{"id":4156,"date":"2017-02-24T23:16:26","date_gmt":"2017-02-24T22:16:26","guid":{"rendered":"https:\/\/antonio-justo.eu\/?p=4156"},"modified":"2017-02-25T12:31:23","modified_gmt":"2017-02-25T11:31:23","slug":"e-o-islao-a-caixa-de-pandora-da-civilizacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/antonio-justo.eu\/?p=4156","title":{"rendered":"\u00c9 O ISL\u00c3O A CAIXA DE PANDORA DA CIVILIZA\u00c7\u00c3O?"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #ff0000;\"><strong><span style=\"color: #ff0000;\">Impulsos para uma discuss\u00e3o honesta sobre o Isl\u00e3o<\/span><\/strong><\/span><\/p>\n<p><strong>Ant\u00f3nio Justo<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"><strong><span style=\"color: #ff0000;\">Da falta de transpar\u00eancia numa discuss\u00e3o torcida<\/span><\/strong><\/span><\/p>\n<p><strong>Dizer que \u00abAlcor\u00e3o n\u00e3o apela \u00e0 guerra, mas \u00e0 justi\u00e7a\u00bb como faz o Xeque David Munir<\/strong> (Im\u00e3 da Mesquita de Lisboa) <strong>\u00e9 torcer e esconder a realidade literal e factual da linha oficial isl\u00e2mica<\/strong>; uma tal afirma\u00e7\u00e3o sobre muitas suras do Cor\u00e3o faz lembrar um recurso a frases do tipo de interpreta\u00e7\u00e3o das Sibilas sob inspira\u00e7\u00e3o de Apolo! Entre a objectividade das frases do Cor\u00e3o e uma interpreta\u00e7\u00e3o individual (n\u00e3o oficial: <strong>o isl\u00e3o n\u00e3o permite anota\u00e7\u00f5es interpretativas ou explicativas do Cor\u00e3o<\/strong>) esconde-se a realidade das inten\u00e7\u00f5es numa confus\u00e3o sempre oportuna, \u00e0 margem das obras que se praticam.<\/p>\n<p>E<strong>m tempos modernos, o recurso \u00e0 ambiguidade como maneira de se desenvencilhar de situa\u00e7\u00f5es embara\u00e7osas n\u00e3o ajuda os mu\u00e7ulmanos nem os interlocutores.A alternativa \u00e9 a reforma!<br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p>Naturalmente, um p\u00fablico pouco informado d\u00e1-se por contente com o primeiro aperitivo que se lhe apresente para alimentar a mente. <strong>J\u00e1 vai sendo tempo de entrarmos num di\u00e1logo s\u00e9rio e com exig\u00eancia, num encontro de olhos nos olhos de modo a deixar-se o estilo de discurso de subterf\u00fagio e a atitude amaneirada e diplom\u00e1tica dos nossos sal\u00f5es de discuss\u00e3o. Isto adia o desenvolvimento do isl\u00e3o e apenas serve o neg\u00f3cio dos diferentes funcion\u00e1rios, interessados em ajuntar p\u00fablicos mal servidos, ao servi\u00e7o de diferentes grupos de interesses<\/strong> (numa uni\u00e3o enganadora subterfugiada no uso do pensamento politicamente correcto) que t\u00eam medo de discuss\u00f5es de alto n\u00edvel filos\u00f3fico, teol\u00f3gico, sociol\u00f3gico e antropol\u00f3gico e como tal sem lugar para controv\u00e9rsia. N\u00e3o h\u00e1 lugar para a controv\u00e9rsia porque os grupos de interesse est\u00e3o empenhados na dfesa do status quo e n\u00e3ointeressados na verdade que interessaria ao indiv\u00edduo e ao povo.<\/p>\n<p>\u00c9 tamb\u00e9m para admirar a vontade de uma sociedade do mainstream meramente ouvinte e de boca aberta na escuta de explica\u00e7\u00f5es que nos distraem e desviam do mundo dos factos que determinam o nosso viver e o de gera\u00e7\u00f5es futuras.<\/p>\n<p><strong>David Munir conhece certamente o princ\u00edpio isl\u00e2mico da Hudaybiyyah (m\u00e9todo de enganar e obter vantagens). <\/strong>Esta tradi\u00e7\u00e3o assenta no tratado de paz assinado por Maom\u00e9 em Hudaybiyyah e onde este \u00a0se compromete a n\u00e3o atacar a cidade de Meca por um per\u00edodo de dez anos; os representantes de Meca confiaram no acordo feito com Maom\u00e9 mas este aproveitou-se da confian\u00e7a dos advers\u00e1rios no acordo para se preparar e assim poder atacar Meca com sucesso; passados dois anos, atacou Meca que em 24 horas venceu completamente, porque inesperadamente atacada<strong>. Este proceder de Maom\u00e9 passou a ser um princ\u00edpio da estrat\u00e9gia de guerra para o isl\u00e3o (O mesmo princ\u00edpio aliado \u00e0 Taqiyya constitui, como se v\u00ea da Hist\u00f3ria, a t\u00e1tica de comportamento adaptado por minorias isl\u00e2micas enquanto vivem numa sociedade em minoria: como exemplo bem pr\u00f3ximo temos o Kosovo e a Alb\u00e2nia<\/strong>).<\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\"><a style=\"color: #000000;\" href=\"http:\/\/cristaossionistasportugueses.blogspot.de\/2016\/07\/o-tratado-de-hudaybiyyah.html\">Yasser Arafat,<\/a> <\/span>assinou o acordo de Oslo com Israel em 1993 para receber terras dos Judeus. Passados 8 anos quebrou o acordo (nem esperou 10 anos) e declarou a segunda revolta em 2.000, causando uma imensa confus\u00e3o. <strong>Arafat conseguiu apaziguar alguns advers\u00e1rios que inicialmente estava contra o contrato, dizendo \u201cLembrem-se de Hudaybiyyah\u201d!<\/strong><\/p>\n<p><strong>Enganar e obter vantagens \u00e9 tamb\u00e9m o outro princ\u00edpio isl\u00e2mico da taqiyya<\/strong> <strong>que consiste na pr\u00e1tica da simula\u00e7\u00e3o (fingir a mundivis\u00e3o), consiste, em casos embara\u00e7osos, em <\/strong><strong>dissimular a pr\u00f3pria cren\u00e7a religiosa e em poder usar da mentira desde que isso sirva o Isl\u00e3o ou o crente!<\/strong> O princ\u00edpio da Taqiya assenta na Sura 3:28, que diz: &#8220;Os crentes n\u00e3o devem tomar os incr\u00e9dulos em vez dos fi\u00e9is como amigos. Quem faz isso j\u00e1 n\u00e3o tem nenhuma comunidade com Deus. \u00c9 diferente, se estiverdes na frente deles (ou seja, os descrentes) e se tiverdes realmente medo deles\u201d. A amizade com n\u00e3o mu\u00e7ulmanos s\u00f3 \u00e9 justificada em caso de medo! Outras suras justificadoras da Taqiyya: Sura 49:13 e Sura 16:106<\/p>\n<p>Uma mera tentativa de explica\u00e7\u00f5es do Cor\u00e3o para pessoas n\u00e3o mu\u00e7ulmanas, querendo <strong>interpretar a palavra jihad e outros solicita\u00e7\u00f5es do Cor\u00e3o \u00e0 guerra e ao assass\u00ednio em nome de Al\u00e1, como algo descontextuado, vai contra a realidade muculmana e corresponde a lan\u00e7ar poeira sobre os olhos dos ouvintes,<\/strong> dado essa interpreta\u00e7\u00e3o (que implicaria uma abordagem hist\u00f3rico-cr\u00edtica) n\u00e3o ser praticada nos pa\u00edses isl\u00e2micos e continuar a n\u00e3o ser assumida pelas lideran\u00e7as isl\u00e2micas. \u00c9 preciso ter-se muita confian\u00e7a sobre si mesmo e ser-se muito insens\u00edvel \u00e0 realidade dos factos para se conseguir passar a mensagem de que o isl\u00e3o \u00e9 uma religi\u00e3o da paz. (O que n\u00e3o quer dizer que ele n\u00e3o tenha em si tamb\u00e9m potencialidades para se tornar numa religi\u00e3o da paz!)<\/p>\n<p>A compreens\u00e3o e o desconto que se pede para os apelos \u00e0 viol\u00eancia nos textos sagrados isl\u00e2micos seriam de compreender se no isl\u00e3o fosse permitida uma abordagem que admita a an\u00e1lise hist\u00f3rico-cr\u00edtica (que tivesse em conta o contexto humano e cultural da \u00e9poca e a pessoa de Maom\u00e9) e possibilitasse uma vis\u00e3o liter\u00e1ria e n\u00e3o apenas literal dos textos (refira-se aqui, em abono da verdade, que tamb\u00e9m h\u00e1 algumas seitas crist\u00e3s que interpretam toda a B\u00edblia \u00e0 letra; os seus estragos n\u00e3o s\u00e3o t\u00e3o grandes porque se reduzem a grupos pouco numerosos e que n\u00e3o se afirmam como gueto). O que o Cor\u00e3o, a Sharia e os ensinamentos de Maom\u00e9 precisam \u00e9 de uma abordagem que lhes permita n\u00e3o continuar a interpret\u00e1-los hoje como se viv\u00eassemos no contexto de Maom\u00e9. De resto muitos referentes do isl\u00e3o v\u00eaem-se obrigados a fazer uma apresenta\u00e7\u00e3o enganosa de muitos textos.<\/p>\n<p><strong>Que os mu\u00e7ulmanos ajam como agem n\u00e3o \u00e9 de admirar porque a sua estrat\u00e9gia de afirma\u00e7\u00e3o de grupo tem resultado em benef\u00edcio da expans\u00e3o isl\u00e2mica, o que \u00e9 de estranhar \u00e9 o facto de pessoas formadas no esp\u00edrito iluminista abdicarem das capacidades de discernimento e do esp\u00edrito de procura da verdade em benef\u00edcio das boas maneiras. <\/strong>Quem n\u00e3o for amigo da verdade tamb\u00e9m n\u00e3o serve como amigo do Homem.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #ff0000;\">Isl\u00e3o sem reforma \u00e9 um engano para a ocasi\u00e3o<\/span> <\/strong><\/p>\n<p>Quem for amigo do isl\u00e3o estar\u00e1 certamente interessado na sua reforma porque s\u00f3 desta forma ele poder\u00e1 sobreviver ao saber da juventude mu\u00e7ulmana e contribuir para a paz no mundo.<\/p>\n<p>J\u00e1 n\u00e3o chega defender-se os interesses da religi\u00e3o ou da pol\u00edtica, chegou a hora de se colocar a pessoa humana e o cidad\u00e3o em primeiro plano independentemente das suas cren\u00e7as ou tend\u00eancias. A dignidade humana n\u00e3o pode ser posta de lado por muito amor e respeito que se possa ter por uma cultura ou religi\u00e3o. S\u00f3 apresenta caracter de sustentabilidade a institui\u00e7\u00e3o que defenda os interesses do Homem que se expressam na inviolabilidade da dignidade humana e na sua liberdade. Sim, at\u00e9 porque Deus, na compreens\u00e3o crist\u00e3, encarnou no Homem, independentemente da sua cren\u00e7a numa rela\u00e7\u00e3o de amor que cria comunidade.<\/p>\n<p>Isto de se querer apresentar exteriormente um isl\u00e3o vestido \u00e0 maneira ocidental \u00e9 um engano duplo ad intra et ad extra. Um engano para os de fora porque se faz dizer aos textos o que eles n\u00e3o dizem e que as autoridades isl\u00e2micas consequentemente impedem de dizer ad intra e \u00e9 tamb\u00e9m um engano ad intra porque impede uma verdadeira discuss\u00e3o entre os funcion\u00e1rios do isl\u00e3o.<\/p>\n<p>De facto estes s\u00e3o os mais perigosos porque s\u00e3o contra um isl\u00e3o moderno \u2013 um euro-isl\u00e3o em constru\u00e7\u00e3o como alguns mu\u00e7ulmanos na Alemanha e n\u00e3o s\u00f3.<strong> O mu\u00e7ulmano Prof. Dr. Bassam Tibi j\u00e1 confessou ter de capitular da vis\u00e3o de um isl\u00e3o humanista europeu porque v\u00ea que a pol\u00edtica e a grande maioria das institui\u00e7\u00f5es europeias promovem um \u201cisl\u00e3o de len\u00e7o na cabe\u00e7a\u201d um isl\u00e3o da sharia, s\u00f3 interessado numa discuss\u00e3o de um isl\u00e3o torcido a viver da d\u00favida e da inseguran\u00e7a dos outros.<\/strong><\/p>\n<p>Para que o Cor\u00e3o seja entendido e compreendido como c\u00f3digo de vida para os mu\u00e7ulmanos modernos, os funcion\u00e1rios do Isl\u00e3o ter\u00e3o de come\u00e7ar por permitir o acesso hist\u00f3rico-cr\u00edtico aos seus textos e deixar de os aferir e interpretar \u00e0 maneira de Maom\u00e9 (profeta e guerreiro) sem atender \u00e0 revela\u00e7\u00e3o divina atrav\u00e9s da Hist\u00f3ria e dos tempos. Naturalmente, o Cor\u00e3o ao pretender ser tido na sua leitura como a inlibra\u00e7\u00e3o de Deus (Al\u00e1) impede qualquer interpreta\u00e7\u00e3o liberal.<\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #ff0000;\">A Verdade n\u00e3o se encontra s\u00f3 no caminho caminhado<\/span><\/strong><\/p>\n<p>Naturalmente, n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel eliminar as limita\u00e7\u00f5es humanas dos textos nem da Hist\u00f3ria; pior ainda seria se permanec\u00eassemos presos nelas. Assim tamb\u00e9m n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel eliminar o preconceito da sua interpreta\u00e7\u00e3o, atendendo \u00e0s conota\u00e7\u00f5es da inspira\u00e7\u00e3o que cada \u00e9poca faz na sua interpreta\u00e7\u00e3o como reac\u00e7\u00e3o \u00e0 necessidade de se alinhar numa narrativa aberta mas coerente.<\/p>\n<p>Cada pessoa, cada sociedade precisa de um certo enquadramento que lhe d\u00ea identidade e express\u00e3o pr\u00f3pria e neste processo de identifica\u00e7\u00e3o surge o problema dos caixilhos porque pretendem delinear as fronteiras da verdade quando ela \u00e9 uma realidade sem fronteiras. Aqui se situa o problema do preconceito e a t\u00e1tica da confus\u00e3o como maneira de se afirmar. <strong>O preconceito fundamenta a pretens\u00e3o de se possuir a verdade encerrada no caixilho da pr\u00f3pria vis\u00e3o ou entendimento. O Cor\u00e3o e o Isl\u00e3o pretendem-se como a verdade absoluta e derradeira da Hist\u00f3ria humana, cometendo assim o equ\u00edvoco de identificar os confins da verdade com a cultura \u00e1rabe.<\/strong> Este comportamento verifica-se ainda hoje na pr\u00e1tica das sociedades mu\u00e7ulmanas que consideram as minorias como seres de segunda ou terceira classe. (Porque n\u00e3o exigem os funcion\u00e1rios isl\u00e2micos da di\u00e1spora os mesmos direitos para as minorias que vivem nos seus sistemas como exigem para os seus crentes na di\u00e1spora; porque n\u00e3o se manifestam os representantes do isl\u00e3o na di\u00e1spora contra as barbaridades que seus irm\u00e3os cometem na \u00c1frica e na \u00c1sia? \u2013 N\u00e3o o fazem porque o Cor\u00e3o n\u00e3o o permite, n\u00e3o serviria o isl\u00e3o e o isl\u00e3o \u00e9 contra a bilaterada em termos de igualdade de direitos religiosos e humanos).<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m a necessidade de uma \u201ccidadania integrada, integradora e activa\u201d n\u00e3o pode implicar uma discuss\u00e3o do faz de conta, pronta a engolir cobras e lagartos, doutro modo corresponderia a um marcar passo das culturas e abdicar do chamamento de todos \u00e0 verdade (para l\u00e1 dos enquadramentos culturais) a que toda a humanidade est\u00e1 chamada, em nome do desenvolvimento, a ver o mundo como um tecido comum que todos tecem. S\u00f3 o conhecimento e o di\u00e1logo franco e aberto proveniente da diversidade religiosa poder\u00e3o fomentar uma sociedade de alta compet\u00eancia, diversificada e oleada pelo respeito m\u00fatuo, sem cair na necessidade de se impor gato por lebre.<\/p>\n<p>A preocupa\u00e7\u00e3o da pol\u00edtica pela igualdade e pelo equil\u00edbrio dos grupos a agir no tecido social n\u00e3o deveria impedir um di\u00e1logo que para ser prof\u00edcuo ter\u00e1 de seguir as regras do velho discurso da controv\u00e9rsia. O respeito de uns pelos outros e o chamamento \u00e0 descoberta da verdade n\u00e3o podem deixar-nos alinhar numa realidade do p\u00f3s-facto em que a emo\u00e7\u00e3o e o oportunismo se tornem como orientadores da sociedade. A ideia e a procura da verdade s\u00e3o a luz que ilumina o nosso caminhar.<\/p>\n<p>Continua num artigo pr\u00f3ximo que tratar\u00e1 sobre raz\u00f5es do desinteresse numa discuss\u00e3o honesta e digno sobre o Isl\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>\u00a9 Ant\u00f3nio da Cunha Duarte Justo<\/strong><\/p>\n<p>Pegadas do Esp\u00edrito no Tempo<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Impulsos para uma discuss\u00e3o honesta sobre o Isl\u00e3o Ant\u00f3nio Justo Da falta de transpar\u00eancia numa discuss\u00e3o torcida Dizer que \u00abAlcor\u00e3o n\u00e3o apela \u00e0 guerra, mas \u00e0 justi\u00e7a\u00bb como faz o Xeque David Munir (Im\u00e3 da Mesquita de Lisboa) \u00e9 torcer e esconder a realidade literal e factual da linha oficial isl\u00e2mica; uma tal afirma\u00e7\u00e3o sobre &hellip; <a href=\"https:\/\/antonio-justo.eu\/?p=4156\" class=\"more-link\">Continuar a ler <span class=\"screen-reader-text\">\u00c9 O ISL\u00c3O A CAIXA DE PANDORA DA CIVILIZA\u00c7\u00c3O?<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"sfsi_plus_gutenberg_text_before_share":"","sfsi_plus_gutenberg_show_text_before_share":"","sfsi_plus_gutenberg_icon_type":"","sfsi_plus_gutenberg_icon_alignemt":"","sfsi_plus_gutenburg_max_per_row":"","footnotes":""},"categories":[3,15,4,6,7,8],"tags":[],"class_list":["post-4156","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-arte","category-cultura","category-educacao","category-migracao","category-politica","category-religiao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/antonio-justo.eu\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/4156","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/antonio-justo.eu\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/antonio-justo.eu\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/antonio-justo.eu\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/antonio-justo.eu\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=4156"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/antonio-justo.eu\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/4156\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4159,"href":"https:\/\/antonio-justo.eu\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/4156\/revisions\/4159"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/antonio-justo.eu\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=4156"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/antonio-justo.eu\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=4156"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/antonio-justo.eu\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=4156"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}