{"id":1316,"date":"2008-04-02T16:40:00","date_gmt":"2008-04-02T15:40:00","guid":{"rendered":"https:\/\/antonio-justo.eu\/?p=1316"},"modified":"2008-04-02T16:40:00","modified_gmt":"2008-04-02T15:40:00","slug":"de-cidadao-para-proletario","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/antonio-justo.eu\/?p=1316","title":{"rendered":"De cidad\u00e3o para prolet\u00e1rio"},"content":{"rendered":"<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\" align=\"center\"><b style=\"\"><span style=\"font-size: 14pt;\" lang=\"PT\">De cidad\u00e3o para prolet\u00e1rio<\/span><\/b><span style=\"font-size: 14pt;\" lang=\"PT\"><o:p><\/o:p><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"\" lang=\"PT\">Um povo sem resson\u00e2ncia individual passa a viver em est\u00e1dio de inveja, passando esta a motivar o seu agir, resultante dum povo soldado com os desertores da precariedade.<o:p><\/o:p><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"\" lang=\"PT\">Os nossos pol\u00edticos na Europa agem irresponsavelmente ao destru\u00edrem sistematicamente a camada social m\u00e9dia em favor das multinacionais, fomentando a sua degrada\u00e7\u00e3o em benef\u00edcio dum estado dependente com um povo prolet\u00e1rio carente. O esfomeado reduz a sua felicidade a um est\u00f4mago com apetite mas sem fome. O seu n\u00edvel de felicidade \u00e9 limitado \u00e0 oscila\u00e7\u00e3o entre o apetite e a fome. Os povos da Europa, por\u00e9m, n\u00e3o se contentar\u00e3o com isso.<o:p><\/o:p><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"\" lang=\"PT\"><o:p> <\/o:p><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"\" lang=\"PT\">O cidad\u00e3o da sociedade moderna, integrado num regime estatal com foros de burgo, veio substituir o burgu\u00eas. O Estado actual, por\u00e9m, implementado por um socialismo desalmado e por um capitalismo irrespons\u00e1vel fazem do cidad\u00e3o um prolet\u00e1rio. O regime parece viver melhor do fomento de figuras passageiras, de novos-ricos, atados \u00e0 sua trela \u00e0 custa dum cidad\u00e3o esvaziado de sentido, sem Deus nem tradi\u00e7\u00e3o. \u00c9 a din\u00e2mica das leis do mercado aplicada ao estado: tudo se torna mercadoria, o resto \u00e9 pre\u00e7o.<o:p><\/o:p><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"\" lang=\"PT\"><o:p> <\/o:p><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"\" lang=\"PT\">O sistema partid\u00e1rio, com uma organiza\u00e7\u00e3o de filiados m\u00ednima a n\u00edvel social, apoderou-se do Estado, vivendo duma estrat\u00e9gia agravante que reduz a participa\u00e7\u00e3o c\u00edvica ao voto eleitoral. Embora de diferentes op\u00e7\u00f5es e orienta\u00e7\u00f5es, os partidos preparam, sem disso serem conscientes a forma de estado prolet\u00e1ria e autorit\u00e1ria, um estado nomenclatura de que nos s\u00e3o exemplo a R\u00fassia e a China. <o:p><\/o:p><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"\" lang=\"PT\"><o:p> <\/o:p><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"\" lang=\"PT\">Em Portugal, o problema \u00e9 extremamente presente devido ao nevoeiro de Abril que, por um lado criou ilus\u00f5es no povo e o desmotivou por outro. <\/span><span style=\"font-size: 10pt;\" lang=\"PT\">(O exemplo da pol\u00edtica de ensino \u00e9 um dos exemplos mais crassos provando que os nossos pol\u00edticos ainda n\u00e3o desceram do mundo da ideologia, para poderem contactar com o mundo da realidade moderna, que exige, de Portugal, para poder subsistir dignamente, uma aposta total na intelig\u00eancia da na\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s do ensino. O arrivismo indisciplinado pode ser uma possibilidade no mundo da pol\u00edtica, mas n\u00e3o no mundo real! Este exige grande compet\u00eancia, disciplina, maleabilidade e persist\u00eancia).<\/span><span style=\"\" lang=\"PT\"> O sistema de forma\u00e7\u00e3o de opini\u00e3o dentro do partido n\u00e3o \u00e9 democr\u00e1tico, como tamb\u00e9m o n\u00e3o \u00e9 a sua estrutura, no seu \u00e2mago. O cidad\u00e3o n\u00e3o tem influ\u00eancia nem oportunidade de se exercitar em democracia. Assim se fomenta uma sociedade ovelha com alguns cabritos, sempre esfomeados, \u00e0 espreita da sua chance, como se pode ver na sua maneira de se reproduzirem na TV\u2026 Os que t\u00eam mais cio parecem conseguir os mais altos postos. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 comunidade, aparecem frescos, gananciosos e libidinosos, com propens\u00e3o para o autismo. Abusa-se da democracia reduzindo tudo ao banal da opini\u00e3o. Verdade \u00e9 a soma das opini\u00f5es, independentemente da raz\u00e3o. Por isso os governos n\u00e3o apostam no melhor nem no bom mas apenas no poss\u00edvel, no tempor\u00e1rio eleitoral. Assim, cedem ao facilitismo duma vida enganadora n\u00e3o se preocupando em <span style=\"\"> <\/span>investir no saber exigente e s\u00e9rio para se elevar o n\u00edvel da opini\u00e3o dum pa\u00eds. Parece ser suficiente \u00e0 filosofia de que no reino dos \u201ccegos\u201d quem tem um olho \u00e9 rei! \u2026<o:p><\/o:p><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"\" lang=\"PT\"><o:p> <\/o:p><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\" align=\"center\"><b style=\"\"><span style=\"font-size: 14pt;\" lang=\"PT\">A mudan\u00e7a ter\u00e1 de come\u00e7ar pelas elites<o:p><\/o:p><\/span><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"\" lang=\"PT\">O grande problema do 25 de Abril foi os partidos terem-se assenhoreado dele. Antes tinha-se um senhor de Portugal, depois assenhorearam-se dele os Soares e comparsas. O povo estava l\u00e1 s\u00f3 para aplaudir; parece que para eles as elei\u00e7\u00f5es n\u00e3o passam de actos de aplauso!&#8230; Em nome dum ismo pretende instalar-se outro. Se um se agarrava \u00e0 na\u00e7\u00e3o, o outro agarra-se \u00e0 democracia. Em cada mudan\u00e7a o povo l\u00e1 est\u00e1 para se alegrar com as novas cores da festa. A conta \u00e9-lhes apresentada depois.<o:p><\/o:p><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"\" lang=\"PT\"><o:p> <\/o:p><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"\" lang=\"PT\">Com o 25 de Abril passou-se dum autoritarismo pessoal para um autoritarismo de pessoas nos partidos. Revolu\u00e7\u00f5es parecem reduzir-se a ocupa\u00e7\u00f5es. O tempo j\u00e1 traz, por si, o progresso mas as revolu\u00e7\u00f5es t\u00eam a vantagem de lhe conferir maior sincronia em rela\u00e7\u00e3o aos bi\u00f3topos vizinhos. <o:p><\/o:p><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"\" lang=\"PT\"><o:p> <\/o:p><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"\" lang=\"PT\">Para um Portugal mais democr\u00e1tico e mais moderno seria necess\u00e1rio que os partidos portugueses procedessem a uma revis\u00e3o fundamental dos seus programas \u00e0 luz da na\u00e7\u00e3o e dum futuro humanista. Para isso ser\u00e1 mais que \u00f3bvio purific\u00e1-los dum esp\u00edrito superficial do imediatismo e materialismo que o 25 de Abril lhes inspirou. O autoritarismo pessoal e ideol\u00f3gico, o jacobinismo presente de influ\u00eancia francesa, e outras barbaridades posteriores t\u00eam impedido Portugal da sua independ\u00eancia cultural e dum progresso org\u00e2nico. Portugal merece mais do que a importa\u00e7\u00e3o de c\u00f3pias desaferidas! Portugal precisa de originais, de originais com erros, mas originais, para poder aprender dos erros que faz. <b style=\"\">Portugal j\u00e1 deveria estar farto de repetir os erros dos de fora, nunca passando de aprendiz.<\/b> J\u00e1 chega de o povo andar atr\u00e1s de vendedores da banha da cobra mascarados de her\u00f3is baratos para uso de casa. J\u00e1 chega do encosto aos outros e de ideologias estrangeiradas que obriga o povo a admirar \u201cl\u00e1 fora\u201d o que eles n\u00e3o querem descobrir nem fazer, c\u00e1 dentro. J\u00e1 \u00e9 tempo da na\u00e7\u00e3o come\u00e7ar a reflectir a sua situa\u00e7\u00e3o e de os intelectuais n\u00e3o se subjugarem \u00e0 banalidade do real, que a TV reflecte na sua veicula\u00e7\u00e3o do valor do oportuno.<o:p><\/o:p><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"\" lang=\"PT\"><o:p> <\/o:p><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"\" lang=\"PT\">Precisamos duma democracia moderna, desideologiazada. Precisamos dum sistema m\u00f3vel e flex\u00edvel a n\u00edvel pol\u00edtico, social e religioso, que n\u00e3o viva encrostado em dogmas nem na ditadura da opini\u00e3o barata, nem nos fi\u00e9is partid\u00e1rios com esp\u00edrito de proselitismo, desconhecendo a pr\u00f3pria cultura. Portugal inteiro ter\u00e1 que voltar a si e redescobrir-se, n\u00e3o podendo dar-se ao luxo de continuar a andar ao c\u00e3o&#8230; <b style=\"\">A Sui\u00e7a \u00e9 um exemplo<\/b> de pa\u00eds pequeno e pobre de recursos naturais que, n\u00e3o atrai\u00e7oando a pr\u00f3pria cultura, continua europeia, dando li\u00e7\u00f5es ao mundo atrav\u00e9s da sua massa cinzenta, e da sua maneira espec\u00edfica de continuar povo e praticar a democracia.<o:p><\/o:p><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"\" lang=\"PT\"><o:p> <\/o:p><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"\" lang=\"PT\">Na discuss\u00e3o p\u00fablica portuguesa n\u00e3o se encontram palestras cient\u00edficas abertas, organizadas pelos partidos, no sentido, duma ac\u00e7\u00e3o consertada, se catalizarem as melhores medidas a tomar para o bem de Portugal. <b style=\"\">Os pol\u00edticos n\u00e3o podem limitar o seu papel a controladores de bilhetes, no comboio da hist\u00f3ria das na\u00e7\u00f5es<\/b>.<o:p><\/o:p><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"\" lang=\"PT\"><o:p> <\/o:p><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"\" lang=\"PT\">\u00c9 caricato o facto de um governo socialista estar a fomentar a praga dos gafanhotos que em revoadas de accionistas provocam o povo com os seus ganhos, enquanto que este, produzindo embora o lucro, tem de ser m\u00f3dico na satisfa\u00e7\u00e3o das suas necessidades. A actua\u00e7\u00e3o de sociedades de ac\u00e7\u00f5es \u00e9 de tal modo brutal que se revela a maior inimiga dos trabalhadores, e sempre \u00e0 espera de subven\u00e7\u00f5es provindas dos impostos que o povo entrega ao Estado. <b style=\"\">O darwinismo social conduz ao capitalismo gatuno.<\/b> \u201cUma sociedade sem moral torna-se num antro de ladroes\u201d adverte o Papa, na sequ\u00eancia das enc\u00edclicas sociais da Igreja. \u00c9 preciso humanizar o capitalismo no sentido de o tornar respons\u00e1vel pela sociedade e de colocar a pessoa antes do capital. A pol\u00edtica econ\u00f3mica portuguesa tem fomentado apenas as grandes empresas \u00e0 custa do ignorar das pequenas e do indiv\u00edduo privado. Um exemplo disso est\u00e1 na pol\u00edtica de fomento de energias alternativas, em especial da fotovoltaica.<o:p><\/o:p><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"\" lang=\"PT\"><span style=\"\"> <\/span><o:p><\/o:p><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"\" lang=\"PT\">N\u00e3o h\u00e1 respostas prontas nem atrav\u00e9s do moralismo nem do neo-liberalismo. A economia de mercado livre parece ser dos melhores sistemas para o geral da sociedade. O problema d\u00e1-se quando ela sai duma \u00e9tica de responsabilidade social, que a deveria manter dentro das marcas da estrada da sociedade. O comboio dos usur\u00e1rios na pol\u00edtica e na economia, a continuar assim, aproxima mais depressa o descarrilamento. <o:p><\/o:p><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"\" lang=\"PT\"><o:p> <\/o:p><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"\" lang=\"PT\">Capitalismo e Socialismo de tipo materialista vivem no equ\u00edvoco de reduzirem o bem-estar, a felicidade dum povo, ao seu progresso econ\u00f3mico, descurando outros factores essenciais ao bem-estar da pessoa humana completa. <o:p><\/o:p><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"\" lang=\"PT\"><o:p> <\/o:p><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"\" lang=\"PT\">\u00c9 preciso assentar crit\u00e9rios de bem-estar e de desenvolvimento noutros factores que n\u00e3o apenas no progresso econ\u00f3mico. Precisa-se duma boa governa\u00e7\u00e3o em que pol\u00edticos e cidad\u00e3os andem de m\u00e3os dadas no sentido de constru\u00edrem um bem-estar econ\u00f3mico e espiritual, a n\u00edvel de vida, educa\u00e7\u00e3o, sa\u00fade, cultura e ambiente. <o:p><\/o:p><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"\" lang=\"PT\"><o:p> <\/o:p><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><b style=\"\"><span style=\"\" lang=\"PT\">Ant\u00f3nio da Cunha Duarte Justo<o:p><\/o:p><\/span><\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>De cidad\u00e3o para prolet\u00e1rio Um povo sem resson\u00e2ncia individual passa a viver em est\u00e1dio de inveja, passando esta a motivar o seu agir, resultante dum povo soldado com os desertores da precariedade. 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