{"id":4096,"date":"2017-02-04T20:28:16","date_gmt":"2017-02-04T19:28:16","guid":{"rendered":"https:\/\/antonio-justo.eu\/?p=4096"},"modified":"2017-02-04T20:33:09","modified_gmt":"2017-02-04T19:33:09","slug":"deus-nao-e-igual-a-deus","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/antonio-justo.eu\/?p=4096","title":{"rendered":"DEUS N\u00c3O \u00c9 IGUAL A DEUS"},"content":{"rendered":"<p><strong>Existe um Isl\u00e3o n\u00e3o pol\u00edtico? <\/p>\n<p>Ant\u00f3nio Justo<\/strong><br \/>\n<strong><br \/>\nFactores impulsionadores da viol\u00eancia<\/strong><\/p>\n<p>O Isl\u00e3o considera a pol\u00edtica e a religi\u00e3o como uma unidade insepar\u00e1vel (sem separa\u00e7\u00e3o entre poder secular e poder religioso) e, ao mesmo tempo, subjuga a dignidade da pessoa aos interesses da comunidade e segue o princ\u00edpio selectivo da evolu\u00e7\u00e3o dando a raz\u00e3o ao mais forte. Como na ditadura do proletariado tamb\u00e9m no isl\u00e3o o indiv\u00edduo \u00e9 meio e n\u00e3o fim em si; os interesses do grupo justificam a imola\u00e7\u00e3o do indiv\u00edduo porque o que est\u00e1 em causa \u00e9 a justifica\u00e7\u00e3o da superioridade da cultura (institui\u00e7\u00e3o) e n\u00e3o a rela\u00e7\u00e3o pessoal e comunit\u00e1ria; tais pressupostos fomentam a viol\u00eancia e a guerra porque vinculam totalmente a pessoa (individual, religiosa e politicamente) ao sistema seu que se afirma contra outros sistemas. <\/p>\n<p><strong>Cultura do gueto contra cultura aberta<\/strong><\/p>\n<p><strong>Uma sociedade para ser pac\u00edfica tem de ser plural, tem de partir da liberdade e da dignidade individual<\/strong> e n\u00e3o dos meros interesses da institui\u00e7\u00e3o que faz do crente um escravo de Deus e da religi\u00e3o. <\/p>\n<p>Os pol\u00edticos ocidentais n\u00e3o se importam com <strong>a dupla estrat\u00e9gia dos membros de pa\u00edses de cultura \u00e1rabe<\/strong>: os mu\u00e7ulmanos, no estrangeiro, exigem abertura social-cultural da sociedade acolhedora para se afirmarem nela como gueto e a n\u00edvel nacional interno perseguem ou discriminam quem n\u00e3o for mu\u00e7ulmano.<\/p>\n<p>Assim se processa um m\u00e9todo sub-rept\u00edcio de invas\u00e3o de uma cultura pela outra sem contrapartidas nem acordos bilaterais correspondentes. <strong>O argumento mu\u00e7ulmano usado, de que a nossa sociedade ocidental deve abrir-lhe totalmente as portas pelo facto de se definir como sociedade aberta, n\u00e3o \u00e9 coerente<\/strong> e n\u00e3o legitima, por outro lado, que a sociedade mu\u00e7ulmana do pa\u00eds de origem se afirme como monol\u00edtica e fechada, quando, no estrangeiro, se afirme na sociedade aberta como gueto. <\/p>\n<p><strong>Representantes isl\u00e2micos escondem, no seu di\u00e1logo com os pol\u00edticos e com os representantes de outras religi\u00f5es, que na sua religi\u00e3o mais que de religi\u00e3o e \u00e9tica se trata de poder e influ\u00eancia religiosa e pol\u00edtica. <\/strong>Considerando as coisas meramente sob o pressuposto do poder, o grande forte da cultura isl\u00e2mica perante outras culturas reside ainda no facto de n\u00e3o distinguir entre religi\u00e3o e pol\u00edtica, entre poder religioso e poder secular, considerando o isl\u00e3o como factor de identidade nacional, cultural e individual. <\/p>\n<p><strong>Representantes do isl\u00e3o, para defenderem o seu satus quo, procuram, inteligentemente, confundir os parceiros de di\u00e1logo dizendo que Maom\u00e9 tinha ao mesmo tempo uma fun\u00e7\u00e3o religiosa e pol\u00edtica <\/strong><strong>(falava ao mesmo tempo como profeta e como guerreiro comandante.<\/strong> Deste modo as mensagens de Maom\u00e9 s\u00e3o consideradas ao mesmo tempo pol\u00edticas e religiosas ou conforme d\u00ea mais vantagem; esta foi uma estrat\u00e9gia que o isl\u00e3o fez e faz na sua pol\u00edtica imperialista. Palavra de honra e vinculativa s\u00f3 h\u00e1 em rela\u00e7\u00e3o aos da pr\u00f3pria religi\u00e3o. <\/p>\n<p>Uma outra estrat\u00e9gia de branqueamento da viol\u00eancia isl\u00e2mica \u00e9 afirmar-se que fundamentalistas tamb\u00e9m os h\u00e1 nos crist\u00e3os. <\/p>\n<p>Naturalmente todas as pessoas trazem consigo o bem e o mal mas h\u00e1 uma grande diferen\u00e7a quando se valem da viol\u00eancia e da repress\u00e3o.<\/p>\n<p>Neste sentido, a religi\u00e3o mu\u00e7ulmana torna-se num instrumento pol\u00edtico que atrav\u00e9s da instrumentaliza\u00e7\u00e3o do s\u00fabdito mu\u00e7ulmano opera uma invas\u00e3o agressiva, ao n\u00e3o permitir liberdade individual ao crente e ao utilizar a religi\u00e3o como \u00fanico factor de poder e de expansionismo hegem\u00f3nico (pena de morte, procria\u00e7\u00e3o, mulheres e escravas) e definir como mu\u00e7ulmano todo o filho de pai isl\u00e2mico (por isso, uma mu\u00e7ulmana que se casasse com um n\u00e3o mu\u00e7ulmano constituiria motivo de vergonha e desonra para a fam\u00edlia que chega a motivar assassino por motivo de honra, como acontece, por vezes, tamb\u00e9m na Alemanha). Como se verifica, o poder isl\u00e2mico \u00e9 de uma congru\u00eancia insuper\u00e1vel no sentido de fazer valer a sua posi\u00e7\u00e3o perante os de fora. O Isl\u00e3o n\u00e3o mudar\u00e1 enquanto n\u00e3o se abrir \u00e0 teologia e enquanto continuar posse de associa\u00e7\u00f5es e funcion\u00e1rios com um emaranhado de interesses que ligam a religi\u00e3o ao chauvinismo nacional. Exemplo: Ditib \u2013 confedera\u00e7\u00e3o de associa\u00e7\u00f5es turcas na Alemanha &#8211; tem representado interesses antidemocr\u00e1ticos da Turquia que com o seu minist\u00e9rio da religi\u00e3o e correspondente envio rotativo de imames v\u00ea o fascismo turco ser apoiado na Alemanha em contraposi\u00e7\u00e3o com os princ\u00edpios democr\u00e1ticos da sociedade alem\u00e3. Na Alemanha e noutros pa\u00edses as institui\u00e7\u00f5es conservadoras isl\u00e2micas s\u00e3o muito fortes e consideram-se os \u00fanicos parceiros de di\u00e1logo e a pol\u00edtica como precisa de parceiros organizados, para o di\u00e1logo, fomenta-os; <strong>os mu\u00e7ulmanos mais liberais s\u00e3o arredados dos \u00f3rg\u00e3os de co-decis\u00e3o<\/strong> e deste modo impede-se um Isl\u00e3o mais humanista. Assim se vai formando uma sociedade paralela de religi\u00e3o totalit\u00e1ria. Na Alemanha nas ruas das grandes cidades, torna-se vis\u00edvel uma invas\u00e3o isl\u00e2mica no vestir das mulheres. Depois de mais de 40 anos de presen\u00e7a turca cada vez se nota mais o avan\u00e7o do isl\u00e3o de len\u00e7o na cabe\u00e7a.<\/p>\n<p>A liberdade religiosa no cristianismo e nos pa\u00edses ocidentais favorece o avan\u00e7o do Isl\u00e3o que n\u00e3o concede liberdade nem contrapartidas e por outro lado enfraquece a laicidade nos pa\u00edses de cunho crist\u00e3o. <\/p>\n<p>A<strong> proibi\u00e7\u00e3o de interpretar o Cor\u00e3o de maneira hist\u00f3rico-cr\u00edtica <\/strong>(ao contr\u00e1rio do que acontece no cristianismo) reduz a espiritualidade individual ou grupal a uma incrusta\u00e7\u00e3o de palavras cultuais e culturais que permanecem est\u00e1ticas nas mensagens \u00e9ticas do s\u00e9culo VII. Assim, <strong>a religi\u00e3o mu\u00e7ulmana \u00e9 uma religi\u00e3o pol\u00edtica sendo uma farsa falar-se do isl\u00e3o pol\u00edtico, quando, na realidade, o que a jurisprud\u00eancia mu\u00e7ulmana s\u00f3 permite o isl\u00e3o pol\u00edtico porque s\u00f3 considera a liberdade e a dignidade individual da pessoa numa rela\u00e7\u00e3o de subjuga\u00e7\u00e3o e de s\u00fabditos da sua cultura \u00e1rabe e esta como a \u00fanica verdadeira; uma certa toler\u00e2ncia s\u00f3 \u00e9 taticamente usada num per\u00edodo de transi\u00e7\u00e3o at\u00e9 que o grupo isl\u00e2mico se torne maioria. <\/strong>O isl\u00e3o \u00e9 intolerante, servindo-se da ambiguidade, como meio de afirma\u00e7\u00e3o, e do fascismo religioso n\u00e3o s\u00f3 como factor identit\u00e1rio mas tamb\u00e9m como estrat\u00e9gia hegem\u00f3nica. Na Europa h\u00e1 cientistas do isl\u00e3o que, pelo facto de defenderem uma an\u00e1lise hist\u00f3rico-cr\u00edtica do Cor\u00e3o e de Maom\u00e9, vivem sob vigil\u00e2ncia policial para n\u00e3o se tornarem v\u00edtimas de algum atentado isl\u00e2mico. O Cor\u00e3o tem muitas revela\u00e7\u00f5es jur\u00eddicas que requerem localiza\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica para n\u00e3o prolongarmos ad infinitum muitos dos seus costumes primitivos.<\/p>\n<p><strong>O isl\u00e3o tamb\u00e9m tem, muitas vezes, m\u00e1 fama por n\u00e3o reconhecer que o terrorismo isl\u00e2mico tem a ver com o isl\u00e3o:<\/strong> por toda a parte se assiste \u00e0 pr\u00e1tica da viol\u00eancia isl\u00e2mica no mundo mas publicamente afirma a sua vontade de paz e n\u00e3o se observe em nenhuma parte manifesta\u00e7\u00f5es isl\u00e2micas contra o terrorismo. <\/p>\n<p><strong>A interpreta\u00e7\u00e3o oficial de que o Cor\u00e3o \u00e9 literalmente palavra de Deus d\u00e1 raz\u00e3o e motiva os terroristas mu\u00e7ulmanos a fazerem o que fazem porque isso est\u00e1 escrito no Cor\u00e3o e Maom\u00e9 foi o primeiro a dar o exemplo de viol\u00eancia e n\u00e3o cumprimento de acordos.<\/strong> Os l\u00edderes isl\u00e2micos continuam a manter longe deles a autocr\u00edtica e n\u00e3o se preocupam por uma auto-compreens\u00e3o mais adequada aos tempos modernos.<br \/>\n<strong><br \/>\nO Deus de uma cultura espelha a realidade do Homem dessa cultura<\/strong><\/p>\n<p>Para se poder compreender textos antigos, a sua leitura ter\u00e1 de ser feita no seu contexto hist\u00f3rico e tamb\u00e9m serem submetidos \u00e0 an\u00e1lise hist\u00f3rico-cr\u00edtica. Querer interpret\u00e1-los apenas literalmente como fazem os mu\u00e7ulmanos e os Testemunhas de Jeov\u00e1 leva a confundir o seu esp\u00edrito com o corpo (escrita) que lhes d\u00e1 forma. <\/p>\n<p>O mesmo se diga sobre a hist\u00f3ria do desenvolvimento da consci\u00eancia \u00e9tica e moral! Por outro lado a revela\u00e7\u00e3o de Deus tamb\u00e9m n\u00e3o se deixa reduzir a uma rima, nem ao casulo de uma cultura nem t\u00e3o-pouco \u00e0 imagem que esta faz dele para se poder definir e subsistir; o lugar da revela\u00e7\u00e3o de Deus \u00e9 a pessoa que vive em comunidade e como tal s\u00f3 serve o Homem a cultura que o liberta e n\u00e3o a cultura ou religi\u00e3o que o subjuga com armaduras pesadas e impostas para fazer dele apenas soldado e se afirmar \u00e0 custa dele. Soldado implica guerra, a n\u00e3o ser que se entenda como irm\u00e3o da caridade e do amor que que disponibiliza a sua vida em servi\u00e7o do pr\u00f3ximo vendo em cada pessoa um filho de Deus independentemente da sua f\u00e9 ou cren\u00e7a.<br \/>\n<strong><br \/>\nDeus revela-se \u00e0 medida que o Homem \u00e9 capaz de entend\u00ea-lo e a sua imagem de Deus \u00e9 a melhor defini\u00e7\u00e3o do que ele \u00e9 e pretende ser. Por isso embora s\u00f3 haja um Deus, h\u00e1 contudo diferentes e quase contradit\u00f3rias imagens dele (religi\u00f5es). Por isso Deus n\u00e3o \u00e9 igual a Deus e consequentemente religi\u00e3o n\u00e3o \u00e9 igual a religi\u00e3o.<\/strong><\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o ao isl\u00e3o necessitam-se diferentes abordagens dos textos sagrados, como se faz na teologia ocidental; isto ajuda a evitar fundamentalismos sem a necessidade de se desfazer dos textos nem, por outro lado, de amarrar o sentido \u00e0 casca das palavras ou aos interesses de uma institui\u00e7\u00e3o em que a dignidade humana n\u00e3o seja o princ\u00edpio de soberania social. <\/p>\n<p><strong>A nossa percep\u00e7\u00e3o depende do contexto porque somos feitos tamb\u00e9m de comunidade<\/strong><\/p>\n<p>Em geral, o erro dos dirigentes mu\u00e7ulmanos vem do facto de n\u00e3o permitirem a an\u00e1lise contextual hist\u00f3rico-cr\u00edtica, considerando o Cor\u00e3o como um mon\u00f3logo de auto-revela\u00e7\u00e3o divina: um mon\u00f3logo sem parceiro que o entenda. <\/p>\n<p>O ser humano s\u00f3 se reconhece no di\u00e1logo ou no encarar um oposto (o rosto do outro leva-me a reconhecer e a perceber o meu rosto, sem necessidade de, para ser, negar o outro!). Por isso o ser humano \u00e9 o resultado do di\u00e1logo em di\u00e1logo. No di\u00e1logo pessoal e cultural de Deus com o Homem revelam-se simultaneamente Deus e o Homem na continua\u00e7\u00e3o do di\u00e1logo criador-criatura. O entender do homem \u00e9, tamb\u00e9m ele, uma revela\u00e7\u00e3o de si mesmo e de Deus. Deus d\u00e1-lhe a m\u00e3o para que o humano deixe de rastejar e se levante na afirma\u00e7\u00e3o-procura do que \u00e9 mais que uma imagem projectada num ecr\u00e3 material.<\/p>\n<p> No princ\u00edpio era a Palavra, a Informa\u00e7\u00e3o e esta tornou-se carne, revela-nos j\u00e1 o evangelho de S. Jo\u00e3o. Do di\u00e1logo surge comunidade, a comunidade dialogante que n\u00e3o se reduz ao di\u00e1logo do eu com um tu mas que se realiza no n\u00f3s (comunidade). Por isso Deus \u00e9 trinit\u00e1rio, n\u00e3o se reduz ao deserto de um mon\u00f3logo de um ausente consigo mesmo, nem \u00e0 crusta da terra porque esta encobre vida. \u00c9 comunica\u00e7\u00e3o do ser, expressa no estar, no sempre a tornar-se (acontecer).<\/p>\n<p>Deus \u00e9 a rela\u00e7\u00e3o por excel\u00eancia que faz da vida rela\u00e7\u00e3o, n\u00e3o podendo ser limitador da rela\u00e7\u00e3o como quer o Isl\u00e3o, com muitas frases do Cor\u00e3o, que procura, atrav\u00e9s delas, aprisionar Deus na cultura \u00e1rabe e legitimar a opress\u00e3o e a persegui\u00e7\u00e3o dos vizinhos (dos fora do gueto: os denominados \u00edmpios ou incr\u00e9dulos).<strong> Tamb\u00e9m muitos mu\u00e7ulmanos terroristas justificam o seu agir violento com o Cor\u00e3o, interpretando-o \u00e0 letra mas n\u00e3o notando que muitos textos do Cor\u00e3o se encontram em contradi\u00e7\u00e3o e que neles Al\u00e1 muda de opini\u00e3o conforme os interesses da situa\u00e7\u00e3o, por vezes muito mundanos. <\/strong><\/p>\n<p>Naturalmente, o conte\u00fado do Cor\u00e3o ou de uma revela\u00e7\u00e3o n\u00e3o pode ser reduzido ao contexto hist\u00f3rico ou a uma hist\u00f3ria edificante para o tempo. Trata-se de ver o que a casca do texto encobria para hoje melhor compreendermos a verdade profunda que ele esconde e que tamb\u00e9m hoje usamos para melhor nos definirmos, percebermos e expressarmos. N\u00e3o se trata apenas de descobrir o conte\u00fado \u00e9tico ou hist\u00f3rico mas a espiritualidade que dele brota como eco de Deus, na express\u00e3o que encobre o exprimido. <\/p>\n<p>Em contexto apolog\u00e9tico, representantes mu\u00e7ulmanos falam muito de justi\u00e7a e miseric\u00f3rdia que s\u00e3o naturalmente valores que se referem ao tratamento, ao manejo exterior e que se podem encontrar tamb\u00e9m no Cor\u00e3o. Mais importante que a justi\u00e7a e a miseric\u00f3rdia \u00e9 o amor, o amago do que \u00e9 vida, rela\u00e7\u00e3o, o \u00fanico suporte de tudo o resto.<\/p>\n<p>O Isl\u00e3o tornar-se-\u00e1 cada vez mais anacr\u00f3nico se n\u00e3o se orientar mais no sentido da espiritualidade e n\u00e3o permitir a an\u00e1lise hist\u00f3rico-cr\u00edtica das suas fontes.<\/p>\n<p>\u00a9 <strong>Ant\u00f3nio da Cunha Duarte Justo<\/strong><br \/>\nTe\u00f3logo e Pedagogo<br \/>\nPegadas do Esp\u00edrito no Tempo, <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Existe um Isl\u00e3o n\u00e3o pol\u00edtico? 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