{"id":1945,"date":"2011-10-10T14:01:54","date_gmt":"2011-10-10T13:01:54","guid":{"rendered":"https:\/\/antonio-justo.eu\/?p=1945"},"modified":"2011-10-10T14:01:54","modified_gmt":"2011-10-10T13:01:54","slug":"um-dia-santo-para-a-natureza-para-os-animais-e-plantas-o-papa-e-a-ecologia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/antonio-justo.eu\/?p=1945","title":{"rendered":"Um Dia Santo para a Natureza para os Animais e Plantas  &#8211; O PAPA E A ECOLOGIA"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>O PAPA E A ECOLOGIA<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>Um Dia Santo para a Natureza para os Animais e Plantas<\/strong><\/span><\/p>\n<p><strong> <\/strong><\/p>\n<p><strong>Ant\u00f3nio Justo<\/strong><\/p>\n<p>Na parte final do seu discurso no Parlamento alem\u00e3o, Bento XVI referiu-se tamb\u00e9m ao movimento ecol\u00f3gico surgido na Alemanha, especialmente, a partir dos anos Setenta, afirmando que o ambientalismo \u201cfoi e continua a ser, um grito que anela por ar fresco, um grito que n\u00e3o se pode ignorar nem acantonar\u201d. O papa com a ideia de n\u00e3o deixar acantonar o movimento ecol\u00f3gico num partido (Os Verdes) ou grupo do mercado quer que se ultrapasse uma vis\u00e3o antag\u00f3nica do preto e do vermelho para uma vis\u00e3o dum verde que suporte todas as cores do arco-\u00edris sobre ele. A lei da complementaridade na biosfera e nos ecossistemas culturais pressup\u00f5e um equil\u00edbrio de rela\u00e7\u00f5es entre todos os elementos e n\u00e3o a ditadura da economia (lucro exagerado) que ao destruir a natureza destr\u00f3i tamb\u00e9m a pessoa. Requer-se uma mudan\u00e7a radical de mentalidade, uma consci\u00eancia ecol\u00f3gica e humana que transcenda os guetos das ideologias.<\/p>\n<p><br class=\"spacer_\" \/><\/p>\n<p>Se no alvorecer da humanidade e no seu afirmar-se, o Homem, ent\u00e3o em reduzido n\u00famero, lutava por dominar a natureza, hoje que a explora e p\u00f5e em perigo, tem que, como sua parte integrante, tornar-se seu protector assumindo a responsabilidade do Criador. De facto, hoje observam-se dois grandes buracos de oz\u00f3nio: um na biosfera natural e outro nos ecossistemas culturais. O ar e a cultura, cada vez se intoxicam mais, correndo em abund\u00e2ncia o veneno na \u00e1gua e na divulga\u00e7\u00e3o p\u00fablica. Hoje, por vezes, tem-se a impress\u00e3o de vivermos em tempos apocal\u00edpticos, do n\u00e3o h\u00e1 pai, salve-se quem puder.<\/p>\n<p><br class=\"spacer_\" \/><\/p>\n<p>Em tom brincalh\u00e3o, o Pont\u00edfice fez um aparte, no discurso, dizendo que n\u00e3o estava ali a fazer propaganda por nenhum partido. Certamente n\u00e3o queria ficar como o papa verde! De facto o partido <strong>OS VERDES<\/strong> com 68 deputados num parlamento de 620 surgiu da defesa da ecologia. Com este louvor talvez o Papa queira estimular a Alemanha a continuar no seu estado pioneiro de empenho ecol\u00f3gico no contexto das na\u00e7\u00f5es e de ter sido a maior sociedade industrial a ter determinado o abandono da energia at\u00f3mica para passar a investir em energias n\u00e3o poluentes e renov\u00e1veis, como a e\u00f3lica e solar. Isto tem como consequ\u00eancia a transi\u00e7\u00e3o de investimento e transforma\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica e de investiga\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><br class=\"spacer_\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>N\u00e3o chega pintar de Verde as Fachadas das F\u00e1bricas e das Ideologias<\/strong><\/span><\/p>\n<p><strong> <\/strong><\/p>\n<p>Depois continuou: \u201cA import\u00e2ncia da ecologia \u00e9 agora indiscut\u00edvel. Devemos ouvir a linguagem da natureza e responder-lhe coerentemente. Mas quero ainda enfrentar decididamente um ponto que, hoje, como ontem, \u00e9 largamente descurado: <strong>existe tamb\u00e9m uma ecologia do homem<\/strong>. Tamb\u00e9m o homem possui uma natureza, que deve respeitar e n\u00e3o pode manipular como lhe apetece. O homem n\u00e3o \u00e9 apenas uma liberdade que se cria por si pr\u00f3pria. <strong>O homem n\u00e3o se cria a si mesmo<\/strong>. <strong>Ele \u00e9 esp\u00edrito e vontade, mas \u00e9 tamb\u00e9m natureza, e a sua vontade \u00e9 justa quando ele escuta a natureza, respeita-a e quando se aceita a si mesmo por aquilo que \u00e9 e que n\u00e3o se criou por si mesmo. <\/strong>Assim mesmo, e s\u00f3 assim, \u00e9 que se realiza a verdadeira liberdade humana\u201d. Critica-se assim a monocultura agr\u00e1ria e de esp\u00edrito em via. A Biodiversidade dentro do ecossistema humano e natural pressup\u00f5e uma dimens\u00e3o n\u00e3o s\u00f3 horizontal mas tamb\u00e9m vertical; pressup\u00f5e um horizonte aberto a tudo e a todos numa consci\u00eancia da lei da complementaridade a n\u00edvel de ecossistemas naturais, culturais, ideol\u00f3gicos e o respeito de uns pelos outros. A terra \u00e9 de todos e de tudo; todos somos terra e nos tornamos terra.<\/p>\n<p><br class=\"spacer_\" \/><\/p>\n<p>O ambientalismo s\u00e9rio come\u00e7a c\u00e1 por casa, por cada um de n\u00f3s (mudan\u00e7a de h\u00e1bitos de consumo, de alimenta\u00e7\u00e3o; um motivo de cada pessoa e n\u00e3o apenas de sistemas a afirmarem-se uns contra os outros. N\u00e3o \u00e9 preciso seguir a bandeira dum ecossocialismo nem dum ecocapitalismo. Os dois n\u00e3o apontam para a solu\u00e7\u00e3o; fazem uso duma filosofia do contra em benef\u00edcio da pr\u00f3pria clientela n\u00e3o querendo, na discuss\u00e3o, aplicar a lei da complementaridade, que reina na natureza, ao relacionamento da vida social e ideol\u00f3gica: o que se reconhece no ecossistema natural nega-se no ecossistema cultural e na rela\u00e7\u00e3o das ideologias umas com as outras. O neoliberalismo domina tanto os estados capitalistas como os socialistas. \u00c9 c\u00f3modo encostar-se ao socialismo ou ao capitalismo quando a solu\u00e7\u00e3o do problema ter\u00e1 de come\u00e7ar pela mudan\u00e7a de mentalidades das pessoas e por uma consci\u00eancia da complementaridade das estruturas, todas elas deficit\u00e1rias e at\u00e9 agora manipuladoras da cultura e das suas clientelas. N\u00e3o chega pintar de verde as fachadas das nossas f\u00e1bricas e das nossas ideologias. Muitos ouvem o alarme da natureza e o protesto de muitas pessoas e aproveitam-se da ingenuidade ou ego\u00edsmo de pessoas para melhor fazer o seu neg\u00f3cio, a propaganda da sua organiza\u00e7\u00e3o contra outras (na continuidade do mesmo esp\u00edrito que levou \u00e0 explora\u00e7\u00e3o da natureza: divide e impera). A solu\u00e7\u00e3o n\u00e3o vir\u00e1 de ideologias mas duma luta supra-ideol\u00f3gica, dum movimento dos movimentos que est\u00e1 por nascer.<\/p>\n<p><br class=\"spacer_\" \/><\/p>\n<p>\u00c9 poss\u00edvel um novo mundo, a mudan\u00e7a da civiliza\u00e7\u00e3o. O com\u00e9rcio tem vivido dum mundo fragmentado e da tentativa de mecanizar\/automatizar a pessoa em cont\u00ednua corrida sem seguran\u00e7a.<\/p>\n<p>A gan\u00e2ncia do lucro e o oportunismo impedem uma revis\u00e3o equilibrada dos sistemas. A pessoa \u00e9 reduzida a indiv\u00edduo e a mera for\u00e7a de trabalho, a mero produto. A gan\u00e2ncia do lucro manter\u00e1 a crise cultural, econ\u00f3mica e ecol\u00f3gica da civiliza\u00e7\u00e3o. N\u00e3o chega encontrar a causa do que se v\u00ea mas tamb\u00e9m a sua finalidade.<\/p>\n<p><br class=\"spacer_\" \/><\/p>\n<p>\u00c9 necess\u00e1rio desenvolver uma tecnologia da liberta\u00e7\u00e3o, correspondente a uma nova consci\u00eancia. A natureza \u00e9 rica, pobre \u00e9 o esp\u00edrito duma economia e tecnologia explorador. O crescimento econ\u00f3mico justo e o desenvolvimento social pressup\u00f5em uma sintonia no respeito pela natureza e pela dignidade humana.<\/p>\n<p><br class=\"spacer_\" \/><\/p>\n<p>Os pa\u00edses ricos enriqueceram no desrespeito da natureza e na destrui\u00e7\u00e3o dos bi\u00f3topos em favor das monoculturas. Os pa\u00edses em via de desenvolvimento s\u00e3o tentados a seguir este mau exemplo. No Brasil entre outras organiza\u00e7\u00f5es que se levantam contra a destrui\u00e7\u00e3o da natureza, os bispos brasileiros t\u00eam-se insurgido contra a destrui\u00e7\u00e3o da natureza que mata 100 pessoas por ano e leva a popula\u00e7\u00e3o rural a fugir para as cidades. A comunidade mundial ter\u00e1 de se tornar solid\u00e1ria com estas popula\u00e7\u00f5es insurgindo-se contra a destrui\u00e7\u00e3o de bi\u00f3topos e ecossistemas naturais destas regi\u00f5es. O sistema econ\u00f3mico que actua a n\u00edvel global chegou com o seu latim ao fim. Provocou um desequil\u00edbrio entre meio ambiente e produ\u00e7\u00e3o, entre emprego e desemprego, entre rico e pobre.<\/p>\n<p><br class=\"spacer_\" \/><\/p>\n<p>Bento XVI diz que <strong>o desastre que se observa na terra e na sociedade \u00e9 consequ\u00eancia do desastre espiritual e cultural humano. <\/strong>A terra apenas se deixa contagiar pela doen\u00e7a do Homem. A natureza \u00e9 parte de n\u00f3s e nela encontramos o outro.<\/p>\n<p>J\u00e1 antes tinha chamado a aten\u00e7\u00e3o para a necessidade de mudan\u00e7a de mentalidade no sentido de Francisco de Assis, afirmando: \u201c\u00c9 fascinante em Francisco a sua rejei\u00e7\u00e3o resoluta ao mundo de bens e o seu amor n\u00e3o afectado pela cria\u00e7\u00e3o, pelos p\u00e1ssaros, pelos peixes, pelo fogo, pela \u00e1gua, pela terra. Ele aparece como o padroeiro dos ecologistas, como o l\u00edder do protesto contra uma ideologia que se concentra apenas na produ\u00e7\u00e3o e crescimento, como o advogado da vida simples.\u201d<\/p>\n<p><br class=\"spacer_\" \/><\/p>\n<p>Francisco queria o jardim Terra n\u00e3o s\u00f3 como lugar para a agricultura para animais de pecu\u00e1ria mas para todos os seres, para os irm\u00e3os \u201cas flores do campo e os l\u00edrios do vale\u201d (Cant2,1), queria a natureza como lugar para toda a criatura poder viver em irmandade desde o \u201cirm\u00e3o burro\u201d \u00e0s \u201c irm\u00e3s flores\u201d. E Bento XVI complementa: \u201cO respeito para com as pessoas e o respeito para com a natureza pertencem juntos, mas ambos s\u00f3 podem prosperar e, finalmente, encontrar o seu n\u00edvel, se respeitarmos o criador e sua cria\u00e7\u00e3o nas pessoas e na natureza.\u201d<\/p>\n<p><br class=\"spacer_\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: large;\"><strong>Dignidade humana e da Natureza em rela\u00e7\u00e3o de interdepend\u00eancia<\/strong><\/span><\/p>\n<p><strong> <\/strong><\/p>\n<p>Em comunh\u00e3o de alma com a natureza, na qual corre a mesma seiva\/sangue e se manifestam as mesmas diferen\u00e7as como na sociedade humana, estamos chamados a fazer brilhar nela tamb\u00e9m o nosso sol, o sol do amor. Com o manto verde das suas plantas, a natureza alimenta o nosso respirar oferecendo-nos o oxig\u00e9nio e juntando o seu respirar ao nosso. Tamb\u00e9m n\u00f3s temos algo para lhe dar: o manto do esp\u00edrito. Deus criou a natura e o homem criou a cultura, para, em conjunto, colaborarem no projecto do mist\u00e9rio a caminho. <strong>A for\u00e7a do sol e do vento com a ajuda da \u00e1gua conseguiram fazer da rocha dura campos f\u00e9rteis e fecundos. N\u00f3s pelo contr\u00e1rio, com a alma em eros\u00e3o, estamos a contribuir para a desertifica\u00e7\u00e3o da alma humana e do mundo<\/strong>. A natureza sofre enquanto o Homem n\u00e3o arredar caminho. A maneira como tratamos os animais \u00e9 pior que a atitude de Caim contra seu irm\u00e3o, representante duma outra cultura.<\/p>\n<p><br class=\"spacer_\" \/><\/p>\n<p><strong>Da f\u00e9 num Deus criador e pai surgiu a ideia da dignidade humana e dos direitos humanos. Do mesmo princ\u00edpio se deixa deduzir o respeito por todas as criaturas, pela natureza inteira, obra do mesmo criador.<\/strong> O Papa n\u00e3o se cansava de repetir \u201conde Deus est\u00e1, l\u00e1 est\u00e1 futuro\u201d. Por isso precisamos dum dia santo para a natureza e n\u00e3o apenas dum feriado dela. Temos vivido do que se tem roubado \u00e0 dignidade humana e aos animais, encontrando-se agora a natureza inteira a sofrer.<\/p>\n<p><br class=\"spacer_\" \/><\/p>\n<p><strong>A B\u00edblia quer que tamb\u00e9m os animais tenham um dia santo, ao afirmar que tamb\u00e9m eles n\u00e3o devem trabalhar ao s\u00e1bado e tamb\u00e9m a terra precisa dum ano sab\u00e1tico. A civiliza\u00e7\u00e3o tem atrai\u00e7oado a natureza ao degradar o Homem para objecto de produ\u00e7\u00e3o e consumo amarrando-o \u00e0 f\u00e1brica e ao shopping. O esp\u00edrito que tem dominado a explora\u00e7\u00e3o do Homem pelo homem domina na explora\u00e7\u00e3o da natureza pelo Homem. Ao profanarmos o Homem profanamos a natureza tamb\u00e9m.<\/strong><\/p>\n<p><br class=\"spacer_\" \/><\/p>\n<p>Os animais encontram-se encurralados em campos de concentra\u00e7\u00e3o indignos do homem e do animal. \u00c9-lhes roubado o seu espa\u00e7o vital como se tamb\u00e9m eles n\u00e3o tivessem direito a um ambiente digno. A terra \u00e9 m\u00e3e de todos. As plantas n\u00e3o cortaram o cord\u00e3o umbilical com ela mas sofrem as consequ\u00eancias da deprava\u00e7\u00e3o humana; o animal homem, seu filho pr\u00f3digo, esquece que ela \u00e9 n\u00e3o s\u00f3 sua subst\u00e2ncia mas seu ch\u00e3o tamb\u00e9m.<\/p>\n<p><br class=\"spacer_\" \/><\/p>\n<p>Nela saltitam as nossas paix\u00f5es e voam sonhos como andorinhas. Meus pensamentos n\u00e3o s\u00e3o mais que seus p\u00e1ssaros a voar. Como eu, tamb\u00e9m a planta, o animal, a raiz tem seus sonhos, a sua esperan\u00e7a. O Homem continua a violar a fecundidade da terra e depois admira-se que ela reaja magoada.<\/p>\n<p><br class=\"spacer_\" \/><\/p>\n<p>Na teologia da trindade e encarna\u00e7\u00e3o podemos encontrar um modelo de pensamento e ac\u00e7\u00e3o que transcende a objectiva\u00e7\u00e3o de tudo o que \u00e9 ser para os integrar na sua rela\u00e7\u00e3o complementar. Assim esp\u00edrito e mat\u00e9ria unem-se num processo actual e teleol\u00f3gico, o esp\u00edrito torna-se terra para nela se divinizar e ressuscitar. Como a natura segue a orienta\u00e7\u00e3o do Sol assim a cultura ter\u00e1 de descobrir o seu sentido a caminho da transcend\u00eancia. Teilhard de Chardin fala do percurso do Alfa para o Omega e do Cristo c\u00f3smico que resume o caminho e a aspira\u00e7\u00e3o da natureza e do Homem.<\/p>\n<p><br class=\"spacer_\" \/><\/p>\n<p>H\u00e1 v\u00e1rias portas de acesso \u00e0 Realidade, possibilitando cada qual uma panor\u00e2mica diferente da mesma: a natureza, a f\u00e9, a raz\u00e3o. Quanto mais abertura e mais chaves tivermos mais larga ser\u00e1 a panor\u00e2mica da nossa vis\u00e3o.<\/p>\n<p><br class=\"spacer_\" \/><\/p>\n<p><strong>Ant\u00f3nio da Cunha Duarte Justo<\/strong><\/p>\n<p>Te\u00f3logo e Pedagogo<\/p>\n<p><a href=\"mailto:antoniocunhajusto@googlemail.com\">antoniocunhajusto@googlemail.com<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.antonio-justo\/\">www.antonio-justo<\/a><\/p>\n<p><br class=\"spacer_\" \/><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O PAPA E A ECOLOGIA Um Dia Santo para a Natureza para os Animais e Plantas Ant\u00f3nio Justo Na parte final do seu discurso no Parlamento alem\u00e3o, Bento XVI referiu-se tamb\u00e9m ao movimento ecol\u00f3gico surgido na Alemanha, especialmente, a partir dos anos Setenta, afirmando que o ambientalismo \u201cfoi e continua a ser, um grito que &hellip; <a href=\"https:\/\/antonio-justo.eu\/?p=1945\" class=\"more-link\">Continuar a ler <span class=\"screen-reader-text\">Um Dia Santo para a Natureza para os Animais e Plantas  &#8211; O PAPA E A ECOLOGIA<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"sfsi_plus_gutenberg_text_before_share":"","sfsi_plus_gutenberg_show_text_before_share":"","sfsi_plus_gutenberg_icon_type":"","sfsi_plus_gutenberg_icon_alignemt":"","sfsi_plus_gutenburg_max_per_row":"","footnotes":""},"categories":[3,14,4,5,7,8],"tags":[],"class_list":["post-1945","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-arte","category-economia","category-educacao","category-escola","category-politica","category-religiao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/antonio-justo.eu\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1945","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/antonio-justo.eu\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/antonio-justo.eu\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/antonio-justo.eu\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/antonio-justo.eu\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=1945"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/antonio-justo.eu\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1945\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1946,"href":"https:\/\/antonio-justo.eu\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1945\/revisions\/1946"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/antonio-justo.eu\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=1945"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/antonio-justo.eu\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=1945"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/antonio-justo.eu\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=1945"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}