{"id":4385,"date":"2017-07-08T23:30:01","date_gmt":"2017-07-08T22:30:01","guid":{"rendered":"https:\/\/antonio-justo.eu\/?p=4385"},"modified":"2017-07-09T15:02:41","modified_gmt":"2017-07-09T14:02:41","slug":"da-hipocrisia-politica-a-inculpabilidade-muculmana","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/antonio-justo.eu\/?p=4385","title":{"rendered":"DA HIPOCRISIA POL\u00cdTICA \u00c0 INCULPABILIDADE MU\u00c7ULMANA"},"content":{"rendered":"<h2><span style=\"color: #3366ff;\"><strong><span style=\"color: #3366ff;\">A emboscada do terror e a armadilha da compreens\u00e3o<\/span><\/strong><\/span><\/h2>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Ant\u00f3nio Justo<\/strong><\/p>\n<p>Alegadamente o isl\u00e3o\/islamismo \u00e9 uma religi\u00e3o pac\u00edfica e tolerante. Por\u00e9m, os factos revelam-na diferente porque acontecem em conformidade com o Cor\u00e3o, com a lei isl\u00e2mica da sharia e com o H\u00e1dice (os ditos e feitos de Maom\u00e9).<strong>\u00a0 <\/strong><\/p>\n<p><strong>Dizer que o terrorismo n\u00e3o tem nada a ver com o Isl\u00e3o \u00e9 como, no dizer do autor e publicista Henryk M. Broder, \u201cafirmar que o \u00e1lcool n\u00e3o tem nada a ver com o alcoolismo\u201d. <\/strong><\/p>\n<p><strong>Mais que combater os terroristas seria l\u00f3gico dosear o \u00e1lcool<\/strong>. O \u00e1lcool, em pequenas doses pode servir de terapia e at\u00e9 tornar a vida mais leve.<\/p>\n<p>O mu\u00e7ulmano liberal Hamed Abdel Samad \u00e9 por um \u201cisl\u00e3o light\u201d. Em termos portugueses isto corresponderia \u00e0 frase de D. Ant\u00f3nio Alves Martins, bispo de Viseu (1862) que dizia \u201ca religi\u00e3o deve ser como o sal na comida: nem muito nem pouco, s\u00f3 o preciso\u201d. Esta frase tornou-se parte da sabedoria popular portuguesa.<\/p>\n<p>A diferencia\u00e7\u00e3o entre Isl\u00e3o e islamismo \u00e9 uma cria\u00e7\u00e3o oportunista do politicamente correcto ocidental. No mundo \u00e1rabe n\u00e3o h\u00e1 tal distin\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2><span style=\"color: #3366ff;\">Imigra\u00e7\u00e3o ao servi\u00e7o da islamiza\u00e7\u00e3o<\/span><\/h2>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Lou Marinoff, professor de filosofia em Nova Iorque, adverte: \u201c<strong>Os mu\u00e7ulmanos vieram para conquistar, em c\u00e2mara lenta.\u201d\u00a0\u00a0 A migra\u00e7\u00e3o tem-se revelado numa t\u00e1tica de \u201cinvas\u00e3o mu\u00e7ulmana\u201d<\/strong> que se organiza em guetos cerrados em torno de mesquitas, como se v\u00ea por toda a Europa e como aconteceu nos territ\u00f3rios que hoje s\u00e3o Alb\u00e2nia e Kosovo; semelhante fen\u00f3meno n\u00e3o se encontra nas culturas imigradas de outras culturas. A Ar\u00e1bia Saudita e Qatar fomentam, com muitos milh\u00f5es de euros, a constru\u00e7\u00e3o de mesquitas nos pa\u00edses de tradi\u00e7\u00e3o crist\u00e3 e pro\u00edbem a constru\u00e7\u00e3o de igrejas nos seus pa\u00edses; na Ar\u00e1bia Saudita a B\u00edblia \u00e9 proibida: <a href=\"http:\/\/www.focus.de\/politik\/deutschland\/arabisches-land-will-deutschland-200-moscheen-spenden-moscheebau-angebot-von-saudi-arabien-sorgt-fuer-debatten_id_4939674.html\">s\u00f3 na Alemanha quer construir 200 mesquitas,<\/a> onde j\u00e1 existem 2.803, mas dinheiro para refugiados nos seus pa\u00edses n\u00e3o disponibilizam porque contrariaria o seu zelo de missiona\u00e7\u00e3o da Europa. O facto de os Estados mu\u00e7ulmanos fomentarem a sua religi\u00e3o especialmente na Europa e os pa\u00edses seculares do Ocidente serem cr\u00edticos ou at\u00e9 adversos ao cristianismo que lhes conferiu identidade pr\u00f3pria, gera um grande desequil\u00edbrio social e uma questiona\u00e7\u00e3o radical da pr\u00f3pria cultura em favor da estranha. Com a presen\u00e7a mu\u00e7ulmana em massa come\u00e7ou a surgir na sociedade ocidental a consci\u00eancia do fen\u00f3meno religioso como problema, embora antes j\u00e1 houvesse v\u00e1rias religi\u00f5es; confirma-se a an\u00e1lise sociol\u00f3gica de que quando a popula\u00e71bo mu\u00e7ulmana atinge os 5% numa sociedade acolhedora, esta come\u00e7a a ter problemas sociais que aumentam com a dilata\u00e7\u00e3o percentual.<\/p>\n<h2><span style=\"color: #3366ff;\">A cultura \u00e1rabe (Isl\u00e3o) \u00e9 uma cultura masculina e de monocultura latifundi\u00e1ria<\/span><\/h2>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Na Alemanha vivem 7,8 milh\u00f5es de estrangeiros e destes 4,7 milh\u00f5es s\u00e3o mu\u00e7ulmanos. \u00c9 um facto que os estrangeiros de outras religi\u00f5es n\u00e3o d\u00e3o nas vistas pela negativa, enquanto os mu\u00e7ulmanos sobressaem, muitas vezes, pela viol\u00eancia e pelas reivindica\u00e7\u00f5es. Enquanto os outros imigrantes olham para o pa\u00eds de acolhimento com esperan\u00e7a e como lugar oportuno para realiza\u00e7\u00e3o de seus desejos, os mu\u00e7ulmanos de v\u00e9u na cabe\u00e7a, veem a sociedade acolhedora, geralmente, com desprezo. H. M. Broder diz que este \u00e9 um fen\u00f3meno novo na hist\u00f3ria da imigra\u00e7\u00e3o. Isto pode-se comparar \u00e0 depravada atitude dos colonizadores de outrora que entravam nos pa\u00edses do terceiro mundo com uma atitude de superioridade em rela\u00e7\u00e3o ao povo-cultura-religi\u00e3o, e <strong>na imigra\u00e7\u00e3o mu\u00e7ulmana verifica-se hoje precisamente essa atitude de superioridade em rela\u00e7\u00e3o ao povo acolhedor. Quem se sente superior n\u00e3o se integra porque n\u00e3o se quer adaptar a algo que considera inferior. <\/strong><\/p>\n<p>Com a imigra\u00e7\u00e3o mu\u00e7ulmana, ao contr\u00e1rio da de outras culturas, deu-se uma mudan\u00e7a radical na atmosfera social nos pa\u00edses de imigra\u00e7\u00e3o, por aquela se afirmar na contraposi\u00e7\u00e3o \u00e0 acolhedora. Embora n\u00e3o formem uma grande percentagem na sociedade acolhedora, eles t\u00eam, na express\u00e3o social, um poder superior a qualquer outro grupo social (\u201cHurra, wir kapitulieren! Von der Lust am Einknicken\u201d, Broder).<\/p>\n<p>Comunidade de cultura \u00e1rabe conseguem impor-se e ter mais respeito na sociedade porque s\u00e3o mais autorit\u00e1rios e duros; a sociedade comporta-se muitas vezes como as crian\u00e7as; estas, geralmente quando t\u00eam pais duros, manifestam mais respeito por eles. O medo tem muito poder!<\/p>\n<p>Atendendo ao caracter hegem\u00f3nico e altivo do isl\u00e3o vigente, uma Europa aberta que sobressa\u00eda pela diversidade v\u00ea-se amea\u00e7ada pela polariza\u00e7\u00e3o, por muito desej\u00e1vel que seja a pluralidade; <strong>o problema vem do facto de o isl\u00e3o se entender propriamente como uma monocultura latifundi\u00e1ria; os imigrantes mu\u00e7ulmanos s\u00e3o recebidos como pessoas, mas depois organizam-se e s\u00e3o percebidos como grupo na sobranceria; isso causa desorienta\u00e7\u00e3o na sociedade maiorit\u00e1ria habituada apenas \u00e0s pequenas diferen\u00e7as entre clube de futebol e de partido que tocam mais as quest\u00f5es de gosto do que as identidade.<\/strong> A Europa, que antes n\u00e3o se colocava o problema da sua identidade v\u00ea-se agora confrontada com ele devido ao confronto das culturas em via.<\/p>\n<p><strong>Na sua mentalidade, como religi\u00e3o masculina de for\u00e7a viril, os frequentadores das mesquitas entendem como fraqueza virtudes que sejam de caracter mais feminino<\/strong> (abertura, n\u00e3o-viol\u00eancia, di\u00e1logo, liberalismo, integra\u00e7\u00e3o, compromisso, toler\u00e2ncia) <strong>e como tal fraqueza feminina a desprezar<\/strong>.<\/p>\n<h2><span style=\"color: #3366ff;\">Imigra\u00e7\u00e3o mu\u00e7ulmana nos interesses da esquerda radical?<\/span><\/h2>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Naturalmente n\u00e3o s\u00e3o todos assim, isto \u00e9 mais pr\u00f3prio do isl\u00e3o do len\u00e7o na cabe\u00e7a (Hijab), o isl\u00e3o da maioria e das estruturas e estrat\u00e9gia institucional. <strong>A agravar a quest\u00e3o est\u00e1 o facto de os mais reaccion\u00e1rios, em torno de mesquitas, serem os que se encontram organizados e como tal s\u00e3o os parceiros aceites como interlocutores da Pol\u00edtica, da Administra\u00e7\u00e3o e de institui\u00e7\u00f5es de forma\u00e7\u00e3o p\u00fablica e privada nos Estado para onde emigram<\/strong>.<\/p>\n<p><strong>O que torna a quest\u00e3o mais complicada \u00e9 o facto de a imigra\u00e7\u00e3o isl\u00e2mica servir especialmente os interesses da esquerda radical europeia, interessada no caos social atrav\u00e9s da desestabiliza\u00e7\u00e3o do substracto cultural ocidental: dividir para imperar<\/strong>; sob o disfarce de internacionalismo \u00e9 depreciado tudo o que tem a ver com identidade, consci\u00eancia nacional ou consci\u00eancia europeia; em contrapartida, a consci\u00eancia \u00e1rabe \u00e9 manifesta e tornou-se indiscut\u00edvel \u00a0para pol\u00edticos do\u00a0 mainstream e oportuna no sentido da desestabiliza\u00e7\u00e3o do sistema crist\u00e3o e social democrata, objectivo que os extremos do socialismo e do capitalismo t\u00eam para que n\u00e3o lhes seja oferecida resist\u00eancia \u00e0 realiza\u00e7\u00e3o dos seus intentos; <strong>sob o manto da toler\u00e2ncia alheia esconde-se muita vezes o fanatismo contra as ra\u00edzes da pr\u00f3pria cultura, a ignor\u00e2ncia e o interesse pelo dinheiro<\/strong>. Terroristas s\u00e3o, muitas vezes metidos no rol de Idealistas e como tal n\u00e3o s\u00e3o objecto de aten\u00e7\u00e3o s\u00e9ria; no m\u00e1ximo s\u00e3o analisados sob a perspectiva psicol\u00f3gica (n\u00e3o pr\u00f3prios para pris\u00f5es, mas para institui\u00e7\u00f5es de assist\u00eancia psicol\u00f3gica).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2><span style=\"color: #3366ff;\">Criar acordos bilaterais de reciprocidade<\/span><\/h2>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>A Europa para ser coerente com o comportamento isl\u00e2mico teria de dar primazia ao asilo de crist\u00e3os, de etnias perseguidas e a subgrupos mu\u00e7ulmanos (Alevitas, Bahai, etc. ) que s\u00e3o v\u00edtimas do isl\u00e3o sunita e xiita e aceitar outros mas na medida em que n\u00e3o se criem conflitos permanentes;<\/strong> a Europa deveria exigir dos pa\u00edses mu\u00e7ulmanos reciprocidade na constru\u00e7\u00e3o de igrejas e mesquitas; em todos os pa\u00edses mu\u00e7ulmanos, os crist\u00e3os, e grupos n\u00e3o isl\u00e2micos, se n\u00e3o s\u00e3o perseguidos s\u00e3o pelo menos discriminados.<\/p>\n<p><strong>A cria\u00e7\u00e3o de acordos de reciprocidade a n\u00edvel cultural e religioso entre os pa\u00edses mu\u00e7ulmanos e os pa\u00edses ocidentais provocaria maior toler\u00e2ncia nas popula\u00e7\u00f5es mu\u00e7ulmanas; fariam tamb\u00e9m a experi\u00eancia que o direito e os deveres s\u00e3o rec\u00edprocos, dado se moverem na sociedade acolhedora n\u00e3o apenas como indiv\u00edduos, mas como grupo homog\u00e9neo<\/strong>.<\/p>\n<p>Geralmente, os mu\u00e7ulmanos do len\u00e7o na cabe\u00e7a (Hijab), sentem-se superiores e \u00e0 vontade nos pa\u00edses ocidentais, pois reconhecem nos Estados laicos ressentimentos contra as igrejas crist\u00e3s, e como para o mu\u00e7ulmano a identidade se define pela religi\u00e3o n\u00e3o confiam no Estado laico e v\u00eam no cristianismo um sinal de decad\u00eancia e fraqueza pelo seu compromisso com a modernidade e com o Estado laico; n\u00e3o entendem o princ\u00edpio crist\u00e3o de \u201cdar a C\u00e9sar o que \u00e9 de C\u00e9sar e a Deus o que \u00e9 de Deus<strong>\u201d. N\u00e3o pretendem compreender a concep\u00e7\u00e3o crist\u00e3 do homem nem o mundo secular ocidental (Estado secular) que, embora em tens\u00e3o com o cristianismo, d\u00e1 for\u00e7a legal aos valores crist\u00e3os (direitos humanos: de filhos de Deus e ao mesmo tempo pecadores) conferindo-lhes uma for\u00e7a exterior social e concreta na p\u00f3lis de cidad\u00e3os<\/strong>, isto \u00e9, democratizando direitos e valores (dando consist\u00eancia legal aos direitos humanos e \u00e0 solidariedade com o pr\u00f3ximo atrav\u00e9s do estado social, numa solidariedade aberta ao pr\u00f3ximo (n\u00e3o entendido s\u00f3 sob o aspecto religioso ou cultural).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2><span style=\"color: #3366ff;\">Multiculturalismo fomentador do gueto e impedidor do interculturalismo<\/span><\/h2>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Sob o disfarce do multiculturalismo,<\/strong> a esquerda radical e muita gente do mainstream apoiam o isl\u00e3o de v\u00e9u na cabe\u00e7a (Hijab), colocando os seus valores\/direitos culturais acima dos valores individuais vigentes na Europa. Como se verifica por decis\u00f5es de tribunais europeus, assassinos com cultura \u00e1rabe, t\u00eam tido uma pena judicial muito mais leve do que cidad\u00e3os ocidentais que pratiquem o mesmo delito (o direito cultural \u00e9 usado contra os direitos humanos que a nossa sociedade confessa. \u00a0Deste modo a sociedade ocidental fomenta a convers\u00e3o de homens ao isl\u00e3o porque este favorece os homens que veem os seus instintos melhor salvaguardados pelo estatuto cultural isl\u00e2mico. Neste caso interesses institucionais confundem-se com interesses culturais mu\u00e7ulmanos.<\/p>\n<p>O multiculturalismo torna-se num tapete onde o gueto passa e a ideologia de esquerda \u00e9 legitimada tornando-se at\u00e9 numa oportunidade e pretexto para muitos mu\u00e7ulmanos poderem obstar \u00e0s culturas dos pa\u00edses acolhedores em nome da defesa do internacionalismo e da luta contra o capitalismo.<\/p>\n<p>Em vez de se fomentar o interculturalismo, visitas entre familiares de mu\u00e7ulmanos e ocidentais, afirma-se uma atitude est\u00e1tica contra a interac\u00e7\u00e3o de culturas evitando-se uma integra\u00e7\u00e3o respeitosa.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2><span style=\"color: #3366ff;\">Cumplicidade das comunidades mu\u00e7ulmanas com o terrorismo<\/span><\/h2>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A cumplicidade das comunidades mu\u00e7ulmanas com a viol\u00eancia isl\u00e2mica \u00e9 manifesta, sobretudo, na sua atitude em rela\u00e7\u00e3o aos atentados. <strong>A coniv\u00eancia isl\u00e2mica \u00e9 confirmada pelo facto dos assass\u00ednos serem frequentadores de mesquitas, fundamentarem os seus actos no Cor\u00e3o e o povo isl\u00e2mico n\u00e3o os denunciar e n\u00e3o se organizar em manifesta\u00e7\u00f5es de mu\u00e7ulmanos dirigidas por mu\u00e7ulmanos em protesto contra os actos de terror. Demonstra\u00e7\u00f5es verdadeiramente mu\u00e7ulmanas s\u00f3 houve contra as caricaturas de Maom\u00e9<\/strong>. Devido \u00e0 press\u00e3o p\u00fablica austr\u00edaca, (14.06) houve uma apresenta\u00e7\u00e3o p\u00fablica de 300 imames da \u00c1ustria que se declararam contra os atentados isl\u00e2micos em todo o mundo. De resto, exerc\u00edcios na arte, de falar muito, sem dizer nada ou de desviar a bola para canto. Na Alemanha houve uma tentativa de mobilizar as massas mu\u00e7ulmanas contra os atentados, mas <strong>a federa\u00e7\u00e3o das mesquitas turcas DITIB (sob influ\u00eancia de Erdogan) negou-se a participar na manifesta\u00e7\u00e3o: \u201cisso poderia legitimar a afirma\u00e7\u00e3o de que o isl\u00e3o tem a ver com o terrorismo isl\u00e2mico\u201d. Enquanto continuarem a negar a rela\u00e7\u00e3o entre isl\u00e3o e terrorismo \u00e9 como dizer que a droga n\u00e3o tem nada a ver com o drogado.<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2><span style=\"color: #3366ff;\">Surgem perguntas inquietantes sem resposta<br \/>\n<\/span><\/h2>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Porque n\u00e3o h\u00e1 manifesta\u00e7\u00f5es mu\u00e7ulmanas, a distanciar-se do terrorismo e de grupos terroristas Al-Qaida, etc., nas cidades dos atentados (Paris, Berlim, Londres, Manchester, etc.) onde vivem milh\u00f5es de mu\u00e7ulmanos?\u00a0 Porque se organizam os mu\u00e7ulmanos apenas para defenderem os seus direitos culturais? <strong>Porque se organizam confer\u00eancias sobre toler\u00e2ncia para os povos acolhedores e n\u00e3o se organizam para os mu\u00e7ulmanos? Naquelas comparecem os representantes mu\u00e7ulmanos que aproveitam para mostrar as partes boas do isl\u00e3o aos n\u00e3o isl\u00e2micos, mas por outro lado acham natural proteger o p\u00fablico mu\u00e7ulmano de p\u00f3diums do g\u00e9nero,<\/strong> <strong>n\u00e3o permitindo esclarecimento dentro das suas comunidades porque isso constituiria um perigo para a consist\u00eancia dos guetos isl\u00e2micos que se querem ver protegidos de informa\u00e7\u00e3o plural<\/strong>; sabem que, a forma\u00e7\u00e3o e a informa\u00e7\u00e3o dos fi\u00e9is seriam o maior perigo para o isl\u00e3o e um atentado contra o culto da superioridade. (Esta constata\u00e7\u00e3o fi-la tamb\u00e9m quando trabalhava activamente na pol\u00edtica de estrangeiros no Estado do Hesse (Alemanha) e isto levou-me ent\u00e3o a estudar o Isl\u00e3o; \u00e0 medida que conhecia a sua filosofia e pol\u00edtica fui refreando o meu empenho em sua defesa perante a sociedade alem\u00e3! Tamb\u00e9m no conv\u00edvio com a sua chicaria verifiquei amargamente que Deus n\u00e3o \u00e9 igual a Deus, religi\u00e3o n\u00e3o \u00e9 igual a religi\u00e3o e que verdade n\u00e3o \u00e9 igual a verdade!).<\/p>\n<p>\u00c9 tamb\u00e9m vis\u00edvel a cumplicidade da opini\u00e3o p\u00fablica e pol\u00edtica que n\u00e3o quer saber do Cor\u00e3o e das fontes isl\u00e2micas que constituem o fundamento do terrorismo e da opress\u00e3o da mulher, assumindo assim a mesma atitude de organiza\u00e7\u00f5es mu\u00e7ulmanas: a pr\u00e1tica da Taq\u012bya (enganar em favor do isl\u00e3o) ou comportando-se como os tr\u00eas macacos que tapam os ouvidos, a boca e cobrem os olhos.<\/p>\n<p>Porque \u00e9 que as mesquitas n\u00e3o acabam com o conto de fadas de um para\u00edso cheio de donzelas para os homens-bomba que se suicidam pelo isl\u00e3o?<\/p>\n<p><strong>Porque se aceitam \u2013 sem exigir notas e coment\u00e1rios &#8211; as frases e s\u00edmbolos contra a humanidade no Cor\u00e3o, na sharia (preceitos) e no H\u00e1dice (ditos e feitos de Maom\u00e9), enquanto nazis e cidad\u00e3os extremistas s\u00e3o condenados por frases menos graves? <\/strong>Porque \u00e9 que os pol\u00edticos n\u00e3o l\u00eaem o Cor\u00e3o e o H\u00e1dice para compreenderem a filosofia social e pol\u00edtica isl\u00e2mica? S\u00f3 o nosso conhecimento exacto os poder\u00e1 ajudar a mudar-se; doutro modo ajudamos as for\u00e7as mais reacion\u00e1rias a adiar o desenvolvimento civilizacional e hist\u00f3rico. O Isl\u00e3o s\u00f3 se mudar\u00e1 com a ajuda de fora e das pr\u00f3prias mulheres.<\/p>\n<p>Qual a raz\u00e3o porque os refugiados isl\u00e2micos n\u00e3o procuram asilo tamb\u00e9m nos seus pa\u00edses sunitas e xiitas (Ir\u00e3o, Ar\u00e1bia Saudita, Qatar, que s\u00e3o t\u00e3o ricos!) e preferem vir para pa\u00edses de cultura crist\u00e3 e trazer a religi\u00e3o e os problemas dela com eles? Porque se agregam sob a orienta\u00e7\u00e3o de mesquitas de isl\u00e3o do v\u00e9u na cabe\u00e7a (Hijab) e n\u00e3o criam mesquitas reformadoras do isl\u00e3o e porque combatem mu\u00e7ulmanos progressistas que muitas vezes t\u00eam de viver sob prote\u00e7\u00e3o policial para n\u00e3o serem atacados por outros mu\u00e7ulmanos?<\/p>\n<p>Porque n\u00e3o se atrevem a dizer a verdade como faz o im\u00e3 Mohamad Tawhidi <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=NGsVl2belz0&amp;feature=youtu.be\">(uma voz no deserto<\/a>!) que, relativamente ao terrorismo isl\u00e2mico, diz: \u201c<strong>Isto acontece por causa dos livros que temos, por causa das normas isl\u00e2micas<\/strong>. Eles levam os jovens mu\u00e7ulmanos a crer: \u2018se voc\u00ea for l\u00e1 fora e matar os infi\u00e9is, ent\u00e3o essa \u00e9 a maneira como voc\u00ea vai chegar ao para\u00edso \u2018\u201d.\u00a0 E continua. \u201ctudo propagado pela espada; n\u00f3s t\u00ednhamos muitas guerras; <strong>e quando vem algu\u00e9m e diz: \u2018os escritos isl\u00e2micos n\u00e3o t\u00eam nada a ver com isso\u2026\u2019 eu sou da opini\u00e3o, isto \u00e9, contra os factos, isso n\u00e3o \u00e9 verdade<\/strong>\u201d.<\/p>\n<p>Depois de cada atentado aparecem os pol\u00edticos a anediar a quest\u00e3o dizendo que os assassinos j\u00e1 eram objecto de observa\u00e7\u00e3o policial, organizam-se ent\u00e3o algumas rusgas policiais e coloca-se o facto ad acta n\u00e3o se preocupando mais com o fascismo, a viol\u00eancia e a xenofobia que brota do Cor\u00e3o e se bebe nas mesquitas e na educa\u00e7\u00e3o familiar nos guetos.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o um ou outro im\u00e3 ou funcion\u00e1rio mu\u00e7ulmano aparece a dizer que o isl\u00e3o \u00e9 pac\u00edfico e a lamentar a ac\u00e7\u00e3o de algum desvairado que para o caso n\u00e3o \u00e9 propriamente mu\u00e7ulmano.<\/p>\n<p><strong>N\u00e3o haver\u00e1 resultados eficientes no combate ao terrorismo isl\u00e2mico enquanto o politicamente correto estiver acima da verdade e n\u00e3o for reconhecida a \u00edntima uni\u00e3o entre isl\u00e3o e islamismo terrorista. Esta perspectiva n\u00e3o permite resultados eficientes. <\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<h2><span style=\"color: #3366ff;\">Autopuni\u00e7\u00e3o alem\u00e3 favorece o antijudaismo<\/span><\/h2>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Devido \u00e0 m\u00e1 consci\u00eancia dos 6 milh\u00f5es de judeus mortos pelo regime nazi, na Alemanha observa-se uma tend\u00eancia para a autopuni\u00e7\u00e3o; tamb\u00e9m este sentir levou Merkel, em acto de desagravo, aliado a valores crist\u00e3os, a escancarar as portas da na\u00e7\u00e3o aos refugiados e a obrigar os pa\u00edses da EU a abri-las tamb\u00e9m. Consequentemente, o antijudaismo aumenta hoje na Alemanha devido \u00e0 crescente popula\u00e7\u00e3o mu\u00e7ulmana, como referem estat\u00edsticas.<strong>\u00a0 O grutesco da situa\u00e7\u00e3o vem do facto de a Alemanha, em desagravo pelo holocausto feito aos judeus, aumentar o antijudaismo na Alemanha com os mu\u00e7ulmanos.<\/strong><\/p>\n<p>Muitos alem\u00e3es, no seu sentimento de culpa socialmente cultivado, refugiam-se, tamb\u00e9m eles, na economia como donzela virgem; a cultura, essa \u00e9 posta \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Quem mais exilados produz s\u00e3o os regimes mu\u00e7ulmanos e como \u00e9 natural os pa\u00edses de tradi\u00e7\u00e3o crist\u00e3 devem dar acolhimento ao pr\u00f3ximo que pede asilo; por\u00e9m o ponto da disc\u00f3rdia origina-se pelo facto de, com o pr\u00f3ximo, vir um colectivo e deste modo o que se faz em nome da humanidade da pessoa provoca conflito entre a cultura colhedora e a nova cultura que se organiza (esperavam-se pessoas abertas e vieram mu\u00e7ulmanos fechados). A entrada de imigrantes revelar-se-ia num grande enriquecimento nacional se n\u00e3o fossem os problemas que a institui\u00e7\u00e3o do isl\u00e3o e seus funcion\u00e1rios traz consigo e com as suas exig\u00eancias muito espec\u00edficas e determinantes. Contrariamente ao que a hist\u00f3ria nos tem ensinado ser\u00e1 de esperar que os mu\u00e7ulmanos no seio da sociedade se tornem parte dela.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2><span style=\"color: #3366ff;\">A armadilha da compreens\u00e3o e da autoincrimina\u00e7\u00e3o<\/span><\/h2>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Como explicar na sociedade ocidental tanta empatia com os delinquentes extremistas e t\u00e3o pouca solidariedade e empatia com as v\u00edtimas do terrorismo e com os crist\u00e3os perseguidos nos Estados mu\u00e7ulmanos e com o sofrimento humano? Na Alemanha h\u00e1 question\u00e1rios problem\u00e1ticos a requerentes de asilo que se dizem crist\u00e3os ou convertidos ao cristianismo, havendo protocolos de casos em que os funcion\u00e1rios do Estado argumentavam que se o iraniano requerente a asilo se convertesse ao isl\u00e3o, ent\u00e3o n\u00e3o seria perseguido nos seus pa\u00edses. A Igreja evang\u00e9lica protestou contra tal proceder que induz iranianos, ou requerentes a exilio de pa\u00edses anticrist\u00e3os, a converterem-se ao Isl\u00e3o para n\u00e3o terem de se exilar.<\/p>\n<p><strong>A ratoeira da compreens\u00e3o e da autoincrimina\u00e7\u00e3o fomentam o caos, cria medos e sentimentos de culpa e desresponsabiliza os refugiados perante a comunidade acolhedora, fomentando assim um clima envenenado nesta, o que tamb\u00e9m n\u00e3o favorece os refugiados.<\/strong> Atendendo aos problemas que uma sociedade alem\u00e3, francesa e inglesa tem com mu\u00e7ulmanos exige-se uma compreens\u00e3o cr\u00edtica e n\u00e3o ing\u00e9nua nem tendenciosa. \u201cSede, pois, prudentes como as serpentes, mas simples como as pombas\u201d (Mt.10,16).<\/p>\n<p><strong>A guerra durar\u00e1 at\u00e9 ao momento em que se renuncie \u00e0 interpreta\u00e7\u00e3o literal do Cor\u00e3o e \u00e0 sua exig\u00eancia de superioridade hegem\u00f3nica; a forma\u00e7\u00e3o consequente e grande empenho em prol do fomento do papel da mulher mu\u00e7ulmana para a moderniza\u00e7\u00e3o do Isl\u00e3o, seria uma estrat\u00e9gia digna do Ocidente e ao mesmo tempo uma oportunidade para reflectir sobre a masculinidade do pr\u00f3prio sistema. \u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Parte da sociedade sente-se tra\u00edda pela classe dominante. <strong>O cidad\u00e3o vota valores, mas a classe pol\u00edtica converte-os em interesses;<\/strong> as ditaduras ca\u00edram para servirem uma outra economia; a democracia \u00e9 esmiolada e legitima indirectamente o terrorismo para servir uma economia turbocapitalista aliada ao marxismo.<\/p>\n<p>A diversidade \u00e9 enriquecedora enquanto os mu\u00e7ulmanos n\u00e3o se tornarem maioria em rela\u00e7\u00e3o aos outros, porque ent\u00e3o procuram fazer virar a roda da hist\u00f3ria e transformar a diversidade \u00e9tnica e religiosa em<a href=\"https:\/\/antonio-justo.eu\/?p=4364\"> monocultura<\/a>; at\u00e9 l\u00e1 os outros estrangeiros passam a viver na sombra mu\u00e7ulmana devido aos problemas que dominam a pra\u00e7a p\u00fablica.<\/p>\n<p>Lou Marinoff, adverte: &#8220;<a href=\"http:\/\/24.sapo.pt\/vida\/artigos\/lou-marinoff-mundo-muculmano-esta-a-invadir-europa-em-camara-lenta)\">Sejamos francos<\/a>: o mundo mu\u00e7ulmano \u00e9 um desastre economicamente, porque ainda n\u00e3o separou o estado da mesquita.\u201d\u2026<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2><span style=\"color: #3366ff;\">Terrorismo \u00e9 tamb\u00e9m t\u00e1tica de amedrontamento<\/span><\/h2>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>O terrorismo mu\u00e7ulmano consegue impor o medo na Europa e ao mesmo tempo motivar os pol\u00edticos a elaborar leis contra a liberdade individual dos seus cidad\u00e3os.<\/strong> Para combater o terror n\u00e3o precisar\u00edamos de uma vigil\u00e2ncia generalizada de todos os cidad\u00e3os, como conservadores exigem. N\u00e3o precisar\u00edamos tamb\u00e9m de uma atitude pseudotolerante de ideologias que indirectamente apoiam o status quo atrav\u00e9s da compreens\u00e3o que manifestam pelos terroristas, explicando\/desculpando os actos dos assassinos como se estes fossem meras v\u00edtimas da pobreza e do imperialismo americano (reduzem geralmente a quest\u00e3o \u00e0 perspectiva do imperialismo e do colonialismo, como se os outros fossem todos uns coitadinhos!). <strong>Acabam por verem o terrorismo sob a perspectiva isl\u00e2mica quando o deveria ver sob o ponto de vista da paz e dos direitos humanos. <\/strong>Um certo sobranceirismo acomoda-se aceitando a quest\u00e3o como irresolv\u00edvel e ao mesmo tempo vendo nos outros s\u00f3 v\u00edtimas e como tal sem obriga\u00e7\u00e3o de respeitarem a cultura que os acolhe. Nem tanto ao mar nem tanto \u00e0 terra!<\/p>\n<p>Para Marinoff, o terrorismo, &#8220;\u00e9 apenas uma t\u00e1tica&#8221;. &#8220;Para que fiquemos amedrontados e tentemos acalm\u00e1-los, dando-lhes ainda mais poder. \u00c9 um desastre&#8221;!<\/p>\n<p>No encontro de cuturas tem-se a ver com pessoas e com institui\u00e7\u00f5es e estas servem-se daquelas para defenderem interesses institucionais de poder contra outras pessoas. Urge a desinstitucionaliza\u00e7\u00e3o das pessoas (+ personaliza\u00e7\u00e3o-humaniza\u00e7\u00e3o) e uma democratiza\u00e7\u00e3o de estruturas e institui\u00e7\u00f5es, de modo a\u00a0 estas darem prioridade ao servi\u00e7o da pessoa humana (membros) sem abusar da humanidade pessoal. N\u00e3o \u00e9 humanamente \u00e9tico servir-se das pessoas para fortalecer o poderio exterior de um grupo perante outro, quando os sujeitos-objecto desses grupos s\u00e3o o comum das pessoas. Neste sentido deixaria de haver grego nem troiano a combter. \u00c0 medida que a humanidade se fomente no homem mais secund\u00e1rio pode ztrornar-se o poder institucional.<\/p>\n<p>A sociedade e seus multiplicadores n\u00e3o se podem contentar \u00e0 mera necessidade de descrever, explicar ou ordenar acontecimentos numa estrat\u00e9gia de um mal legitimar o outro. A<strong> viol\u00eancia, venha de onde vier, \u00e9 sempre um atentado contra a democracia e contra a \u00e9tica civilizada que urge defender, com base na dignidade humana de quem acolhe e de quem \u00e9 acolhido. <\/strong>O maior garante da paz seria a justi\u00e7a, mas em nome dela se fazem guerras, tal como em nome da pessoa se afirmam os interesses das institui\u00e7\u00f5es \u00e0 custa da personalidade individual. Apesar da viol\u00eancia ser um factor que obriga a Hist\u00f3ria, o Isl\u00e3o s\u00f3 subsistir\u00e1 se servir a pessoa.<\/p>\n<p>\u00a9 <strong>Ant\u00f3nio da Cunha Duarte Justo<\/strong><\/p>\n<p>Ex-presidente do Conselho de Estrangeiros em Kassel<\/p>\n<p>Pegadas do Tempo<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A emboscada do terror e a armadilha da compreens\u00e3o &nbsp; Ant\u00f3nio Justo Alegadamente o isl\u00e3o\/islamismo \u00e9 uma religi\u00e3o pac\u00edfica e tolerante. Por\u00e9m, os factos revelam-na diferente porque acontecem em conformidade com o Cor\u00e3o, com a lei isl\u00e2mica da sharia e com o H\u00e1dice (os ditos e feitos de Maom\u00e9).\u00a0 Dizer que o terrorismo n\u00e3o tem &hellip; <a href=\"https:\/\/antonio-justo.eu\/?p=4385\" class=\"more-link\">Continuar a ler <span class=\"screen-reader-text\">DA HIPOCRISIA POL\u00cdTICA \u00c0 INCULPABILIDADE MU\u00c7ULMANA<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"sfsi_plus_gutenberg_text_before_share":"","sfsi_plus_gutenberg_show_text_before_share":"","sfsi_plus_gutenberg_icon_type":"","sfsi_plus_gutenberg_icon_alignemt":"","sfsi_plus_gutenburg_max_per_row":"","footnotes":""},"categories":[15,14,4,6,7,8],"tags":[],"class_list":["post-4385","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-cultura","category-economia","category-educacao","category-migracao","category-politica","category-religiao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/antonio-justo.eu\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/4385","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/antonio-justo.eu\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/antonio-justo.eu\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/antonio-justo.eu\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/antonio-justo.eu\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=4385"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/antonio-justo.eu\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/4385\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4390,"href":"https:\/\/antonio-justo.eu\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/4385\/revisions\/4390"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/antonio-justo.eu\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=4385"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/antonio-justo.eu\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=4385"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/antonio-justo.eu\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=4385"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}