O PREÇO DA PAZ EM PORTUGAL

Um amigo enviou-me os seguintes dados que dão que pensar, se é que pensar vale a pena, numa mentalidade acomodada e com medo a tudo o que possa levar a um pensar diferenciado ou diferente!

Pergunta-se: porque será que um país tão pequeno tem mais generais que outos países com exércitos grandes?

Certamente essa é uma factura que o povo português tem a pagar para assegurar a paz depois do golpe do 25 de Novembro na continuação do 25 de Abril!

Imagino que terá sido o preço a pagar para manter a opinião pública a alinhar o passo no sentido da nova música!

Passemos à apresentação desta “barbaridade” que é apenas uma entre outras:

“O FESTIVAL DOS GENERAIS
Os generais, por definição, comandam unidades: Brigadas, Divisões, Corpos de Exército e Exércitos.

A proporção de patentes é a seguinte:

A cada 5 soldados corresponde 1 cabo;
A 10 soldados + 2 cabos à 1 sargento;
A 40 soldados + 8 cabos + 4 sargentos à 1 Alferes;
200 soldados + 40 cabos + 20 sargentos + 5 Alferes à 1 capitão;
1.000 soldados + 200 cabos + 100 sargentos + 25 Alferes + 5 capitães à 1 tenente coronel;
8.000 soldados + 1.600 cabos + 800 sargentos + 200 alferes + 40 capitães + 8 tenentes coronéis à 1 1 General de Brigada.

Somando toda a linha de cima, cada General tem abaixo de si 10.648 homens (faz sentido).

Mas…, as forças armadas portuguesas têm menos de 64.000 efectivos. Deviam ter. portanto 6 Generais, no máximo.

Mas, é mesmo de pasmar! Tem 123 (CENTO E VINTE E TRÊS) Generais!

E paga pensões brutais a um sem número deles que se aposentaram nos últimos 25 anos.

Em dois “pequenos e pouco desenvolvidos” países, o Canadá e a Alemanha, as forças armadas contam com um general de 4 estrelas.

Em Portugal há quatro (QUATRO) generais de 4 estrelas!

Assim, o Estado vai penalizando os que menos têm.
A grande maioria do Povo Português desconhece este e outros problemas semelhantes…”

E depois, queixámo-nos que em Portugal anda tudo aos encontrões a nível de opiniões.

Infelizmente o nosso estado corporativista não atende aos interesses dos portugueses nem do Estado! Um Estado assim, à medida do corporativismo surgido da revolução republicana só pode engordar alguns: os do costume.

António da Cunha Duarte Justo

Pegadas do Tempo

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Sobre António da Cunha Duarte Justo

Actividades jornalísticas em foque: análise social, ética, política e religiosa
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