais protestante projectam o esp\u00edrito familiar no Estado enquanto os Estados latinos atomizam mais esse esp\u00edrito e esvaem-se no individualismo;<strong> quem v\u00ea de fora, certamente, constata uma certa contradi\u00e7\u00e3o na din\u00e2mica polar entre os pa\u00edses de cariz cat\u00f3licos mais centrados na comunidade (no n\u00f3s) e os pa\u00edses de cariz protestante mais concentrados no eu; a um colectivismo do inconsciente n\u00f3rdico parece opor-se o individualismo do inconsciente latino (existencialmente mais comunit\u00e1rio). Cada sociedade parece reagir externamente de maneira oposta a uma filosofia de substrato, procurando a viv\u00eancia a n\u00edvel imanente n\u00e3o se interessando por uma an\u00e1lise comparativa para l\u00e1 do inconsciente colectivo. \u00c9 interessante observar a viv\u00eancia polar ad intra e ad extra das for\u00e7as comunit\u00e1rias e individualistas, dentro das sociedades e na rela\u00e7\u00e3o destas com as diferentes culturas, num jogo de rela\u00e7\u00f5es tipo yin e yang. <\/strong><\/p>\n<h2><span style=\"color: #3366ff;\"><span style=\"color: #3366ff;\">Estado Novo como Corpora\u00e7\u00e3o econ\u00f3mica paternalista\u00a0 e Regime de Abril como Corpora\u00e7\u00e3o ideol\u00f3gica<\/span><\/span><\/h2>\n<p>Assim, tecnol\u00f3gica e economicamente, os pa\u00edses do Sul est\u00e3o condicionados \u00e0 depend\u00eancia dos n\u00f3rdicos. Uma pol\u00edtica sem interesse numa economia nacional pr\u00f3pria, consequentemente, n\u00e3o fomenta a forma\u00e7\u00e3o de consensos entre as corpora\u00e7\u00f5es e entre as pol\u00edticas\u2026 As rela\u00e7\u00f5es entre empres\u00e1rios e trabalhadores, mais que fundadas na realidade econ\u00f3mica e nos interesses econ\u00f3micos nacionais, assenta nos interesses individualizantes de for\u00e7as partid\u00e1rias de ideologias extremamente concorrentes (falta-lhe a experi\u00eancia de uma economia social) que deste modo beneficiam uma ideologia de mercado (1).<\/p>\n<p>Grande parte do discurso nos jornais portugueses de refer\u00eancia n\u00e3o se preocupa em fazer uma an\u00e1lise tipo sinopse relativamente ao regime de Salazar e ao regime de Abril, contentando-se em seguir os ditados da pol\u00edtica assumida ad hoc e s\u00f3 na demoniza\u00e7\u00e3o do Estado Novo. O regime corporativista de Salazar, como modelo corporativista do Estado, foi sub-rept\u00edcia assumido e modificado no sentido do 25 de Abril, com o particular de se ter tornado ainda mais ideologizado pelo facto de o papel do Estado ser em grande parte assumido pelos partidos com os seus tent\u00e1culos, funda\u00e7\u00f5es, PPPs, etc., no lugar das corpora\u00e7\u00f5es e associa\u00e7\u00f5es produtivas\u2026\u00a0 Das corpora\u00e7\u00f5es econ\u00f3micas ideol\u00f3gicas do Estado Novo passa-se para corpora\u00e7\u00f5es ideol\u00f3gicas do Regime de Abril. A solidariedade social \u00e9 organizada pela pol\u00edtica em conluio com o capital da macroeconomia.<\/p>\n<p>As corpora\u00e7\u00f5es sindicais mais que especialistas em economia e interessadas numa interac\u00e7\u00e3o corporativa e na constru\u00e7\u00e3o de um Estado de economia social preferem continuar a ter o patr\u00e3o como pap\u00e3o (esquecem que trabalhadores empenhados fortalecem o empres\u00e1rio e este enriquece os trabalhadores \u2013 exemplo da VW e da economia alem\u00e3 baseada no fomento de pequenas e m\u00e9dias empresas \u2013 as grandes empresas s\u00e3o importantes na concorr\u00eancia a n\u00edvel internacional). Um modelo de Estado arbitrariamente intervencionista, atua, muitas vezes, \u00e0 margem da economia real da sociedade e dos interesses do bem-comum e, devido \u00e0 preval\u00eancia ideol\u00f3gica (neocapitalismo e socialismo) fica condenado a ter de correr sempre atr\u00e1s das macroeconomias.\u2026<\/p>\n<p>Enfatiza o moralismo pol\u00edtico com mediador de redes de interesses num mercado sem capacidade competitiva, com demasiada jerarquia funcional, e burocracia controladora dentro de um Estado com o monop\u00f3lio de representa\u00e7\u00e3o; o Estado n\u00e3o tem pejo em sobrecarregar as pequenas e m\u00e9dias empresas com os \u00f3bolos que t\u00eam de pagar para manter a burocracia formadora e fiscal. A n\u00edvel de pol\u00edtica de educa\u00e7\u00e3o para melhor controlar a ideologia nacional considera as escolas particulares concorrentes e n\u00e3o elementos complementares enriquecedores do sistema, como se verifica em Estados ocidentais n\u00e3o socialistas.<\/p>\n<p>Contraditoriamente segue-se o ditado da economia liberal e por outro um burocratismo parasita que al\u00e9m de reduzirem a produ\u00e7\u00e3o impedem o desenvolvimento das pequenas e m\u00e9dias empresas. A Alemanha pode ser o exemplo de um Estado, com um or\u00e7amento com superavit, precisamente porque tem organiza\u00e7\u00f5es fortes a n\u00edvel de empresariado e de sindicatos, em que os interesses de media\u00e7\u00e3o mais que ideol\u00f3gicos assentam em dados reais (o mesmo se diga da Sui\u00e7a com oito milh\u00f5es de habitantes e que alimenta os nacionais e muitos imigrantes que a enriquecem atrai imigrantes). Deste modo t\u00eam rendimento para manter um certo grau de justi\u00e7a social, sem que o creme fruto da produ\u00e7\u00e3o nacional n\u00e3o se limite s\u00f3 a alimentar as elites.<\/p>\n<p>Independente deste texto recomendo a leitura de <strong>\u201cO Poder local em Tempo de Globaliza\u00e7\u00e3o\u201d (<\/strong><a href=\"https:\/\/books.google.de\/books?id=XszDiICYMbIC&amp;pg=PA136&amp;lpg=PA136&amp;dq=Ego%C3%ADsta,+Pro+Patria...&amp;source=bl&amp;ots=rSVbCbEAqa&amp;sig=xcSQDJeif8EYDfeMIVpNecPLSHY&amp;hl=de&amp;sa=X&amp;ved=0ahUKEwjsr4TktanVAhUGQBQKHf5GAR0Q6AEIKTAA#v=onepage&amp;q=Ego%C3%ADsta%2C%20Pro%20Patria...&amp;f=false\"><strong>Fernando Taveira da Fonseca<\/strong><\/a><strong>) que \u00e9 um documento independente de ideologias e pode contribuir para\u00a0 uma melhor compreens\u00e3o e modera\u00e7\u00e3o da actual discuss\u00e3o pol\u00edtico-social em Portugal.<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>\u00a9 Ant\u00f3nio da Cunha Duarte Justo<\/strong><\/p>\n<p>Te\u00f3logo e Pedagogo (Portugu\u00eas e Hist\u00f3ria)<\/p>\n<p>Pegadas do Tempo, <a href=\"https:\/\/antonio-justo.eu\/?p=4422\">https:\/\/antonio-justo.eu\/?p=4422<\/a><\/p>\n<ul>\n<li>\n<h6>(1) \u201cA organiza\u00e7\u00e3o corporativa, com toda a sorte de organismos que dela fizeram parte, foi a mais saliente e inovadora cria\u00e7\u00e3o institucional dos <a href=\"https:\/\/digitalis-dsp.uc.pt\/jspui\/bitstream\/10316.2\/31620\/1\/24-%c3%81lvaro%20Garrido.pdf?ln=pt-pt\">estados corporativos no sentido de domesticar o capitalismo<\/a>, compartimentando os interesses e impondo a colabora\u00e7\u00e3o entre \u00abcapital\u00bb e \u00abtrabalho\u00bb num plano nacional\u201d. <strong>O corporativismo do Estado Novo sofre da mesma doen\u00e7a que sofre o corporativismo ideol\u00f3gico que se lhe seguiu: \u00e9 um corporativismo ad hoc. <\/strong>O corporativismo num Estado pequeno pode perpetuar a velha mentalidade vazada sucessivamente em vasos novos. Tem-se por um lado a afirma\u00e7\u00e3o de interesses monol\u00edticos e uma sociedade em geral ao sabor do vento.<\/h6>\n<\/li>\n<li>\n<h6>(2) Um aparte: A sociedade parece cada vez viver mais de uma dicotomia desequilibrada entre natura e cultua. Se no passado dominava a natureza atualmente domina a cultura (o desequil\u00edbrio das duas for\u00e7as vivenciais fomenta a crise e a pressa do decl\u00ednio do Ocidente \u2013 numa luta da cidade contra o campo e na abstrac\u00e7\u00e3o da vida social). Assim hoje vivemos numa sociedade chamada de mercado e da concorr\u00eancia de mercados, mas na realidade n\u00e3o encontramos mercados reais localizados, mas lojas de mercadores an\u00f3nimos presentes em todas as cidades. Concretamente, tamb\u00e9m a economia e o mercado se transformaram numa ideologia que se imp\u00f5e e determina um modo de vida cada vez mais artificial.<\/h6>\n<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Entre o Coletivismo do Inconsciente n\u00f3rdico e o Individualismo de Inconsciente latino &nbsp; Por Ant\u00f3nio Justo &nbsp; O ap\u00f3stolo Paulo na Carta ao Cor\u00edntios 12, 12-31 oferece a vis\u00e3o mais antiga de corporativismo e concebe-o como uma forma org\u00e2nica de pol\u00edtica e de sociedade como um corpo (met\u00e1fora do corpo m\u00edstico de Cristo); no per\u00edodo &hellip; <a href=\"https:\/\/antonio-justo.eu\/?p=4422\" class=\"more-link\">Continuar a ler <span class=\"screen-reader-text\">CORPORATIVISMO PORTUGU\u00caS DESVINCULADO E AL\u00c9RGICO A CONSENSOS<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"sfsi_plus_gutenberg_text_before_share":"","sfsi_plus_gutenberg_show_text_before_share":"","sfsi_plus_gutenberg_icon_type":"","sfsi_plus_gutenberg_icon_alignemt":"","sfsi_plus_gutenburg_max_per_row":"","footnotes":""},"categories":[15,14,7],"tags":[],"class_list":["post-4422","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-cultura","category-economia","category-politica"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/antonio-justo.eu\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/4422","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/antonio-justo.eu\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/antonio-justo.eu\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/antonio-justo.eu\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/antonio-justo.eu\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=4422"}],"version-history":[{"count":7,"href":"https:\/\/antonio-justo.eu\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/4422\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4440,"href":"https:\/\/antonio-justo.eu\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/4422\/revisions\/4440"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/antonio-justo.eu\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=4422"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/antonio-justo.eu\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=4422"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/antonio-justo.eu\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=4422"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}